Política

Cúpula do Mercosul é adiada para meados de fevereiro

Reunião estava prevista para o dia 31.

Agência Brasil
17/01/2014 09:49
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A reunião de presidentes dos cinco países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) - prevista para o próximo dia 31 em Caracas, na Venezuela - foi adiada pela terceira vez.  A cúpula será realizada em meados de fevereiro, informou nessa quinta-feira (16) o chanceler do Paraguai, Eladio Loizaga.
A cúpula de Caracas é a primeira que contará com a presença do presidente do Paraguai desde que o pais foi suspenso do bloco regional, em 2012. Na época, os outros membros do Mercosul (Argentina, Brasil e Uruguai) questionaram a rapidez com que o Congresso paraguaio destituiu o então presidente Fernando Lugo, que teve apenas duas horas para se defender das acusações de mau desempenho no cargo. Em seu lugar ficou o vice, Federico Franco, mas durante o governo o país ficou sem voz e voto no Mercosul.
Aproveitando a ausência paraguaia, a Argentina, o Brasil e o Uruguai incorporaram a Venezuela, cuja entrada no Mercosul tinha sido, até então, vetada pelo Congresso do Paraguai - responsável também pelo impeachment de Lugo. A suspensão só ocorreu após a realização de eleições presidenciais e a posse, em agosto passado, do candidato vitorioso, Horacio Cartes.
Para regularizar a situação, faltava o novo Congresso do Paraguai reverter a decisão tomada pelo antigo, de vetar a entrada da Venezuela no bloco. Em dezembro, os parlamentares paraguaios (a exemplo dos argentinos, brasileiros e uruguaios) aprovaram a incorporação do novo membro do bloco regional. A cúpula de Caracas deveria marcar o fim de mais de um ano de disputa entre os dois  países.
Segundo Loizaga, o adiamento deve-se a motivos de agenda. De qualquer forma, alguns dos chefes de Estado irão se encontrar em Cuba, nos próximos dias 28 e 29 de janeiro, na cúpula da Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac).

A reunião de presidentes dos cinco países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) - prevista para o próximo dia 31 em Caracas, na Venezuela - foi adiada pela terceira vez.  A cúpula será realizada em meados de fevereiro, informou nessa quinta-feira (16) o chanceler do Paraguai, Eladio Loizaga.

A cúpula de Caracas é a primeira que contará com a presença do presidente do Paraguai desde que o pais foi suspenso do bloco regional, em 2012. Na época, os outros membros do Mercosul (Argentina, Brasil e Uruguai) questionaram a rapidez com que o Congresso paraguaio destituiu o então presidente Fernando Lugo, que teve apenas duas horas para se defender das acusações de mau desempenho no cargo. Em seu lugar ficou o vice, Federico Franco, mas durante o governo o país ficou sem voz e voto no Mercosul.

Aproveitando a ausência paraguaia, a Argentina, o Brasil e o Uruguai incorporaram a Venezuela, cuja entrada no Mercosul tinha sido, até então, vetada pelo Congresso do Paraguai - responsável também pelo impeachment de Lugo. A suspensão só ocorreu após a realização de eleições presidenciais e a posse, em agosto passado, do candidato vitorioso, Horacio Cartes.

Para regularizar a situação, faltava o novo Congresso do Paraguai reverter a decisão tomada pelo antigo, de vetar a entrada da Venezuela no bloco. Em dezembro, os parlamentares paraguaios (a exemplo dos argentinos, brasileiros e uruguaios) aprovaram a incorporação do novo membro do bloco regional. A cúpula de Caracas deveria marcar o fim de mais de um ano de disputa entre os dois  países.

Segundo Loizaga, o adiamento deve-se a motivos de agenda. De qualquer forma, alguns dos chefes de Estado irão se encontrar em Cuba, nos próximos dias 28 e 29 de janeiro, na cúpula da Comunidade de Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac).

 

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