Indicadores

Cresce participação dos importados na produção industrial do país

Dados foram divulgados pela CNI.

Agência Brasil
16/05/2014 15:32
Visualizações: 664

 

O Coeficiente de Penetração de Importações atingiu 22,5% no primeiro trimestre deste ano. Dados divulgados hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que o indicador, que aumentou 0,4 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2013, é o mais alto da série histórica, iniciada em 2007.
A entidade também informou, por meio do estudo Coeficientes de Abertura Comercial, que na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a participação dos importados cresceu 1,4 ponto percentual no início de 2014. No mesmo período, o coeficiente de importações na indústria extrativa caiu de 57,5% para 54,9%.
Entre os 23 setores da indústria de transformação pesquisados, informou a CNI, o coeficiente de penetração de importações caiu apenas nos de farmacoquímicos e farmacêuticos e no de outros equipamentos de transporte (navios, reboques, aviões e outros). Por outro lado, as maiores altas do indicador foram registradas nas indústrias de veículos automotores, produtos diversos, vestuário, têxteis e produtos de metal.
De acordo com a avaliação da CNI, a participação das importações não faz parte de uma estratégia das empresas, mas confirma a falta de competitividade da indústria brasileira. Com baixa produtividade e custos elevados, a indústria nacional está perdendo mercado interno e externo.
No caso do coeficiente de exportação, que mede a importância das vendas externas no valor da produção da indústria, ficou em 19,8% no primeiro trimestre, praticamente igual aos 19,7% do final do ano passado. Na indústria extrativa, o indicador caiu 1,4 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2013. Na indústria de transformação, o coeficiente ficou estável, em 16%.
O objetivo da pesquisa, de acordo com a metodologia divulgada pela CNI, é avaliar a importância que as exportações têm no faturamento total do setor industrial e o grau em que o setor industrial se utiliza de bens importados como insumos em seu processo produtivo.

O Coeficiente de Penetração de Importações atingiu 22,5% no primeiro trimestre deste ano. Dados divulgados hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que o indicador, que aumentou 0,4 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2013, é o mais alto da série histórica, iniciada em 2007.

A entidade também informou, por meio do estudo Coeficientes de Abertura Comercial, que na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a participação dos importados cresceu 1,4 ponto percentual no início de 2014. No mesmo período, o coeficiente de importações na indústria extrativa caiu de 57,5% para 54,9%.

Entre os 23 setores da indústria de transformação pesquisados, informou a CNI, o coeficiente de penetração de importações caiu apenas nos de farmacoquímicos e farmacêuticos e no de outros equipamentos de transporte (navios, reboques, aviões e outros). Por outro lado, as maiores altas do indicador foram registradas nas indústrias de veículos automotores, produtos diversos, vestuário, têxteis e produtos de metal.

De acordo com a avaliação da CNI, a participação das importações não faz parte de uma estratégia das empresas, mas confirma a falta de competitividade da indústria brasileira. Com baixa produtividade e custos elevados, a indústria nacional está perdendo mercado interno e externo.

No caso do coeficiente de exportação, que mede a importância das vendas externas no valor da produção da indústria, ficou em 19,8% no primeiro trimestre, praticamente igual aos 19,7% do final do ano passado. Na indústria extrativa, o indicador caiu 1,4 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2013. Na indústria de transformação, o coeficiente ficou estável, em 16%.

O objetivo da pesquisa, de acordo com a metodologia divulgada pela CNI, é avaliar a importância que as exportações têm no faturamento total do setor industrial e o grau em que o setor industrial se utiliza de bens importados como insumos em seu processo produtivo.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Transição Energética
Segurança energética e transição entram no centro do deb...
04/08/26
Etanol
Alteração de normas sobre comercialização de etanol anid...
03/08/26
SOG 2026
SOG26 supera a edição anterior e reforça o papel estrat...
03/08/26
Resultado
ANP divulga dados consolidados da produção de petróleo e...
03/08/26
BIODIVERSIDADE
ExxonMobil Brasil destina mais de R$ 1 milhão para prese...
03/08/26
Pessoas
Shell Brasil inicia novo ciclo de liderança com João San...
03/08/26
SOG 2026
Banco do Nordeste tem R$ 504 milhões para setor energéti...
03/08/26
Meio Ambiente
MODEC testa no Brasil tecnologias inéditas que podem red...
03/08/26
IA
Acelen supera R$ 380 milhões em ganhos com IA e transfor...
03/08/26
ANP
Painel reúne dados históricos do PRH-ANP referentes à Fa...
03/08/26
Gás Natural
IBP, ABRACE e ABPIP lançam nova versão do RELIVRE para a...
03/08/26
Offshore
NUCLEP realiza novas entregas de estacas torpedo para a ...
03/08/26
Gás Natural
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
03/08/26
PPSA
TotalEnergies e ExxonMobil arrematam cargas de Atapu e d...
31/07/26
SOG 2026
Sebrae Sergipe fortalece pequenos negócios e amplia cone...
31/07/26
SOG 2026
Eneva reforça compromisso com Sergipe e destaca expansão...
31/07/26
PPSA
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
30/07/26
SOG 2026
Benel apresenta práticas de segurança e gestão de resídu...
30/07/26
SOG 2026
AZ-TECH apresenta soluções de engenharia industrial no S...
30/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 começa com foco em investimentos,...
30/07/26
SOG 2026
Diretora da Petrobras abre o Sergipe Oil & Gas com anál...
30/07/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.