Cabotagem

Aliança investe R$ 250 milhões em novos navios de cabotagem

Redação/ Assessoria
22/09/2014 14:10
Aliança investe R$ 250 milhões em novos navios de cabotagem Imagem: Divulgação Dfreire Comunicação e Negócios. Visualizações: 1463

 

A Aliança Navegação e Logística finalizará, em setembro, a renovação completa de sua frota de navios que operam na cabotagem. A empresa investiu R$ 250 milhões na compra de dois porta-contêineres com capacidade para 4.800 contêineres, que já entraram em operação no serviço. Eles carregam no casco uma homenagem aos grandes navegadores, o português Bartolomeu Dias, e o espanhol Vicente Pinzón. 
Cada navio conta também com 650 tomadas para contêineres refrigerados, e foram construídos no estaleiro Shanghai Shipyard, na China. Considerados os maiores porta-contêineres em operação na cabotagem, o “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” se unirão aos outros 9 navios da empresa que fazem o serviço, reforçando o atendimento em 14 portos, de Buenos Aires até Manaus, com um total de 124 escalas mensais. 
“Acreditamos no Brasil e investimos constantemente para dar suporte ao crescimento das cadeias logísticas nacionais com um modal mais sustentável e econômico. As mudanças no serviço de cabotagem refletem um aumento entre 35% na capacidade de transporte nas três rotas de cabotagem da empresa”, afirma Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança Navegação e Logística. 
Segundo o executivo, com esse investimento, a empresa demonstra o seu compromisso com a navegação brasileira e com o atendimento à demanda dos clientes. “Temos a perspectiva de encerrar 2014 com um aumento de 20% na movimentação de cabotagem”, explica. 
O “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” são equipados com a mais moderna tecnologia para segurança da tripulação e da carga, além de serem sustentavelmente mais corretos, consumindo 60% menos combustível por contêiner carregado em comparação com outros navios, o que tem um impacto positivo no meio ambiente, bem como no custo operacional. 
Thomas ressalta ainda que o custo logístico utilizando a cabotagem é em média de 10% a 15% menor do que o do transporte rodoviário, e possui um índice muito baixo de sinistralidade e avaria da carga. 
Para exemplificar o componente ambiental, a movimentação da Aliança na cabotagem de 1999 até 2013 foi próxima a 2 milhões de contêineres, o que equivale a 1,2 milhão de caminhões a menos nas estradas. Enquanto um caminhão é responsável pela emissão de 50 gramas de CO2 por tonelada por quilômetros, o navio libera na atmosfera 15 gramas por tonelada por quilômetro. Esta diferença equivale à redução de 1,5 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera desde 2009.
“Para 2015, disponibilizaremos relatórios que informarão aos clientes sobre a emissão de CO2, auxiliando em seus programas de redução da liberação de gases de efeito estufa na atmosfera. Isso será feito através do projeto GLEM (GL-Emission Manager), que já está em fase de testes nos navios da cabotagem. Assim, queremos provar e comprovar o nosso comprometimento com a preservação do meio ambiente”, ressalta. 
A empresa continua com o firme objetivo de construir navios porta-contêineres no Brasil em seu planejamento de capacidade de médio prazo. Porém, como resultado da alta utilização dos estaleiros nacionais pela indústria de petróleo e gás, foi necessário atender a demanda imediata do mercado com a importação. 
“Queríamos muito, e lutamos até o último momento para construir no Brasil. E esse é o único ponto negativo em todo o processo, já que não foi possível concretizar, devido à falta de capacidade dos estaleiros atenderem à demanda em tempo. Porém, já estamos em fase de planejamento para a continuidade da renovação da frota com a construção de mais quatro navios no mercado nacional até 2018”, finaliza.

A Aliança Navegação e Logística finalizará, em setembro, a renovação completa de sua frota de navios que operam na cabotagem.

A empresa investiu R$ 250 milhões na compra de dois porta-contêineres com capacidade para 4.800 contêineres, que já entraram em operação no serviço. Eles carregam no casco uma homenagem aos grandes navegadores, o português Bartolomeu Dias, e o espanhol Vicente Pinzón. 

Cada navio conta também com 650 tomadas para contêineres refrigerados, e foram construídos no estaleiro Shanghai Shipyard, na China. Considerados os maiores porta-contêineres em operação na cabotagem, o “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” se unirão aos outros 9 navios da empresa que fazem o serviço, reforçando o atendimento em 14 portos, de Buenos Aires até Manaus, com um total de 124 escalas mensais. 

“Acreditamos no Brasil e investimos constantemente para dar suporte ao crescimento das cadeias logísticas nacionais com um modal mais sustentável e econômico. As mudanças no serviço de cabotagem refletem um aumento entre 35% na capacidade de transporte nas três rotas de cabotagem da empresa”, afirma Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança Navegação e Logística. 

Segundo o executivo, com esse investimento, a empresa demonstra o seu compromisso com a navegação brasileira e com o atendimento à demanda dos clientes. “Temos a perspectiva de encerrar 2014 com um aumento de 20% na movimentação de cabotagem”, explica. 

O “Bartolomeu Dias” e o “Vicente Pinzón” são equipados com a mais moderna tecnologia para segurança da tripulação e da carga, além de serem sustentavelmente mais corretos, consumindo 60% menos combustível por contêiner carregado em comparação com outros navios, o que tem um impacto positivo no meio ambiente, bem como no custo operacional. 

Thomas ressalta ainda que o custo logístico utilizando a cabotagem é em média de 10% a 15% menor do que o do transporte rodoviário, e possui um índice muito baixo de sinistralidade e avaria da carga. 

Para exemplificar o componente ambiental, a movimentação da Aliança na cabotagem de 1999 até 2013 foi próxima a 2 milhões de contêineres, o que equivale a 1,2 milhão de caminhões a menos nas estradas.

Enquanto um caminhão é responsável pela emissão de 50 gramas de CO2 por tonelada por quilômetros, o navio libera na atmosfera 15 gramas por tonelada por quilômetro. Esta diferença equivale à redução de 1,5 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera desde 2009.

“Para 2015, disponibilizaremos relatórios que informarão aos clientes sobre a emissão de CO2, auxiliando em seus programas de redução da liberação de gases de efeito estufa na atmosfera. Isso será feito através do projeto GLEM (GL-Emission Manager), que já está em fase de testes nos navios da cabotagem. Assim, queremos provar e comprovar o nosso comprometimento com a preservação do meio ambiente”, ressalta. 

A empresa continua com o firme objetivo de construir navios porta-contêineres no Brasil em seu planejamento de capacidade de médio prazo.

Porém, como resultado da alta utilização dos estaleiros nacionais pela indústria de petróleo e gás, foi necessário atender a demanda imediata do mercado com a importação. 

“Queríamos muito, e lutamos até o último momento para construir no Brasil. E esse é o único ponto negativo em todo o processo, já que não foi possível concretizar, devido à falta de capacidade dos estaleiros atenderem à demanda em tempo.

Porém, já estamos em fase de planejamento para a continuidade da renovação da frota com a construção de mais quatro navios no mercado nacional até 2018”, finaliza.

 

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