Previsão

Analistas de mercado reduzem para 1,16% previsão de crescimento da economia

Redução acontece pela quarta semana consecutiva.

Agência Brasil
23/06/2014 12:48
Visualizações: 848

 

Pela quarta semana seguida, as instituições financeiras reduziram as estimativas de crescimento da economia brasileira neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado divulgada pelo Banco Central, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) caiu para 1,16% em 2014, contra 1,24% registrado na semana passada.
As projeções para o próximo ano também pioraram. A previsão de crescimento do PIB para 2015 passou de 1,73% para 1,5%. A indústria deve ser um dos principais fatores que puxarão a desaceleração da economia. De acordo com a pesquisa, a estimativa de variação da produção industrial ficou em -0,14% para 2014. No boletim anterior, as instituições financeiras projetavam alta de 0,51%.
Para a inflação, a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 6,46%. Em relação à Selic (juros básicos da economia), as instituições apostam que a taxa continuará em 11% ao ano até o fim de 2014. Fixada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, a taxa Selic está nesse nível desde abril.

Pela quarta semana seguida, as instituições financeiras reduziram as estimativas de crescimento da economia brasileira neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado divulgada pelo Banco Central, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) caiu para 1,16% em 2014, contra 1,24% registrado na semana passada.

As projeções para o próximo ano também pioraram. A previsão de crescimento do PIB para 2015 passou de 1,73% para 1,5%. A indústria deve ser um dos principais fatores que puxarão a desaceleração da economia. De acordo com a pesquisa, a estimativa de variação da produção industrial ficou em -0,14% para 2014. No boletim anterior, as instituições financeiras projetavam alta de 0,51%.

Para a inflação, a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 6,46%. Em relação à Selic (juros básicos da economia), as instituições apostam que a taxa continuará em 11% ao ano até o fim de 2014. Fixada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, a taxa Selic está nesse nível desde abril.

 

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