Energia

Brix ultrapassa a marca de 100 participantes em 9 meses de operações

Juntos, os consumidores que já aderiram à plataforma são responsáveis por uma carga superior a 4.000 MW médios, portanto, mais de 40% da carga de energia do Ambiente de Contratação Livre (ACL). Dentre os participantes, 37% são geradores, 35% consumidores e 28% comercializadores.

Redação
03/05/2012 14:08
Visualizações: 564
A Brix, plataforma eletrônica de negociação de energia elétrica, ultrapassou na semana passada a marca de 100 participantes, que equivalem a 220 agentes do Ambiente de Contratação Livre (ACL), também conhecido como Mercado Livre de Energia. Juntos, os consumidores que já aderiram à plataforma são responsáveis por uma carga superior a 4.000 MW médios, portanto, mais de 40% da carga de energia do ACL. Por outro lado, a capacidade instalada das empresas geradoras que já estão na plataforma soma 16.000 MW médios ou 160% da carga de energia do ACL.

Desde julho de 2011, quando a Brix efetivamente começou a operar, já foram negociados na plataforma um volume superior a 3.600.000 MWh em mais de 3.100 transações.

Dentre os participantes, 37% são geradores, 35% consumidores e 28% comercializadores. “É uma carteira bastante equilibrada o que propicia um ambiente favorável à negociação para todos os agentes com grande isonomia”, destaca Marcelo Mello, CEO da companhia.

Entre os consumidores que já estão na plataforma, 41% é do segmento de Mineração & Metais, 15% do setor de Químicos e Gases, 12% do setor de Papel & Celulose, 10% do setor Têxtil, enquanto outros 22% são de segmentos diversos.

“Este é um marco para o Mercado Livre de Energia como um todo. Inauguramos, junto com essas 100 empresas pioneiras, um novo modelo de negociação que permite maior transparência e eficiência transacional”, diz Mello. “Esse modelo inovador estabelece uma base sólida para os próximos desenvolvimentos de mercado, como a incorporação de instrumentos financeiros de gerenciamento de riscos que já são comumente utilizados por outros mercados de commodities e pelo próprio segmento de energia elétrica nos Estados Unidos, Europa e Ásia”, conclui o executivo.
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