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CEO da Rosneft se reúne com HRT, ANP e Petrobras

Até setembro, russa acumulou lucro de US$ 13,1 bilhões.

Valor Econômico
22/11/2013 09:50
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CEO da Rosneft se reúne com HRT, ANP e Petrobras
Sexta, 22 Novembro 2013 08:41
Indústria naval e Offshore
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Igor Sechin, presidente da gigante russa Rosneft, era esperado ontem à noite no Rio. Hoje estará na cidade para se reunir com a direção da brasileira HRT, empresa da qual a russa tem 45% das operações na Bacia do Solimões, na Amazônia. O executivo, que viaja protegido por forte esquema de segurança, também vai se encontrar com diretores da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e com o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli, apurou o Valor.
A visita de Sechin, que é muito próximo do presidente da Rússia, Vladimir Putin, indica que pode ser correta a expectativa de um acordo para aquisição antecipada de mais 10% da HRT no Solimões. Os 45% detidos hoje foram adquiridos em 2011 por US$ 1 bilhão e na época ficou estabelecido prazo de dois anos para exercício do direito de compra de mais 10%.
Sechin estava na Venezuela, onde se encontrou com o presidente da PDVSA, Rafael Ramirez, em um congresso petroleiro que reuniu empresas da Rússia e da Venezuela realizado na Ilha Margarita. A Rosneft é uma estatal que se tornou a maior empresa de energia da Rússia (onde disputa a supremacia com a Gazprom) depois de adquirir a TNK-BP no ano passado em um negócio avaliado em US$ 56 bilhões. Depois da fusão, a russa se tornou uma gigante com valor de mercado de US$ 77, 261 bilhões. Até setembro de 2013, a companhia russa acumula lucro líquido de US$ 13,1 bilhões e receitas de US$ 105,6 bilhões.
A partir de março deste ano, em meio ao processo de fusão da Rosneft com a TNK-BP, a HRT passou a ter dificuldades de receber os pagamentos referentes à participação da russa nos investimentos no Solimões. A HRT informou, na semana passada, que a russa pagou parte dos valores que devia à brasileira, cerca de R$ 35,8 milhões. Mas o Valor apurou que até o momento a Rosneft não honrou pagamentos que chegam a US$ 47 milhões.

Igor Sechin, presidente da gigante russa Rosneft, era esperado ontem à noite no Rio. Hoje estará na cidade para se reunir com a direção da brasileira HRT, empresa da qual a russa tem 45% das operações na Bacia do Solimões, na Amazônia. O executivo, que viaja protegido por forte esquema de segurança, também vai se encontrar com diretores da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e com o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli, apurou o Valor.

A visita de Sechin, que é muito próximo do presidente da Rússia, Vladimir Putin, indica que pode ser correta a expectativa de um acordo para aquisição antecipada de mais 10% da HRT no Solimões. Os 45% detidos hoje foram adquiridos em 2011 por US$ 1 bilhão e na época ficou estabelecido prazo de dois anos para exercício do direito de compra de mais 10%.

Sechin estava na Venezuela, onde se encontrou com o presidente da PDVSA, Rafael Ramirez, em um congresso petroleiro que reuniu empresas da Rússia e da Venezuela realizado na Ilha Margarita. A Rosneft é uma estatal que se tornou a maior empresa de energia da Rússia (onde disputa a supremacia com a Gazprom) depois de adquirir a TNK-BP no ano passado em um negócio avaliado em US$ 56 bilhões. Depois da fusão, a russa se tornou uma gigante com valor de mercado de US$ 77, 261 bilhões. Até setembro de 2013, a companhia russa acumula lucro líquido de US$ 13,1 bilhões e receitas de US$ 105,6 bilhões.

A partir de março deste ano, em meio ao processo de fusão da Rosneft com a TNK-BP, a HRT passou a ter dificuldades de receber os pagamentos referentes à participação da russa nos investimentos no Solimões. A HRT informou, na semana passada, que a russa pagou parte dos valores que devia à brasileira, cerca de R$ 35,8 milhões. Mas o Valor apurou que até o momento a Rosneft não honrou pagamentos que chegam a US$ 47 milhões.

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