Evento

Diretor da Antaq participa de seminário internacional sobre transporte intermodal

Debates abordaram planejamento e eficiência.

Redação TN
08/05/2014 14:18
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O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, participou ontem (7) da abertura do Seminário Internacional de Navegação Interior e Transporte Multimodal, que está sendo realizado na Universidade de Brasília (UnB). 
O encontro reuniu ontem e hoje (8) especialistas e estudiosos de universidades e órgãos dos governos brasileiro e belga em torno da discussão de temas como a cooperação universidade, governo e empresa em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia e gestão de transporte hidroviário e os desafios da capacitação e do treinamento no transporte intermodal e na navegação interior.
Para hoje estão programadas três mesas-redondas: Impactos econômicos e regionais de investimentos em hidrovias; Planejamento e investimentos em corredores logísticos; e Fludurams - a rede e o curso de mestrado, que envolve a participação de universidades federais brasileiras, além da UnB e das universidades de Liège e Bruxelas.
Ao falar na abertura do encontro, o diretor da ANTAQ destacou a importância do planejamento no setor de transportes para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros. “É legitimo nos preocuparmos num primeiro momento em retirar os gargalos que impedem a maior eficiência dos nossos modais. Mas, sobretudo, temos que pensar e planejar o nosso sistema de transportes no longo prazo, se queremos ser competitivos por muito tempo”, apontou.
Torkaski também destacou a parceria com a Bélgica: “Essa parceria tem sido muito importante para o Brasil, na medida em que vem nos ajudando a erradicar alguns mitos a respeito da navegação interior do país. Um desses mitos era o de que as hidrovias são inimigas do meio ambiente. Ao contrário, as hidrovias são favoráveis ao meio ambiente porque poluem menos”, e a experiência belga nos mostra claramente isso”, salientou.
Transposição de rios
O diretor da ANTAQ, Adalberto Tokarski, também participou nesta quarta-feira de audiência pública na Câmara Federal, convocada pela Comissão Especial destinada a proferir o parecer ao Projeto de Lei nº 5.335/2009, do Senado Federal, que trata dos dispositivos de transposição hidroviária de níveis (eclusas). A audiência teve como tema a retomada das obras necessárias para o transporte hidroviário na Bacia do Rio Parnaíba.
Tokarski fez uma apresentação sobre a demanda de transporte em trechos e terminais hidroviários da Bacia do Parnaíba, nos cenários de 2015, 2020, 2025 e 2030. O estudo constitui uma das atividades de capacitação dos servidores da ANTAQ ao Plano Nacional de Integração Hidroviária, elaborado pela Agência com a cooperação técnica da Universidade Federal de Santa Catarina.
Segundo dados apresentados na audiência pelos representantes da Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental (AHIMOR), o uso da hidrovia reduziria o custo logístico para a saída da soja, milho e algodão produzidos na região que compreende o norte da Bahia e o sul dos estados do Maranhão e do Piauí. Porém, para viabilizar a hidrovia é essencial a conclusão da eclusa de Boa Esperança, no Piauí.
Já de acordo com o levantamento da Antqa, caso todas as obras necessárias (derrocamentos, instalação de terminais etc.) sejam feitas, o potencial de carga transportada na Hidrovia do Parnaíba poderia subir das 385 mil toneladas projetadas para 2015, para 7,3 milhões de toneladas em 2020, 9,3 milhões de toneladas em 2025 e 11,6 milhões de toneladas em 2030.

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, participou ontem (7) da abertura do Seminário Internacional de Navegação Interior e Transporte Multimodal, que está sendo realizado na Universidade de Brasília (UnB). O encontro reuniu ontem e hoje (8) especialistas e estudiosos de universidades e órgãos dos governos brasileiro e belga em torno da discussão de temas como a cooperação universidade, governo e empresa em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia e gestão de transporte hidroviário e os desafios da capacitação e do treinamento no transporte intermodal e na navegação interior.


Para hoje estão programadas três mesas-redondas: Impactos econômicos e regionais de investimentos em hidrovias; Planejamento e investimentos em corredores logísticos; e Fludurams - a rede e o curso de mestrado, que envolve a participação de universidades federais brasileiras, além da UnB e das universidades de Liège e Bruxelas.


Ao falar na abertura do encontro, o diretor da ANTAQ destacou a importância do planejamento no setor de transportes para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros. “É legitimo nos preocuparmos num primeiro momento em retirar os gargalos que impedem a maior eficiência dos nossos modais. Mas, sobretudo, temos que pensar e planejar o nosso sistema de transportes no longo prazo, se queremos ser competitivos por muito tempo”, apontou.


Torkaski também destacou a parceria com a Bélgica: “Essa parceria tem sido muito importante para o Brasil, na medida em que vem nos ajudando a erradicar alguns mitos a respeito da navegação interior do país. Um desses mitos era o de que as hidrovias são inimigas do meio ambiente. Ao contrário, as hidrovias são favoráveis ao meio ambiente porque poluem menos”, e a experiência belga nos mostra claramente isso”, salientou.


Transposição de rios


O diretor da ANTAQ, Adalberto Tokarski, também participou nesta quarta-feira de audiência pública na Câmara Federal, convocada pela Comissão Especial destinada a proferir o parecer ao Projeto de Lei nº 5.335/2009, do Senado Federal, que trata dos dispositivos de transposição hidroviária de níveis (eclusas). A audiência teve como tema a retomada das obras necessárias para o transporte hidroviário na Bacia do Rio Parnaíba.


Tokarski fez uma apresentação sobre a demanda de transporte em trechos e terminais hidroviários da Bacia do Parnaíba, nos cenários de 2015, 2020, 2025 e 2030. O estudo constitui uma das atividades de capacitação dos servidores da ANTAQ ao Plano Nacional de Integração Hidroviária, elaborado pela Agência com a cooperação técnica da Universidade Federal de Santa Catarina.


Segundo dados apresentados na audiência pelos representantes da Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental (AHIMOR), o uso da hidrovia reduziria o custo logístico para a saída da soja, milho e algodão produzidos na região que compreende o norte da Bahia e o sul dos estados do Maranhão e do Piauí. Porém, para viabilizar a hidrovia é essencial a conclusão da eclusa de Boa Esperança, no Piauí.


Já de acordo com o levantamento da Antqa, caso todas as obras necessárias (derrocamentos, instalação de terminais etc.) sejam feitas, o potencial de carga transportada na Hidrovia do Parnaíba poderia subir das 385 mil toneladas projetadas para 2015, para 7,3 milhões de toneladas em 2020, 9,3 milhões de toneladas em 2025 e 11,6 milhões de toneladas em 2030.

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