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Liderança feminina: mais que tendência, uma nova forma de entender e fazer negócios, por Carolina Gilberti

Redação TN Petróleo/Assessoria
11/05/2023 07:15
Liderança feminina: mais que tendência, uma nova forma de entender e fazer negócios, por Carolina Gilberti Imagem: Divulgação Visualizações: 1528

Quem nunca aprendeu que há certos assuntos que não devem ser discutidos? Quantas vezes parentes e amigos já não cutucaram você debaixo da mesa quando você quis trazer para a roda aquela conversa “tabu”?  

A grande maioria das pessoas sabe quais assuntos estou me referindo. Não preciso nem os listar aqui. Mas preciso dizer uma coisa importante: sim, há certos assuntos que é melhor não abordar, e a liderança feminina, definitivamente, NÃO é um deles. 

Então porque ainda temos tantos narizes sendo franzidos, mexidas desconfortáveis nas cadeiras, olhares desviados e suspiros soltos quando este tópico é trazido para a pauta?  

Se você se identificou como essa pessoa que se sente desconcertada diante deste tema, convido você a ler até o final. Prometo não julgar. 

Primeiramente, sabe por que essas cenas de desconforto acontecem? Porque ainda estamos discutindo os sexos dos anjos e isso não vai nos levar a lugar nenhum.  

Por isso convido você a olhar para a liderança feminina de uma forma diferente. De maneira que nem você nem a sua empresa sintam-se para trás e obsoletos. Vamos falar de alguns dados importantes: 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a liderança feminina caiu em 2019. As mulheres ocuparam 37,1% dos cargos de liderança em tal ano, contra 39,1% no estudo anterior, o que representa uma queda de 2% na representação feminina nessas posições. No cenário pós pandemia, os desafios são ainda maiores. 

Criar oportunidades, gerar um ambiente favorável e proativo para captação de lideranças femininas não é uma questão de “fazer o certo” ou ser uma boa pessoa. Diz respeito a entender as demandas do mercado, ser inovador diante da nova realidade e gerar resultados para o seu negócio.  

A fórmula é simples: se faz bem para as pessoas e para o negócio, os resultados são positivos. Pessoas felizes, mais dinheiro no caixa, mais prosperidade, mais sucesso e por aí vai.  

Empresas que hoje estão antenadas e engajadas nessa pauta já entenderam a importância e o valor de investir em times diversos. Uma gestão composta por pessoas diversas com lideranças femininas significativas se torna mais complementar, com perspectivas e habilidades diferentes que contribuem para um time mais colaborativo e inclusivo, melhorando os resultados. 

Outro ponto importante está relacionado ao posicionamento e fortalecimento da marca diante do mercado e seu público.  

Uma pesquisa feita pelo Journal of Consumer Research, mostrou que organizações diversas geram impactos positivos em seus consumidores, gerando conexão com a marca, transmitindo ética e transparência, fortalecendo o brand awareness (reconhecimento da marca) e, consequentemente, fidelizando o cliente. 

É necessário deixar claro que essa transformação de mentalidade nas estruturas corporativas, sociais e econômicas não acontece em um piscar de olhos. É uma mudança diária, feita no coletivo, através de iniciativas que envolvem todas as esferas de uma sociedade – da pública à privada, de dentro para fora das empresas e vice-versa. 

Entendendo esse cenário e vendo a necessidade de ações efetivas e tangíveis é que a Mubius WomenTech Ventures – a 1ª WomenTech do Brasil, se lançou no mercado no dia 08 de março de 2022.  

Somos uma das inúmeras iniciativas necessárias para gerar impacto e mudança nesta pauta. Entramos no mercado com o objetivo de apoiar e alavancar startups lideradas por mulheres e que têm em seu DNA o feminino como valor, ou seja, ideias e soluções positivas e benéficas para o mundo, relacionadas ao feminino. 

E então? Você concorda que a liderança feminina não é uma tendência e sim uma nova forma de entender e fazer negócios? Convido você a vir conosco e fazer essa transformação. 

Sobre a autora: Carolina Gilberti, é CEO da Mubius WomenTech Ventures, a primeira WomenTech do Brasil.  

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