Energia

Aneel abre audiência pública sobre distribuidoras do Grupo Rede

Em agosto de 2012, foi decretada a intervenção nas concessionárias.

Valor Online
19/11/2013 16:43
Visualizações: 597

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira abrir audiência pública sobre o plano de recuperação e correção das falhas operacionais das distribuidoras do Grupo Rede. Em agosto de 2012, a agência decretou a intervenção nas concessionárias, devido ao alto nível de endividamento que levou o grupo a ingressar com um pedido de recuperação judicial.
EBC
Os dados financeiros e operacionais, além das análises preliminares da Aneel, permanecerão disponíveis para consulta e envio de contribuições do setor a partir de amanhã até o dia 29 de novembro. 
As distribuidoras envolvidas são: Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins), Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat), Companhia Força e Luz do Oeste (CFLO), Empresa Elétrica Bragantina (EEB), Caiuá Distribuição de Energia (Caiuá), Companhia Nacional de Energia (CNEE), Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) e Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema (EDEVP).
De acordo com o diretor da Aneel José Jurhosa Junior, a atual situação econômica e financeira das distribuidoras sob intervenção “permanece delicada”.
Ao decidir sobre a intervenção nas distribuidoras do Grupo Rede, a Aneel considerou que a inadimplência elevada com obrigações setoriais e tributárias oferecia “risco de contágio sistêmico” de todo o grupo, o que foi agravado com o pedido de recuperação judicial ajuizado pela Celpa, em fevereiro de 2012.
Entre os dados a serem analisados estão as informações prestada pelo grupo Energisa, que entrou este ano com pedido e proposta para assumir o controle dos ativos do Grupo Rede. Em contrapartida, está previsto aporte de recursos para reverter a situação de endividamento e déficit em eficiência operacional das distribuidoras.
Segundo Jurhosa, relator do processo de abertura de audiência pública, a Energisa declarou ter créditos aprovados de R$ 1,8 bilhão para a operação, sendo que mais R$ 1 bilhão deveria ser contratado para substituição e mudança do perfil da dívida nas distribuidoras. Além disso, a empresa se comprometeu com o aumento de capital privado de, pelo menos, R$ 500 milhões na primeira fase do plano.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (19) abrir audiência pública sobre o plano de recuperação e correção das falhas operacionais das distribuidoras do Grupo Rede. Em agosto de 2012, a agência decretou a intervenção nas concessionárias, devido ao alto nível de endividamento que levou o grupo a ingressar com um pedido de recuperação judicial.

Os dados financeiros e operacionais, além das análises preliminares da Aneel, permanecerão disponíveis para consulta e envio de contribuições do setor a partir de amanhã até o dia 29 de novembro. 

As distribuidoras envolvidas são: Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins), Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat), Companhia Força e Luz do Oeste (CFLO), Empresa Elétrica Bragantina (EEB), Caiuá Distribuição de Energia (Caiuá), Companhia Nacional de Energia (CNEE), Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) e Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema (EDEVP).

De acordo com o diretor da Aneel José Jurhosa Junior, a atual situação econômica e financeira das distribuidoras sob intervenção “permanece delicada”.

Ao decidir sobre a intervenção nas distribuidoras do Grupo Rede, a Aneel considerou que a inadimplência elevada com obrigações setoriais e tributárias oferecia “risco de contágio sistêmico” de todo o grupo, o que foi agravado com o pedido de recuperação judicial ajuizado pela Celpa, em fevereiro de 2012.

Entre os dados a serem analisados estão as informações prestada pelo grupo Energisa, que entrou este ano com pedido e proposta para assumir o controle dos ativos do Grupo Rede. Em contrapartida, está previsto aporte de recursos para reverter a situação de endividamento e déficit em eficiência operacional das distribuidoras.

Segundo Jurhosa, relator do processo de abertura de audiência pública, a Energisa declarou ter créditos aprovados de R$ 1,8 bilhão para a operação, sendo que mais R$ 1 bilhão deveria ser contratado para substituição e mudança do perfil da dívida nas distribuidoras. Além disso, a empresa se comprometeu com o aumento de capital privado de, pelo menos, R$ 500 milhões na primeira fase do plano.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Biometano
Biometano em foco com debate sobre crédito, regulação e ...
12/02/26
Pessoas
Mario Ferreira é o novo gerente comercial da Wiz Corporate
11/02/26
Resultado
Portos brasileiros movimentam 1,4 bilhão de toneladas em...
10/02/26
Energia Elétrica
Lançamento de chamada do Lab Procel II reforça o Rio com...
10/02/26
Energia Elétrica
Prime Energy firma novo contrato com o Hotel Villa Rossa...
10/02/26
Energia Elétrica
ABGD apresenta à ANEEL estudo técnico sobre impactos da ...
09/02/26
Tecnologia e Inovação
Brasil estrutura marco normativo para gêmeos digitais e ...
07/02/26
PD&I
Firjan SENAI SESI traz primeira edição do "Finep pelo Br...
06/02/26
Bacia de Campos
Em janeiro, BRAVA Energia renova recorde de produção em ...
06/02/26
Pessoas
Mauricio Fernandes Teixeira é o novo vice-presidente exe...
06/02/26
Internacional
Petrobras fica com 42,5% de bloco exploratório offshore ...
06/02/26
Sergipe Oil & Gas 2026
Ampliação de espaço no Sergipe Oil & Gas vai garantir ma...
05/02/26
Resultado
Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e ...
05/02/26
Descomissionamento
ONIP apresenta ao Governo Federal propostas para transfo...
04/02/26
Pessoas
Daniela Lopes Coutinho é a nova vice-presidente executiv...
04/02/26
Resultado
Com 4,897 milhões boe/d, produção de petróleo e gás em 2...
03/02/26
Pré-Sal
Três FPSOs operados pela MODEC fecharam 2025 entre os 10...
03/02/26
Pré-Sal
Shell dá boas-vindas à KUFPEC como parceira no Projeto O...
03/02/26
Gás Natural
GNLink recebe autorização da ANP e inicia operação da pr...
02/02/26
Gás Natural
Firjan percebe cenário positivo com redução nos preços d...
02/02/26
Etanol
Anidro e hidratado fecham mistos na última semana de jan...
02/02/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.