Atividade Industrial

CNI indica retração maior do PIB em 2015

Agência Brasil
09/07/2015 14:48
CNI indica retração maior do PIB em 2015 Imagem: Divulgação Usiminas Visualizações: 647

Com a queda da atividade industrial e o aumento da inflação, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) e a atividade industrial para 2015. A previsão, segundo o relatório trimestral Informe Conjuntural, divulgado hoje (9), é que o PIB fechará o ano com retração de 1,6% e que o PIB industrial recue 3,8%.

No relatório divulgado em abril, a projeção para o ano era de retração de 1,2% no PIB e de 3,4% PIB industrial.

As previsões para 2015 indicam que a inflação ficará em 9,1%, estimativa acima do limite máximo da meta de 6,5% fixado pelo governo. “Esse dado está indicando claramente que este ano a meta não vai ser cumprida sequer no seu teto”, diz o gerente executivo de Políticas Econômicas da CNI, Flávio Castelo Branco.

O relatório prevê que o consumo das famílias diminuirá 1,2%, e taxa média de desemprego será de 6,7%. A estimativa é que os investimentos caiam 7,7%.

Pelas projeções da CNI, a retração de 3,8% do PIB da indústria em 2015 resultará das quedas de atividades como a da indústria de transformação (-6,4%) e da construção (-5,2%). De acordo com o relatório, a queda da indústria, somada ao menor poder de consumo das famílias, deve levar o setor de serviços a uma redução de 1% este ano.

A avaliação da CNI é que a recuperação da economia só deverá ocorrer em 2016. “Houve aprofundamento do quadro negativo, a deterioração da economia nos quatro primeiros meses foi mais intensa do que esperávamos no início do ano. A visão mais otimista de que essa recuperação possa começar na segunda metade do ano fica mais distante e deve ocorrer a partir de 2016”, disse Flávio Castelo Branco.

No Informe Conjuntural, a CNI avalia que os caminhos para melhorar a situação podem ser as exportações e o investimento em infraestrutura. “Todavia, ambos têm impacto limitado no curto prazo e dependem de coordenação adequada de políticas para se materializarem”, destaca o texto.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Offshore
NUCLEP realiza novas entregas de estacas torpedo para a ...
03/08/26
Gás Natural
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
03/08/26
PPSA
TotalEnergies e ExxonMobil arrematam cargas de Atapu e d...
31/07/26
SOG 2026
Sebrae Sergipe fortalece pequenos negócios e amplia cone...
31/07/26
SOG 2026
Eneva reforça compromisso com Sergipe e destaca expansão...
31/07/26
PPSA
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
30/07/26
SOG 2026
Benel apresenta práticas de segurança e gestão de resídu...
30/07/26
SOG 2026
AZ-TECH apresenta soluções de engenharia industrial no S...
30/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 começa com foco em investimentos,...
30/07/26
SOG 2026
Diretora da Petrobras abre o Sergipe Oil & Gas com anál...
30/07/26
Firjan
Agrega + Indústria reúne entidades, empresas e governo p...
29/07/26
SOG 2026
ABPIP leva ao Sergipe Oil & Gas debate sobre o fortaleci...
28/07/26
GLP
Copa Energia reúne setor de GLP em ação nacional voltada...
27/07/26
Biodiesel
Volatilidade do petróleo reforça importância estratégica...
27/07/26
Fenasucro
ApexBrasil traz investidores internacionais de SAF e e-S...
27/07/26
Energia Elétrica
ENGIE contrata WEG para fornecimento de equipamentos da ...
27/07/26
Combustíveis
Etanol amplia perdas e encerra a semana pressionado
27/07/26
ANP
ANP aprova relatório de estudo sobre controle de queima ...
24/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 impulsiona inovação e investiment...
24/07/26
Gás Natural
ANP aprova participação no Pacto Nacional para o Desenvo...
24/07/26
Combustíveis
ANP aprova Avaliação de Resultado Regulatório sobre ativ...
24/07/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.