Enaex 2014

A redução de custos para estimular o comércio exterior

Redação/ Assessoria
12/08/2014 11:49
A redução de custos para estimular o comércio exterior Imagem: Divulgação Enaex 2014 Visualizações: 74

 

A 33ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex) contou com dois dias de debates em que especialistas, autoridades governamentais e empresários abordaram os entraves e as propostas para a redução de custos no comércio exterior brasileiro.
O encontro reuniu cerca de 2.500 participantes no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.
A carga tributária elevada, burocracia excessiva, a infraestrutura ineficiente, além de um custo financeiro com elevadas taxas praticadas, foram os principais problemas indicados como entraves a um comércio internacional brasileiro mais eficiente, ágil e de baixo custo.
 
Painéis
O segundo dia da programação foi aberto com as discussões sobre as perspectivas para a evolução do comércio exterior de serviços.
Os debates apontaram que o Brasil precisa estar preparado para negociar serviços, visando expandir as exportações.
O financiamento e garantias às exportações para alavancar a competitividade também foram tema de debates, que mostrou que há necessidade de se aumentar a participação de instituições privadas para alavancar o financiamento das exportações brasileiras, hoje muito concentradas no BNDES.
A superação dos gargalos da logística de transportes para reduzir custos foi outro tema que pautou os debates.
O investimento em infraestrutura, a integração entre os diversos modais e estabilidade regulatória foram indicados como fundamentais para uma logística eficiente e de baixo custo.
O secretário-executivo da Camex, André Alvim, encerrou os trabalhos do segundo dia do Enaex 2014 apresentando uma palestra sobre a agenda do órgão em prol da competitividade do comércio exterior brasileiro.
Participaram ainda dessa mesa o presidente da AEB, José Augusto de Castro, que fez um resumo das propostas do Enaex 2014; e José Augusto Fernandes, diretor da CNI, presidente da Funcex e vice-presidente da AEB, que falou sobre a relevância da Camex na agenda da competitividade do comércio exterior brasileiro.

A 33ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex) contou com dois dias de debates em que especialistas, autoridades governamentais e empresários abordaram os entraves e as propostas para a redução de custos no comércio exterior brasileiro.

O encontro reuniu cerca de 2.500 participantes no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

A carga tributária elevada, burocracia excessiva, a infraestrutura ineficiente, além de um custo financeiro com elevadas taxas praticadas, foram os principais problemas indicados como entraves a um comércio internacional brasileiro mais eficiente, ágil e de baixo custo.
 
Painéis

O segundo dia da programação foi aberto com as discussões sobre as perspectivas para a evolução do comércio exterior de serviços.

Os debates apontaram que o Brasil precisa estar preparado para negociar serviços, visando expandir as exportações.

O financiamento e garantias às exportações para alavancar a competitividade também foram tema de debates, que mostrou que há necessidade de se aumentar a participação de instituições privadas para alavancar o financiamento das exportações brasileiras, hoje muito concentradas no BNDES.

A superação dos gargalos da logística de transportes para reduzir custos foi outro tema que pautou os debates.

O investimento em infraestrutura, a integração entre os diversos modais e estabilidade regulatória foram indicados como fundamentais para uma logística eficiente e de baixo custo.

O secretário-executivo da Camex, André Alvim, encerrou os trabalhos do segundo dia do Enaex 2014 apresentando uma palestra sobre a agenda do órgão em prol da competitividade do comércio exterior brasileiro.

Participaram ainda dessa mesa o presidente da AEB, José Augusto de Castro, que fez um resumo das propostas do Enaex 2014; e José Augusto Fernandes, diretor da CNI, presidente da Funcex e vice-presidente da AEB, que falou sobre a relevância da Camex na agenda da competitividade do comércio exterior brasileiro.

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