Cabotagem

Aliança investe R$ 250 milhões em novos navios de cabotagem

Redação/ Assessoria
22/09/2014 14:10
Aliança investe R$ 250 milhões em novos navios de cabotagem Imagem: Divulgação Dfreire Comunicação e Negócios. Visualizações: 1282

 

A Aliança Navegação e Logística finalizará, em setembro, a renovação completa de sua frota de navios que operam na cabotagem. A empresa investiu R$ 250 milhões na compra de dois porta-contêineres com capacidade para 4.800 contêineres, que já entraram em operação no serviço. Eles carregam no casco uma homenagem aos grandes navegadores, o português Bartolomeu Dias, e o espanhol Vicente Pinzón. 
Cada navio conta também com 650 tomadas para contêineres refrigerados, e foram construídos no estaleiro Shanghai Shipyard, na China. Considerados os maiores porta-contêineres em operação na cabotagem, o “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” se unirão aos outros 9 navios da empresa que fazem o serviço, reforçando o atendimento em 14 portos, de Buenos Aires até Manaus, com um total de 124 escalas mensais. 
“Acreditamos no Brasil e investimos constantemente para dar suporte ao crescimento das cadeias logísticas nacionais com um modal mais sustentável e econômico. As mudanças no serviço de cabotagem refletem um aumento entre 35% na capacidade de transporte nas três rotas de cabotagem da empresa”, afirma Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança Navegação e Logística. 
Segundo o executivo, com esse investimento, a empresa demonstra o seu compromisso com a navegação brasileira e com o atendimento à demanda dos clientes. “Temos a perspectiva de encerrar 2014 com um aumento de 20% na movimentação de cabotagem”, explica. 
O “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” são equipados com a mais moderna tecnologia para segurança da tripulação e da carga, além de serem sustentavelmente mais corretos, consumindo 60% menos combustível por contêiner carregado em comparação com outros navios, o que tem um impacto positivo no meio ambiente, bem como no custo operacional. 
Thomas ressalta ainda que o custo logístico utilizando a cabotagem é em média de 10% a 15% menor do que o do transporte rodoviário, e possui um índice muito baixo de sinistralidade e avaria da carga. 
Para exemplificar o componente ambiental, a movimentação da Aliança na cabotagem de 1999 até 2013 foi próxima a 2 milhões de contêineres, o que equivale a 1,2 milhão de caminhões a menos nas estradas. Enquanto um caminhão é responsável pela emissão de 50 gramas de CO2 por tonelada por quilômetros, o navio libera na atmosfera 15 gramas por tonelada por quilômetro. Esta diferença equivale à redução de 1,5 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera desde 2009.
“Para 2015, disponibilizaremos relatórios que informarão aos clientes sobre a emissão de CO2, auxiliando em seus programas de redução da liberação de gases de efeito estufa na atmosfera. Isso será feito através do projeto GLEM (GL-Emission Manager), que já está em fase de testes nos navios da cabotagem. Assim, queremos provar e comprovar o nosso comprometimento com a preservação do meio ambiente”, ressalta. 
A empresa continua com o firme objetivo de construir navios porta-contêineres no Brasil em seu planejamento de capacidade de médio prazo. Porém, como resultado da alta utilização dos estaleiros nacionais pela indústria de petróleo e gás, foi necessário atender a demanda imediata do mercado com a importação. 
“Queríamos muito, e lutamos até o último momento para construir no Brasil. E esse é o único ponto negativo em todo o processo, já que não foi possível concretizar, devido à falta de capacidade dos estaleiros atenderem à demanda em tempo. Porém, já estamos em fase de planejamento para a continuidade da renovação da frota com a construção de mais quatro navios no mercado nacional até 2018”, finaliza.

A Aliança Navegação e Logística finalizará, em setembro, a renovação completa de sua frota de navios que operam na cabotagem.

A empresa investiu R$ 250 milhões na compra de dois porta-contêineres com capacidade para 4.800 contêineres, que já entraram em operação no serviço. Eles carregam no casco uma homenagem aos grandes navegadores, o português Bartolomeu Dias, e o espanhol Vicente Pinzón. 

Cada navio conta também com 650 tomadas para contêineres refrigerados, e foram construídos no estaleiro Shanghai Shipyard, na China. Considerados os maiores porta-contêineres em operação na cabotagem, o “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” se unirão aos outros 9 navios da empresa que fazem o serviço, reforçando o atendimento em 14 portos, de Buenos Aires até Manaus, com um total de 124 escalas mensais. 

