Enseada Indústria Naval

Bancada Federal Baiana é convocada para defesa da indústria naval

Objetivo do evento é debater o atual cenário de crise vivido pela indústria naval brasileira.

Redação / Assessoria
19/05/2015 11:14
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A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) vai promover, no dia 25 de maio, às 13h30, em sua sede, no bairro do Stiep, em Salvador, o “Encontro com a Bancada Federal Baiana em Defesa da Enseada Indústria Naval”. O evento tem como objetivo debater o atual cenário de crise vivido pela indústria naval brasileira, com foco no projeto Enseada, em implantação na cidade de Maragojipe, no Recôncavo Baiano. Para isso, foram convidados pela FIEB os três senadores baianos, os 39 deputados federais eleitos pelo Estado, representantes dos governos estadual e federal, da Confederação Nacional da Indústria, além de prefeitos das cidades de Maragojipe, Salinas da Margarida, Saubara, Santo Antônio de Jesus e Nazaré.

O estaleiro da Enseada atingiu 82% de avanço físico das suas obras de construção, mas em novembro foi atingido pela crise de liquidez na indústria naval, acarretando a demissão de mais de 5 mil trabalhadores em apenas quatro meses. “Os impactos sociais na região são devastadores, noticiados pela imprensa nacional como uma ‘depressão econômica’ sem precedentes, especialmente, nos municípios de Maragojipe, Salinas da Margarida, Saubara, Santo Antônio e Nazaré”, afirmou Ricardo Alban, presidente da FIEB.

Em nota recentemente divulgada, o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) informou que “há serviços executados pelos estaleiros associados referentes a contratos assinados que, embora já tenham sido performados e medidos, não foram pagos nas épocas previstas nos cronogramas”. O Sinaval indicou que “as dificuldades financeiras na Sete Brasil estão levando os estaleiros a enfrentar uma crise sistêmica, com paralisações de obras e prejuízos aos investimentos já realizados, e, até mesmo, de perda de milhares de empregos gerados pelas atividades dos estaleiros”.

Ainda segundo o presidente da FIEB, o consórcio responsável pela construção do estaleiro encerrou suas atividades civis e, por sua vez, a Enseada também já paralisou suas atividades industriais. “O cenário é preocupante e indica a necessidade de forte apoio político em nível Federal. Estamos juntos às autoridades políticas baianas com o objetivo de assegurar a continuidade da expansão, o aperfeiçoamento do setor da construção naval e o fortalecimento da política de conteúdo local”, ponderou Alban.

Sobre a Enseada na Bahia

A Enseada Indústria Naval atua na construção e integração de unidades offshore, como plataformas, FPSOs e sondas de perfuração. Com 1,6 milhão de metros quadrados de área em Maragojipe, dos quais 400 mil destinados à preservação ambiental, a Enseada já é considerada um dos maiores empreendimentos do país.

Os investimentos que estão sendo feitos pela empresa na Bahia são da ordem de R$ 3,2 bilhões e sua carteira de clientes tem a Sete Brasil, com um contrato de US$ 4,8 bilhões, e a Petrobras, com um contrato de US$ 1,7 bilhão. Quando estiver operando a plena capacidade, o empreendimento poderá processar inicialmente 72 mil toneladas de aço por ano, construindo navios de alta especialização que poderão ser fabricados, simultaneamente, gerando 12 mil empregos diretos e indiretos com significativo percentual de mão-de-obra local. A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) vai promover, no dia 25 de maio, às 13h30, em sua sede, no bairro do Stiep, em Salvador, o “Encontro com a Bancada Federal Baiana em Defesa da Enseada Indústria Naval”. O evento tem como objetivo debater o atual cenário de crise vivido pela indústria naval brasileira, com foco no projeto Enseada, em implantação na cidade de Maragojipe, no Recôncavo Baiano. Para isso, foram convidados pela FIEB os três senadores baianos, os 39 deputados federais eleitos pelo Estado, representantes dos governos estadual e federal, da Confederação Nacional da Indústria, além de prefeitos das cidades de Maragojipe, Salinas da Margarida, Saubara, Santo Antônio de Jesus e Nazaré.

O estaleiro da Enseada atingiu 82% de avanço físico das suas obras de construção, mas em novembro foi atingido pela crise de liquidez na indústria naval, acarretando a demissão de mais de 5 mil trabalhadores em apenas quatro meses. “Os impactos sociais na região são devastadores, noticiados pela imprensa nacional como uma ‘depressão econômica’ sem precedentes, especialmente, nos municípios de Maragojipe, Salinas da Margarida, Saubara, Santo Antônio e Nazaré”, afirmou Ricardo Alban, presidente da FIEB.

Em nota recentemente divulgada, o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) informou que “há serviços executados pelos estaleiros associados referentes a contratos assinados que, embora já tenham sido performados e medidos, não foram pagos nas épocas previstas nos cronogramas”. O Sinaval indicou que “as dificuldades financeiras na Sete Brasil estão levando os estaleiros a enfrentar uma crise sistêmica, com paralisações de obras e prejuízos aos investimentos já realizados, e, até mesmo, de perda de milhares de empregos gerados pelas atividades dos estaleiros”.

Ainda segundo o presidente da FIEB, o consórcio responsável pela construção do estaleiro encerrou suas atividades civis e, por sua vez, a Enseada também já paralisou suas atividades industriais. “O cenário é preocupante e indica a necessidade de forte apoio político em nível Federal. Estamos juntos às autoridades políticas baianas com o objetivo de assegurar a continuidade da expansão, o aperfeiçoamento do setor da construção naval e o fortalecimento da política de conteúdo local”, ponderou Alban.

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