Tecnologia e Inovação

Brasil terá supercomputador para óleo e gás

Projeto custará cerca de US$ 32,1 milhões.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
20/09/2013 15:38
Brasil terá supercomputador para óleo e gás Imagem: Carol Garcia Visualizações: 2144

 

A companhia de óleo e gás BG Brasil é idealizadora e parceira no projeto de implantação do mais potente supercomputador da América do Sul. O equipamento voltado à pesquisa em geofísica vai receber investimento total de cerca de US$ 32,1 milhões, sendo US$ 21,7 milhões da BG Brasil. O projeto já foi submetido à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e também conta com a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Governo da Bahia, da Federação das Indústrias do Estado da (Fieb) e do Senai.
“O supercomputador resultará em um centro de excelência em imageamento sísmico e modelagem de nível internacional, contribuindo significativamente pra estudos em campos complexos de óleo e gás, como os do pré-sal”, afirma o presidente da BG Brasil Nelson Silva. “Esta é uma oportunidade ímpar para a indústria de óleo e gás brasileira, em linha com os interesses do país”, complementa o executivo.
O supercomputador faz parte da estratégia de tecnologia da BG Brasil, que prevê o investimento de cerca de US$ 30 milhões em pesquisa e desenvolvimento em 2013. Até 2025, o BG Group, do qual a BG Brasil faz parte, deve investir até US$ 2 bilhões em tecnologia no país.
O lançamento do projeto aconteceu em paralelo à cerimônia para anúncio do Centro de Supercomputação para Inovação Industrial pelo Senai Bahia. Estavam presentes a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard; o Secretário Estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação do Governado da Bahia, Paulo Câmera; o Presidente da Fieb, José Mascarenhas; o Secretário Executivo do MCTI, Luiz Antônio Rodrigues Elias; e o Presidente da BG Brasil, Nelson Silva.
Imageamento sísmico de ponta para óleo e gás
O supercomputador tem capacidade para realizar 300 a 400 trilhões de operações por segundo (TFlops). A prioridade é o estudo e aprimoramento da tecnologia chamada Full Waveform Inversion (FWI) para o processamento de dados sísmicos 3D e 4D de dimensões industriais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Serão colaboradores nas pesquisas a Universidade de British Columbia (Canadá) e a Imperial College London (Inglaterra), ambas referências mundiais em FWI.
A metodologia FWI está sendo utilizada na otimização de atividades de óleo e gás no mundo. O supercomputador deve ser implantado em janeiro de 2014 no Senai Cimatec (Salvador) e é imprescindível para aplicação dessa metodologia que possui capacidade de revolucionar a forma pela qual dados sísmicos são adquiridos e processados, reduzindo custos e o impacto ambiental da operação.

A companhia de óleo e gás BG Brasil é idealizadora e parceira no projeto de implantação do mais potente supercomputador da América do Sul. O equipamento voltado à pesquisa em geofísica vai receber investimento total de cerca de US$ 32,1 milhões, sendo US$ 21,7 milhões da BG Brasil. O projeto já foi submetido à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e também conta com a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Governo da Bahia, da Federação das Indústrias do Estado da (Fieb) e do Senai.


“O supercomputador resultará em um centro de excelência em imageamento sísmico e modelagem de nível internacional, contribuindo significativamente pra estudos em campos complexos de óleo e gás, como os do pré-sal”, afirma o presidente da BG Brasil Nelson Silva. “Esta é uma oportunidade ímpar para a indústria de óleo e gás brasileira, em linha com os interesses do país”, complementa o executivo.


O supercomputador faz parte da estratégia de tecnologia da BG Brasil, que prevê o investimento de cerca de US$ 30 milhões em pesquisa e desenvolvimento em 2013. Até 2025, o BG Group, do qual a BG Brasil faz parte, deve investir até US$ 2 bilhões em tecnologia no país.


O lançamento do projeto aconteceu em paralelo à cerimônia para anúncio do Centro de Supercomputação para Inovação Industrial pelo Senai Bahia. Estavam presentes a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard; o Secretário Estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação do Governado da Bahia, Paulo Câmera; o Presidente da Fieb, José Mascarenhas; o Secretário Executivo do MCTI, Luiz Antônio Rodrigues Elias; e o Presidente da BG Brasil, Nelson Silva.



Imageamento sísmico de ponta para óleo e gás


O supercomputador tem capacidade para realizar 300 a 400 trilhões de operações por segundo (TFlops). A prioridade é o estudo e aprimoramento da tecnologia chamada Full Waveform Inversion (FWI) para o processamento de dados sísmicos 3D e 4D de dimensões industriais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Serão colaboradores nas pesquisas a Universidade de British Columbia (Canadá) e a Imperial College London (Inglaterra), ambas referências mundiais em FWI.


A metodologia FWI está sendo utilizada na otimização de atividades de óleo e gás no mundo. O supercomputador deve ser implantado em janeiro de 2014 no Senai Cimatec (Salvador) e é imprescindível para aplicação dessa metodologia que possui capacidade de revolucionar a forma pela qual dados sísmicos são adquiridos e processados, reduzindo custos e o impacto ambiental da operação.

 

*Na foto (da esquerda para a direita): o secretário Executivo do MCTI, Luiz Antônio Rodrigues Elias; o senador Walter Pinheiro (PT-BA); o presidente da Fieb, José Mascarenhas; secretário Estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação do Governado da Bahia, Paulo Câmera; diretora-geral da ANP, Magda Chambriard; e o presidente da BG Brasil, Nelson Silva.

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