“Acreditamos no Brasil e investimos constantemente para dar suporte ao crescimento das cadeias logísticas nacionais com um modal mais sustentável e econômico. As mudanças no serviço de cabotagem refletem um aumento entre 35% na capacidade de transporte nas três rotas de cabotagem da empresa”, afirma Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança Navegação e Logística. 

Segundo o executivo, com esse investimento, a empresa demonstra o seu compromisso com a navegação brasileira e com o atendimento à demanda dos clientes. “Temos a perspectiva de encerrar 2014 com um aumento de 20% na movimentação de cabotagem”, explica. 

O “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” são equipados com a mais moderna tecnologia para segurança da tripulação e da carga, além de serem sustentavelmente mais corretos, consumindo 60% menos combustível por contêiner carregado em comparação com outros navios, o que tem um impacto positivo no meio ambiente, bem como no custo operacional. 

Thomas ressalta ainda que o custo logístico utilizando a cabotagem é em média de 10% a 15% menor do que o do transporte rodoviário, e possui um índice muito baixo de sinistralidade e avaria da carga. 

Para exemplificar o componente ambiental, a movimentação da Aliança na cabotagem de 1999 até 2013 foi próxima a 2 milhões de contêineres, o que equivale a 1,2 milhão de caminhões a menos nas estradas.

Enquanto um caminhão é responsável pela emissão de 50 gramas de CO2 por tonelada por quilômetros, o navio libera na atmosfera 15 gramas por tonelada por quilômetro. Esta diferença equivale à redução de 1,5 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera desde 2009.

“Para 2015, disponibilizaremos relatórios que informarão aos clientes sobre a emissão de CO2, auxiliando em seus programas de redução da liberação de gases de efeito estufa na atmosfera. Isso será feito através do projeto GLEM (GL-Emission Manager), que já está em fase de testes nos navios da cabotagem. Assim, queremos provar e comprovar o nosso comprometimento com a preservação do meio ambiente”, ressalta. 

A empresa continua com o firme objetivo de construir navios porta-contêineres no Brasil em seu planejamento de capacidade de médio prazo.

Porém, como resultado da alta utilização dos estaleiros nacionais pela indústria de petróleo e gás, foi necessário atender a demanda imediata do mercado com a importação. 

“Queríamos muito, e lutamos até o último momento para construir no Brasil. E esse é o único ponto negativo em todo o processo, já que não foi possível concretizar, devido à falta de capacidade dos estaleiros atenderem à demanda em tempo.

Porém, já estamos em fase de planejamento para a continuidade da renovação da frota com a construção de mais quatro navios no mercado nacional até 2018”, finaliza.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Meio Ambiente
Norsul reduz emissões de 13 mil toneladas de CO₂ com tec...
14/08/26
ANP
Participação Especial: valores referentes à produção do ...
14/08/26
Firjan
BR Offshore apresenta na Firjan Norte Fluminense projeto...
14/08/26
Evento
Portos de Imbituba e Laguna apresentam potencial logísti...
13/08/26
Descomissionamento
Descomissionamento: ANP realiza audiência pública sobre ...
13/08/26
Terminais
Ultracargo finaliza investimentos em melhorias no termin...
11/08/26
Bacia de Sergipe-Alagoas
Siemens Energy expande atuação no offshore brasileiro co...
10/08/26
PPSA
8º Leilão Spot: PPSA comercializa cargas de Búzios e de ...
10/08/26
Resultado
Petrobras lucra R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre de 2026
07/08/26
Margem Equatorial
Firjan SENAI leva para o Amapá o programa Rede de Oportu...
07/08/26
Bacia de Santos
Oil States assina contrato para fabricação dos Jumpers R...
06/08/26
Internacional
Tarifaço EUA, Firjan Internacional elabora cartilha de a...
06/08/26
Bacia de Campos
Projeto Raia avança com novos marcos em um dos principai...
06/08/26
Drilling
Foresea completa 3 anos de liderança com frota contratad...
05/08/26
SOG 2026
SOG26 supera a edição anterior e reforça o papel estrat...
03/08/26
Pessoas
Shell Brasil inicia novo ciclo de liderança com João San...
03/08/26
Offshore
NUCLEP realiza novas entregas de estacas torpedo para a ...
03/08/26
PPSA
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
30/07/26
SOG 2026
Benel apresenta práticas de segurança e gestão de resídu...
30/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 começa com foco em investimentos,...
30/07/26
Logística
Porto de Imbituba recebe navio porta-contêineres de 336 ...
27/07/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.