OPEP

Barril registra três altas seguidas e fecha semana cotado a US$ 63,43

O preço do petróleo WTI subiu 1,5% sexta-feira, e fechou a semana acima de US$ 63 em Nova York, depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidir na quinta-feira realizar o segundo corte de produção em menos de dois meses.

Gazeta Mercantil
18/12/2006 00:00
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O preço do petróleo WTI subiu 1,5% sexta-feira, e fechou a semana acima de US$ 63 em Nova York, depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidir na quinta-feira realizar o segundo corte de produção em menos de dois meses. Ao fim da sessão regular na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos para entrega em janeiro ficaram em US$ 63,43 por barril, uma alta de US$ 0,92 em comparação com o preço anterior.

O petróleo WTI não superava os US$ 63 no fechamento desde 1º de dezembro. O barril deste tipo de petróleo ficou US$ 2,21 mais caro (3,5%) desde segunda-feira, e registrou alta nos três últimos pregões.

Os preços dos contratos de gasolina para janeiro aumentaram em cerca de US$ 0,02, para US$ 1,6863 por galão (3,78 litros). O gasóleo de calefação para o mesmo mês se manteve em um nível similar ao do dia anterior, ficando em US$ 1,7817 por galão. O gás natural para janeiro fechou a semana em US$ 7,40 por mil pés cúbicos, após perder US$ 0,15 em relação ao preço da véspera.

O petróleo Brent, de referência na Europa, fechou em alta hoje no mercado futuro de Londres, cotado a US$ 63,49.

Na bolsa de Londres, o barril do Brent para entrega em fevereiro, subiu US$ 1,32, e fechou a semana cotado a US$ 63,49.

A tendência de alta no preço do petróleo começou na quarta-feira, logo após o mercado constatar que as reservas diminuíram em 4,3 milhões de barris na última semana. No entanto, o total de 335,4 milhões é quase 4% superior ao volume armazenado há um ano. 
A diminuição das reservas e o fato de o preço internacional do petróleo se manter acima de US$ 60 praticamente desde o final de novembro, não evitaram que a Opep aprovasse um novo corte de produção, desta vez de 500 mil barris, a partir de 1º de fevereiro.

Fonte: Gazeta Mercantil

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