Renováveis

Energia eólica atende 80% da demanda do leilão A-3 2015

Abeeólica
21/08/2015 15:18
Energia eólica atende 80% da demanda do leilão A-3 2015 Imagem: Divulgação Visualizações: 1227

 

Com um deságio de 1,55%, a energia eólica atendeu 80% do mercado no leilão A-3, realizado hoje, 21 de agosto de 2015, para as Fontes Eólica, Hídrica e Termoelétrica (biomassa e gás natural). O certame viabilizou, no total, a contratação de 669,498 MW e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 538,8 MW ao preço médio de R$ 181,14/MWh .
 
Segundo a Presidente Executiva da ABEEólica o leilão superou as expectavas em termos de demanda, “estávamos trabalhando com uma possibilidade de demanda ainda menor para este leilão, tendo em vista a conjuntura económica do país e as características naturais de um leilão A-3, neste aspecto o leilão surpreendeu...”
 
Analisando os parâmetros dos projetos vencedores, fica claro o desafio que a fonte eólica está enfrentando e superando neste ano de 2015, a dificuldade da conexão. A maioria destes projetos estão localizados no Piauí e Maranhão, justamente nos Estados onde há linha garantida. Como o LFA de 2015, este leilão demonstra a maturidade da indústria eólica, uma vez que as ofertas estão cada vez mais responsáveis, com números cada vez mais realistas, “já alcançamos um grau de consolidação considerável, fator determinante para buscar com conhecimento a sustentabilidade de longo prazo e racionalidade econômica”, exalta Elbia.
 
Com a potência de 538,8 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 2 bilhões em investimentos e produção de, em média, 270 aerogeradores e 810 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer 1 milhão de residências mensalmente e evitar mais de 1 milhão de toneladas de CO2, por ano. Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar 8.000 postos de trabalho.
 
O Leilão A-3 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica, biomassa, PCH e gás natural. O início do suprimento de energia será a partir de 1 de janeiro de 2018.

Com um deságio de 1,55%, a energia eólica atendeu 80% do mercado no leilão A-3, realizado hoje, 21 de agosto de 2015, para as Fontes Eólica, Hídrica e Termoelétrica (biomassa e gás natural). O certame viabilizou, no total, a contratação de 669,498 MW e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 538,8 MW ao preço médio de R$ 181,14/MWh .
 
Segundo a Presidente Executiva da ABEEólica o leilão superou as expectavas em termos de demanda, “estávamos trabalhando com uma possibilidade de demanda ainda menor para este leilão, tendo em vista a conjuntura económica do país e as características naturais de um leilão A-3, neste aspecto o leilão surpreendeu...”
 
Analisando os parâmetros dos projetos vencedores, fica claro o desafio que a fonte eólica está enfrentando e superando neste ano de 2015, a dificuldade da conexão. A maioria destes projetos estão localizados no Piauí e Maranhão, justamente nos Estados onde há linha garantida. Como o LFA de 2015, este leilão demonstra a maturidade da indústria eólica, uma vez que as ofertas estão cada vez mais responsáveis, com números cada vez mais realistas, “já alcançamos um grau de consolidação considerável, fator determinante para buscar com conhecimento a sustentabilidade de longo prazo e racionalidade econômica”, exalta Elbia.
 
Com a potência de 538,8 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 2 bilhões em investimentos e produção de, em média, 270 aerogeradores e 810 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer 1 milhão de residências mensalmente e evitar mais de 1 milhão de toneladas de CO2, por ano. Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar 8.000 postos de trabalho.
 
O Leilão A-3 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica, biomassa, PCH e gás natural. O início do suprimento de energia será a partir de 1 de janeiro de 2018.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
Apoio Offshore
Transporte aéreo no setor do petróleo cresce 21% em dois...
17/06/26
Pessoas
ENGIE Brasil nomeia Michele Schifino como diretora de Co...
16/06/26
Combustíveis
Propostas de resoluções sobre caracterização da elevação...
16/06/26
Hidrelétrica
Gerdau adquire 100% de participação societária de usina ...
16/06/26
Fenasucro
Otimista, Fenasucro & Agrocana anuncia crescimento e se ...
16/06/26
Gestão
Petróleo, gás e energia lideram troca de CEOs no Ibovesp...
16/06/26
Petróleo e Gás
Coppe inaugura moderno Núcleo de Tecnologia de Poços
16/06/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas está com as inscrições abertas
15/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
15/06/26
Energia Elétrica
Expansão de data centers pressiona infraestrutura energé...
15/06/26
Combustível
Etanol encerra a semana em alta e com reação diante do a...
15/06/26
Gás Natural
ANP concede prazo para adequação de importadores a resol...
12/06/26
E&P
ANP divulga Calendário Estratégico Unificado de Avaliaçõ...
12/06/26
Combustíveis
ANP toma medidas para priorizar ações de respostas a imp...
12/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
12/06/26
GLP
Sindigás: ANP paralisa "reforma do GLP" e acena com caut...
12/06/26
Biometano
Orizon conclui incorporação da Vital e cria líder latino...
12/06/26
Manaus
Distribuidoras apoiam parecer da AGU que recomenda suspe...
12/06/26
Transição Energética
IBP debate protagonismo de São Paulo no mercado de energia
11/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25