Crise Hídrica

Crise hídrica em São Paulo faz preço do frete marítimo avançar

A seca no interior de São Paulo tem diminuído o transporte via hidrovias.

DCI
15/10/2014 10:09
Visualizações: 234

 

A seca no interior de São Paulo tem diminuído o transporte via hidrovias. Segundo a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a seca pressionou o preço do frete. Estima-se que a baixa navegabilidade na Tietê-Paraná transferiu por mês 126 mil toneladas de cargas às rodovias.
"O problema das hidrovias, em tempos de seca, é que as condições climáticas podem tirar a navegabilidade", diz o especialista em hidrovias e doutor em navegação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maurício Cruzes.
De acordo com o superintendente da administradora da Hidrovia do Paraná, Ahrana, Antônio Badih Chehin, já está em curso um Estudo de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental (EVTEA) da hidrovia. "Hoje, a utilização da Hidrovia Paraná-Tietê tem capacidade para transportar até 6,2 milhões de toneladas de cargas por ano. A intenção é chegar a 2020 com capacidade de 50 milhões de toneladas ao ano."
A perspectiva do executivo é que o investimento nas obras some R$ 2,4 bilhões, com previsão de conclusão para 2025. "Os países da Europa que apostaram em hidrovias foram os primeiros a sair da crise econômica", disse o superintendente da Ahrana
Papel do governo
Para o presidente da Faeg, Leonardo Ribeiro, a intervenção do governo é fundamental. "É uma incoerência muito grande um país que tem hoje a maior malha hidroviária do planeta, não fazer uso desse modal", disse ele, acrescentando que "as mudanças podem proporcionar a redução significativa de custos e o aumento da capacidade produtiva do setor agropecuário. No entanto, se não integrarmos o trem, o caminhão e a hidrovia, os nossos esforços serão em vão".
Para o diretor de logística da Caramuru, Antônio Ismael Ballan, o momento atual pelo qual as hidrovias estão passando também é causado por mitos. "Precisamos desmistificar a ideia de que não há água. É claro que existem gargalos e que há muito para melhorar, mas esse é um bom modal."

A seca no interior de São Paulo tem diminuído o transporte via hidrovias. Segundo a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a seca pressionou o preço do frete.

Estima-se que a baixa navegabilidade na Tietê-Paraná transferiu por mês 126 mil toneladas de cargas às rodovias.

"O problema das hidrovias, em tempos de seca, é que as condições climáticas podem tirar a navegabilidade", diz o especialista em hidrovias e doutor em navegação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maurício Cruzes.

De acordo com o superintendente da administradora da Hidrovia do Paraná, Ahrana, Antônio Badih Chehin, já está em curso um Estudo de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental (EVTEA) da hidrovia. "Hoje, a utilização da Hidrovia Paraná-Tietê tem capacidade para transportar até 6,2 milhões de toneladas de cargas por ano. A intenção é chegar a 2020 com capacidade de 50 milhões de toneladas ao ano".

A perspectiva do executivo é que o investimento nas obras some R$ 2,4 bilhões, com previsão de conclusão para 2025. "Os países da Europa que apostaram em hidrovias foram os primeiros a sair da crise econômica", disse o superintendente da Ahrana.

Papel do governo

Para o presidente da Faeg, Leonardo Ribeiro, a intervenção do governo é fundamental. "É uma incoerência muito grande um país que tem hoje a maior malha hidroviária do planeta, não fazer uso desse modal", disse ele, acrescentando que "as mudanças podem proporcionar a redução significativa de custos e o aumento da capacidade produtiva do setor agropecuário. No entanto, se não integrarmos o trem, o caminhão e a hidrovia, os nossos esforços serão em vão".

Para o diretor de logística da Caramuru, Antônio Ismael Ballan, o momento atual pelo qual as hidrovias estão passando também é causado por mitos. "Precisamos desmistificar a ideia de que não há água. É claro que existem gargalos e que há muito para melhorar, mas esse é um bom modal".

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Brasil concentra oportunidades de investimento em biocom...
04/08/26
Transição Energética
Segurança energética e transição entram no centro do deb...
04/08/26
Etanol
Alteração de normas sobre comercialização de etanol anid...
03/08/26
SOG 2026
SOG26 supera a edição anterior e reforça o papel estrat...
03/08/26
Resultado
ANP divulga dados consolidados da produção de petróleo e...
03/08/26
BIODIVERSIDADE
ExxonMobil Brasil destina mais de R$ 1 milhão para prese...
03/08/26
Pessoas
Shell Brasil inicia novo ciclo de liderança com João San...
03/08/26
SOG 2026
Banco do Nordeste tem R$ 504 milhões para setor energéti...
03/08/26
Meio Ambiente
MODEC testa no Brasil tecnologias inéditas que podem red...
03/08/26
IA
Acelen supera R$ 380 milhões em ganhos com IA e transfor...
03/08/26
ANP
Painel reúne dados históricos do PRH-ANP referentes à Fa...
03/08/26
Gás Natural
IBP, ABRACE e ABPIP lançam nova versão do RELIVRE para a...
03/08/26
Offshore
NUCLEP realiza novas entregas de estacas torpedo para a ...
03/08/26
Gás Natural
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
03/08/26
PPSA
TotalEnergies e ExxonMobil arrematam cargas de Atapu e d...
31/07/26
SOG 2026
Sebrae Sergipe fortalece pequenos negócios e amplia cone...
31/07/26
SOG 2026
Eneva reforça compromisso com Sergipe e destaca expansão...
31/07/26
PPSA
PPSA espera realizar primeiro leilão de gás natural da U...
30/07/26
SOG 2026
Benel apresenta práticas de segurança e gestão de resídu...
30/07/26
SOG 2026
AZ-TECH apresenta soluções de engenharia industrial no S...
30/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 começa com foco em investimentos,...
30/07/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.