Sustentabilidade

Gás natural é ponte para energia renovável

SC deverá ter gás de aterro sanitário em 2015.

Ascom SCGás
05/06/2013 10:18
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A SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina) comemora o Dia Mundial do Meio-Ambiente dando um passo importante em um de seus principais projetos na área de sustentabilidade. Em viagem à Alemanha e Suécia, o Presidente da Companhia Cósme Polêse, o Gerente de Tecnologia Ricardo Konishi e o Engenheiro de Operações João Paulo Lacombe visitam usinas de geração e purificação de biogás. Com três projetos em curso no estado na área de biogás, a companhia pretende injetar, em 2015, o gás natural gerado a partir de um aterro sanitário na grande Florianópolis na sua rede de distribuição de gás natural - meta ainda inédita no Brasil.
Em Sävsjö na Suécia, país que é referência na utilização de biogás, a comitiva da SCGÁS conheceu as operações de uma usina de geração e tratamento de biogás que utiliza o insumo exclusivamente para a geração de GNV (Gás Natural Veicular). O modelo pode inspirar o projeto que a companhia participa em conjunto com a BRF e outros parceiros em Concórdia, que gerará gás a partir de dejetos suínos para abastecimento do mercado automotivo local, atualmente atendido por gás natural comprimido transportado por via rodoviária.
Energia limpa
Energético de origem fóssil mais ecologicamente correto, o gás natural gera majoritariamente gás carbônico e água na sua combustão, em quantidades muito menores que os demais combustíveis. Além de ser fundamental para a manutenção da qualidade do ar e da água, o investimento em gás natural é o primeiro passo para a migração para a energia renovável.
A queima do gás metano gera 21 vezes menos poluição que a sua liberação na atmosfera. A utilização desse recurso, diariamente produzido nas criações de animais, aterros sanitários e esgotos domésticos, além de gerar economia e uma energia limpa, poderia reduzir em grande escala a poluição pelo descarte inapropriado destes substratos. “No entanto, é preciso haver infraestrutura de distribuição para tornar esta exploração viável economicamente. Ela cresce na medida em que cresce a demanda pelo gás”, acrescenta Juarez Lippi, assessor de meio ambiente da SCGÁS.
Com 1.020km de rede de distribuição de gás natural, Santa Catarina é o terceiro estado brasileiro com a maior malha de gasodutos - infraestrutura que cresce aproximadamente 50km por ano. Apesar da velocidade de crescimento, o gás natural representa apenas 10,3% da matriz energética nacional, frente aos cerca de 20% da média mundial (MME/BEM 2012). “O Brasil ainda não despertou para as vantagens do gás natural para a sociedade, a economia e o meio-ambiente. A ampliação do papel do gás natural na matriz energética representaria uma migração natural para a energia renovável, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e mobilidade urbana das cidades” afirma Cósme Polêse, presidente da SCGÁS.

A SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina) comemora o Dia Mundial do Meio-Ambiente dando um passo importante em um de seus principais projetos na área de sustentabilidade. Em viagem à Alemanha e Suécia, o Presidente da Companhia Cósme Polêse, o Gerente de Tecnologia Ricardo Konishi e o Engenheiro de Operações João Paulo Lacombe visitam usinas de geração e purificação de biogás. Com três projetos em curso no estado na área de biogás, a companhia pretende injetar, em 2015, o gás natural gerado a partir de um aterro sanitário na grande Florianópolis na sua rede de distribuição de gás natural - meta ainda inédita no Brasil.


Em Sävsjö na Suécia, país que é referência na utilização de biogás, a comitiva da SCGÁS conheceu as operações de uma usina de geração e tratamento de biogás que utiliza o insumo exclusivamente para a geração de GNV (Gás Natural Veicular). O modelo pode inspirar o projeto que a companhia participa em conjunto com a BRF e outros parceiros em Concórdia, que gerará gás a partir de dejetos suínos para abastecimento do mercado automotivo local, atualmente atendido por gás natural comprimido transportado por via rodoviária.



Energia limpa


Energético de origem fóssil mais ecologicamente correto, o gás natural gera majoritariamente gás carbônico e água na sua combustão, em quantidades muito menores que os demais combustíveis. Além de ser fundamental para a manutenção da qualidade do ar e da água, o investimento em gás natural é o primeiro passo para a migração para a energia renovável.


A queima do gás metano gera 21 vezes menos poluição que a sua liberação na atmosfera. A utilização desse recurso, diariamente produzido nas criações de animais, aterros sanitários e esgotos domésticos, além de gerar economia e uma energia limpa, poderia reduzir em grande escala a poluição pelo descarte inapropriado destes substratos. “No entanto, é preciso haver infraestrutura de distribuição para tornar esta exploração viável economicamente. Ela cresce na medida em que cresce a demanda pelo gás”, acrescenta Juarez Lippi, assessor de meio ambiente da SCGÁS.


Com 1.020km de rede de distribuição de gás natural, Santa Catarina é o terceiro estado brasileiro com a maior malha de gasodutos - infraestrutura que cresce aproximadamente 50km por ano. Apesar da velocidade de crescimento, o gás natural representa apenas 10,3% da matriz energética nacional, frente aos cerca de 20% da média mundial (MME/BEM 2012). “O Brasil ainda não despertou para as vantagens do gás natural para a sociedade, a economia e o meio-ambiente. A ampliação do papel do gás natural na matriz energética representaria uma migração natural para a energia renovável, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e mobilidade urbana das cidades” afirma Cósme Polêse, presidente da SCGÁS.

 

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