Energia
O presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, divulgou os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2010, do grupo ligado aos setores de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica. Britaldo adiantou que a empresa irá construir uma usina termelétrica a gás natural com
RedaçãoO presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, divulgou os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2010, do grupo ligado aos setores de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica. O grupo também possui participação no setor de telecomunicações.
Segunto Britaldo, nestes primeiros três meses foram investidos R$164 milhões de um total previso de R$1,1 bilhão até dezembro deste ano. Este valor é 6,6% maior do que o investido no mesmo período do ano passado. A receita líquida da companhia ficou em R$3,1 bilhões, com lucro líquido de R$300 milhões.
Sobre a companhia paulista de energia Eletropaulo, o presidente da AES Brasil informou que os investimentos serão focados na expansão do sistema e no atendimento ao consumidor. O lucro da empresa também aumentou na comparação com o mesmo período de 2009, com ganhos de R$157 milhões. Já a AES Tietê distribuiu 1979 MW médios, volume 55% maior que no ano passado.
No sul há projeções de importantes investimentos. A AES Sul tem programados a aplicação de R$257 milhões, sendo que 70% destes recursos serão destinados à manutenção e expansão, incluindo programas como o Luz para Todos, do Governo Federal.
A grande incógnita da AES Brasil é em relação a usina térmica a gás de Uruguaiana, que encontra-se fora de operação devido a problemas de suprimento do combustível, proveniente da Argentina. Em fase de descontratação, a usina que possuía 60 funcionários hoje mantém apenas 15, para preservar o patrimônio até que a situação no país vizinho volte ao normal e ela possa voltar a funcionar.
Ele adiantou ainda que está em fase de licenciamento uma usina termelérica a gás natural, sem local definido no momento, para geração de 550 MW, no valor de US$500 milhões. Além disso, a companhia tem estudos para novas usinas hidrelétricas, fora do Estado de São Paulo, já que a região não tem mais potencial para novos empreendimentos.
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