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Energyear 2024: Neoenergia defende que eletrificação da economia vai impulsionar transição energética

Em palestra, diretora-executiva de Renováveis da Neoenergia, Laura Porto, acredita que ampliação do uso da energia elétrica por fontes limpas em processos produtivos é o caminho mais eficiente para o desenvolvimento sustentável no país

Redação TN Petróleo/Assessoria
02/02/2024 07:14
Energyear 2024: Neoenergia defende que eletrificação da economia vai impulsionar transição energética Imagem: Divulgação Visualizações: 1491

A eletrificação da economia e a consequente descarbonização de processos produtivos vão impulsionar o mercado de energia por fontes limpas rumo a uma transição energética justa e socialmente responsável. Para a diretora-executiva de Renováveis da Neoenergia, Laura Porto, essa é a forma mais eficiente de o país avançar com o desenvolvimento sustentável e reduzir as emissões de CO2. A executiva participou esta semana do evento Energyear 2024 que reuniu, em São Paulo, diversos especialistas do setor de energia. Laura Porto observou que a abertura do mercado de energia vai oferecer uma grande oportunidade para ampliação do uso da energia renovável.

“Nosso compromisso é oferecer aos clientes serviços de alto valor agregado em benefício da descarbonização. Inovações e soluções sustentáveis são urgentes. Afinal, mudanças climáticas se apresentam como um desafio sem precedentes”, afirmou a executiva.

Nesse sentido, ela observa que o aproveitamento energético do hidrogênio verde desponta como uma alternativa eficaz para ajudar a descarbonizar setores de difícil descarbonização. Em sua análise, a executiva pontuou que a tecnologia terá papel fundamental nesse processo, pois além de promover processos mais sustentáveis, a entrada do hidrogênio verde na cadeia produtiva também poderá reposicionar internacionalmente a indústria brasileira. Ela também lembrou que “novas rotas tecnológicas como hidrogênio verde, geração eólica offshore, projetos híbridos com uso de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) e usinas reversíveis têm grande potencial para alavancar o desenvolvimento local, com redução de desigualdades sociais e territoriais no Brasil”, finalizou Laura Porto.

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