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Comercializadora da Bolt Energias fatura R$ 510 milhões em 2012

Empresa tem cerca de 200 clientes.

Redação
01/02/2013 14:51
Visualizações: 819

 

O braço de comercialização da Bolt Energias fecha o ano com um faturamento de R$ 510milhões. Com uma carteira de quase 200 clientes, a empresa apostou nos contratos de longo prazo e no desenvolvimento de uma área de representação de clientes livres e gestão de ativos de geração.
“O cenário desfavorável de chuvas ao longo de 2012 trouxe uma alta volatilidade para o preço de energia, tornando o trading muito mais arriscado. Soubemos contornar isto através das melhores práticas de controle de risco e de uma área de previsão de preços de primeira linha”, explica Erico Evaristo, membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, responsável pela comercialização. O resultado foi a conquista de um lucro líquido de mais de R$ 4 milhões.
Criada em setembro de 2011, a Bolt Comercializadora já está entre as cinco maiores independentes do Brasil e planeja seu crescimento na compra de carteiras de contratos de outras comercializadoras, gestão de ativos de geração e operações estruturadas. A empresa prevê que a redução nas tarifas de energia elétrica para os consumidores cativos, prevista na Medida Provisória 579, possa comprometer a migração de consumidores para o mercado livre até meados de 2013, mas acredita numa retomada a partir do segundo semestre deste ano.
“O mercado livre segue apresentando vantagens para os consumidores. Desta forma, vamos intensificar nossa estratégia de prestação de serviços”, afirma Evaristo.
Além das atividades de comercialização, a Bolt Energias também traça planos de crescer através da aquisição de novos ativos de geração já performados e desenvolver projetos greenfield de geração - através da Íbice, empresa da qual a Bolt Energias é sócia com a espanhola Abengoa.
“O investimento em geração de energia é fundamental para o crescimento do país e este momento pode ser excelente para a concretização de novos negócios nesta área”, pondera Erico Evaristo. A empresa avalia projetos de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), UHEs (Usinas Hidrelétricas), usinas solares, parques eólicos e térmicas a biomassa. A empresa já se encontra em negociações avançadas com duas UHEs. “A aquisição das participações em UHEs fará a Bolt Energias mudar de patamar no mercado”, afirma Evaristo.
Outra aposta da companhia é o setor de eficiência energética, ainda pouco explorado no Brasil. A empresa planeja a aquisição de uma ESCO (empresa de serviço de conservação de energia) para realização de estudos para redução de consumo de energia, instalação, financiamento, leasing, operação e manutenção de equipamentos, compra e venda de energia e serviços de consultoria.
“As vantagens na contratação destes serviços são inúmeras, desde financeiras, até de imagem para os clientes”, avalia Evaristo, que pretende prospectar empresas de agronegócios, industrias, shoppings, hotéis, entre outras.

O braço de comercialização da Bolt Energias fecha o ano com um faturamento de R$ 510milhões. Com uma carteira de quase 200 clientes, a empresa apostou nos contratos de longo prazo e no desenvolvimento de uma área de representação de clientes livres e gestão de ativos de geração.


“O cenário desfavorável de chuvas ao longo de 2012 trouxe uma alta volatilidade para o preço de energia, tornando o trading muito mais arriscado. Soubemos contornar isto através das melhores práticas de controle de risco e de uma área de previsão de preços de primeira linha”, explica Erico Evaristo, membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, responsável pela comercialização. O resultado foi a conquista de um lucro líquido de mais de R$ 4 milhões.


Criada em setembro de 2011, a Bolt Comercializadora já está entre as cinco maiores independentes do Brasil e planeja seu crescimento na compra de carteiras de contratos de outras comercializadoras, gestão de ativos de geração e operações estruturadas. A empresa prevê que a redução nas tarifas de energia elétrica para os consumidores cativos, prevista na Medida Provisória 579, possa comprometer a migração de consumidores para o mercado livre até meados de 2013, mas acredita numa retomada a partir do segundo semestre deste ano.


“O mercado livre segue apresentando vantagens para os consumidores. Desta forma, vamos intensificar nossa estratégia de prestação de serviços”, afirma Evaristo.


Além das atividades de comercialização, a Bolt Energias também traça planos de crescer através da aquisição de novos ativos de geração já performados e desenvolver projetos greenfield de geração - através da Íbice, empresa da qual a Bolt Energias é sócia com a espanhola Abengoa.


“O investimento em geração de energia é fundamental para o crescimento do país e este momento pode ser excelente para a concretização de novos negócios nesta área”, pondera Erico Evaristo. A empresa avalia projetos de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), UHEs (Usinas Hidrelétricas), usinas solares, parques eólicos e térmicas a biomassa. A empresa já se encontra em negociações avançadas com duas UHEs. “A aquisição das participações em UHEs fará a Bolt Energias mudar de patamar no mercado”, afirma Evaristo.


Outra aposta da companhia é o setor de eficiência energética, ainda pouco explorado no Brasil. A empresa planeja a aquisição de uma ESCO (empresa de serviço de conservação de energia) para realização de estudos para redução de consumo de energia, instalação, financiamento, leasing, operação e manutenção de equipamentos, compra e venda de energia e serviços de consultoria.


“As vantagens na contratação destes serviços são inúmeras, desde financeiras, até de imagem para os clientes”, avalia Evaristo, que pretende prospectar empresas de agronegócios, industrias, shoppings, hotéis, entre outras.

 

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