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Indústria

Executivos da indústria química discutem a modernização da estrutura e processos portuários com a Santos Port Authority

22/09/2020 | 16h45
Executivos da indústria química discutem a modernização da estrutura e processos portuários com a Santos Port Authority
Divulgação Divulgação

O presidente da Santos Port Authority (SPA), Fernando Biral (foto), recebeu em audiência virtual, no dia 17 de setembro, representantes da Abiquim e da indústria química brasileira para debater a necessidade de expansão da estrutura do porto devido ao potencial de crescimento do setor químico com uma maior oferta de gás natural e as medidas necessárias para reduzir o tempo de espera para atracação das embarcações no porto.

Segundo dados da Agenda Estratégica de Logística da Indústria Química, são movimentados no Porto de Santos 13 milhões de toneladas de produtos químicos por ano. O porto paulista recebeu mais de 36% dos produtos químicos importados em 2018, o que o torna o mais utilizado para a importação, além de ser o quinto mais usado para a exportação de químicos.

As projeções da Agenda são de que apenas em granéis líquidos e gasosos devam ser movimentados no Porto em 2030, mais de 3,3 milhões de toneladas, dobro do volume movimentado em 2018, o que demandaria a construção e regularização de berços específicos para químicos.

A Resolução Dipre nº 150.2020, de 26 de agosto de 2020, que reedita as normas para atracação de navios e prioridades de acesso de embarcações para operação nas instalações do Porto de Santos foi elogiada pelos representantes do setor químico, que sugeriram a participação colaborativa da comunidade portuária no cumprimento das normas de atracação no Porto, que ocorreria a partir de denúncias enviadas à SPA quando forem identificados desvios nas operações.

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“Já existe uma sólida parceria entre o setor químico e o porto, inclusive no intercâmbio de informações para as ações de segurança, a desestatização deverá aumentar a interação com o setor privado”, explicou o presidente da SPA, Fernando Biral. O executivo atestou positivamente para a criação de um canal de denúncias visando manter o bom funcionamento do fluxo de atracação das embarcações e lembrou que os recentes trabalhos e normas vão tomando corpo no Porto de Santos, sempre com a ótica de produtividade sustentável e nos números de movimentação, que possibilitam visualizar todo o crescimento do porto. O diretor de Infraestrutura da SPA, Bruno Stupello, ressaltou que é possível um novo berço para a iniciativa privada se ocorrer um aumento da demanda.

De acordo com o diretor de Operações da SPA, Marcelo Ribeiro, os responsáveis pelo porto analisam as sugestões apresentadas para reduzir o tempo de espera das embarcações. Ribeiro relata: “a agenda regulatória é importante e como observado na nova norma de atracação, que após 40 anos sofreu uma revisão e só neste ano já foi alterada duas vezes, tem como objetivo melhorar o dispositivo e sua aplicabilidade beneficiando o fluxo das embarcações”.

Os representantes da indústria química entregaram para avaliação da SPA uma carta formalizando os pleitos do setor como as sugestões para melhorar a aplicabilidade da norma de atracação e melhorias na infraestrutura do Porto, além do Sumário Executivo da Agenda Estratégica de Logística da Indústria Química, com ênfase na região de Santos, contemplando a abrangência do estudo realizado pela Abiquim e associadas. “Pensando na construção de agenda positiva com o setor químico em prol do aumento produtividade e segurança portuária, também está prevista a entrega das atualizações do estudo a medida que os pleitos sejam contemplados e ou as prioridades das demandas se alternem”, afirmou o presidente-executivo da Abiquim, Ciro Marino.

Participaram da audiência a coordenadora da Comissão Temática de Logística da Abiquim, Antonieta Rojas, da Braskem, e outros dois representantes da empresa, a coordenadora de Relações Institucionais, Sylvia Tabarin Vieira; e o coordenador de Logística, Silvyo Malgarezzio; a vice-coordenadora da Comissão e representante da DOW, Meire Iamashita; o representante da Oxiteno na Comissão, Alexandre Sutecas; e o gerente-geral da Stolthaven no Brasil, Marcelo Tiacci Schmmitt. Pela Abiquim participaram a diretora de Assuntos Técnicos, Andrea Carla Barreto Cunha; o gerente de Gestão Empresarial Luiz Shizuo Harayahsiki; o gerente de Assuntos de Comércio Exterior, Eder da Silva; o assessor de Assuntos de Comércio Exterior, Diego Hrycylo; e o assessor de Assuntos Técnicos, Rodrigo Falato. Pela Leggio Consultoria participaram a sócia Camila Affonso e o consultor Pedro Gosling.

Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria
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