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Internacional

Gestão de negócios e tecnologia do Porto de Roterdã para portos brasileiros

02/12/2019 | 13h14
Gestão de negócios e tecnologia do Porto de Roterdã para portos brasileiros
Divulgação Divulgação

A comitiva brasileira formada por representantes dos portos de Vitória e Santos (SP), Ministério da Infraestrutura e BNDES foi recepcionada no Porto de Roterdã (PoR), Holanda, pelo representante da instituição na América Latina, Peter Lughart. A agenda iniciada ontem (27/11), foi aberta com uma reunião para expor a experiência com a implantação do conceito de Corporatização. O processo teve início em 2004 e dinamizou a gestão de negócios, incrementou a competitividade e transformou Roterdã no maior porto da Europa.

Corporatização é o processo pelo qual um ativo público se transforma em corporação, que passa a ser dotada de uma racionalidade privada, com modelo de governança que lhes permite ser competitiva no mercado. De acordo com o presidente da CODESA, Julio Castiglioni, que faz parte da missão, “o Porto de Roterdã, embora seja de propriedade pública (com titularidade partilhada entre a municipalidade e o governo central holandês), atua sob a lógica privada: contrata profissionais e os remunera a mercado, tem liberdade plena para negociar preços com seus clientes e definir a forma de ocupação dos espaços portuários, sem perder de vista, todavia, o interesse público".

Castiglioni observa, ainda, que não há modelos estrangeiros que possam ser integralmente importados para o Brasil. Os estudos de benchmarking são importantes, segundo ele, na medida que servem de fonte de inspiração técnica: "Embora os modelos conceituais possam ser importados, não é possível importar a cultura, o modo de pensar das pessoas. Por isso, nosso desafio é criar um modelo que se comunique com a realidade local, que seja compatível com nosso ordenamento interno".

Tecnologia

Os projetos de digitalização (Pronto) e blockchain (Deliver) de Roterdã foram apresentados pela equipe de tecnologia nesta terça-feira (26). O Pronto é uma plataforma que integra diversos agentes em busca da redução de tempo de atracação, burocracias, custos e, consequentemente, benefícios ambientais. Por exemplo: redução de uso de combustíveis nas embarcações, gerando menor emissão de CO2.

A comitiva brasileira também conheceu o centro de treinamento STC (Shipping & Transport College), onde recebeu informações sobre os aspectos essenciais aplicados na capacitação, incluindo o uso de modernos simuladores. O navio-escola estava em funcionamento no momento da visita técnica e provocou grande curiosidade dos visitantes.

Além do presidente Julio Castiglioni, o diretor Bruno Fardin e a coordenadora de marketing Raquel Guimarães, do Porto de Vitoria, compõem a comitiva brasileira que nesta quarta-feira (27), fará uma visita técnica a outro gigante da Europa: o Porto de Antuérpia, na Bélgica, que tem modelo de gestão semelhante a Roterdã. Mais adiante, fechando a agenda, o grupo irá conhecer o Porto de Londres, na Inglaterra, que tem outra modelagem.

Fonte: Redação/Assessoria
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