Aço
<P>O setor de distribuição de aços planos no País teme que se as siderúrgicas instaladas aqui não diminuírem as exportações este ano - e redirecionar ao mercado interno - só haja aço por um preço bem mais caro lá fora. Os reajustes de até 71% da Companhia Vale do Rio Doce abriram espa?...
Gazeta MercantilO setor de distribuição de aços planos no País teme que se as siderúrgicas instaladas aqui não diminuírem as exportações este ano - e redirecionar ao mercado interno - só haja aço por um preço bem mais caro lá fora. Os reajustes de até 71% da Companhia Vale do Rio Doce abriram espaço para pleitos acima de 100% no exterior, disse o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Christiano da Cunha Freire. O preço de algumas bobinas, informou, já subiu 20%.
A demanda está aquecida no País, acima da expectativas. Sem contabilizar reflexos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) a demanda pelo aço dos distribuidores - independentes e coligados às siderúrgicas - cresceu 25% em janeiro. A expectativa para o primeiro trimestre é de alta acumulada de 31%. Ainda estamos usando nossos estoques. Mas a única saída para garantir a oferta no País é exportar menos do que os 2,5 milhões de toneladas de 2007, disse.
Em 2007, os embarques já caíram (foram 3,6 milhões em 2006) mas também houve o desaquecimento nos EUA que gerou oferta global maior e mais barata.. No final do ano a Nucor (siderúrgica dos EUA) nos ofereceu aço, o que nunca tinha ocorrido. Mas agora o mercado lá está aquecendo. Não haverá mais esta oferta, disse. As distribuidoras preferem mais reajustes com garantia de fornecimento.
Fonte: Gazeta Mercantil
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