Energia

GN produzido em terra deve alimentar termoelétricas

Usinas serão opção ao carvão mineral.

Agência Brasil
19/04/2013 16:25
Visualizações: 468

 

A exploração de gás natural em terra, cuja concessão estará na 12ª rodada de licitações, marcada para outubro, deve se destinar principalmente à produção de energia elétrica. A informação é do secretário de desenvolvimento energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, que participou nesta sexta-feira (19) do seminário Eficiência Energética: projetos, determinações e investimentos, na Câmara de Comércio Americana.
"A solução é natural, porque o sistema elétrico precisa ter geração térmica de base, cujo combustível tenha um baixo custo. Essas usinas são necessárias aos sistemas brasileiros, e a geração a gás é uma geração mais limpa. É uma geração que cria condições favoráveis do ponto de vista ambiental, e, sendo competitiva, que é o caso que entendemos que vai acontecer, é uma solução natural", defendeu Altino.
O gás mais competitivo a que o secretário se refere seria produzido por usinas termoelétricas instaladas "na boca dos poços" de gás, sem a necessidade de se construir gasodutos para transportá-los. Sem esse custo, o gás fica mais barato e mais competitivo.
"Qualquer outra opção exigiria um gasoduto, como é o caso do gás da Bolívia. Estamos diante de uma possibilidade de o Brasil passar a ter, num horizonte de três, quatro ou cinco anos, antes de 2020, uma oferta de gás com preços competitivos para produzir energia elétrica, porque as usinas estariam na boca do poço", disse Altino.
As usinas térmicas a gás serão uma opção ao carvão mineral, que é mais poluente e tem sido usado de forma complementar. Altino prevê que as usinas térmicas, entre elas a nuclear, devem ter um papel mais importante na matriz brasileira a partir de 2025, quando o potencial das hidrelétricas estiver mais perto do esgotamento.
O secretário afirmou que o Brasil possui potencial de hidroeletricidade de 260 mil MW, o quarto maior do mundo, mas 80 mil MW não estão sendo considerados nos planos de investimentos por se encontrarem em áreas de reservas ambientais ou indígenas.

A exploração de gás natural em terra, cuja concessão estará na 12ª rodada de licitações, marcada para outubro, deve se destinar principalmente à produção de energia elétrica. A informação é do secretário de desenvolvimento energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, que participou nesta sexta-feira (19) do seminário Eficiência Energética: projetos, determinações e investimentos, na Câmara de Comércio Americana.


"A solução é natural, porque o sistema elétrico precisa ter geração térmica de base, cujo combustível tenha um baixo custo. Essas usinas são necessárias aos sistemas brasileiros, e a geração a gás é uma geração mais limpa. É uma geração que cria condições favoráveis do ponto de vista ambiental, e, sendo competitiva, que é o caso que entendemos que vai acontecer, é uma solução natural", defendeu Altino.


O gás mais competitivo a que o secretário se refere seria produzido por usinas termoelétricas instaladas "na boca dos poços" de gás, sem a necessidade de se construir gasodutos para transportá-los. Sem esse custo, o gás fica mais barato e mais competitivo.


"Qualquer outra opção exigiria um gasoduto, como é o caso do gás da Bolívia. Estamos diante de uma possibilidade de o Brasil passar a ter, num horizonte de três, quatro ou cinco anos, antes de 2020, uma oferta de gás com preços competitivos para produzir energia elétrica, porque as usinas estariam na boca do poço", disse Altino.


As usinas térmicas a gás serão uma opção ao carvão mineral, que é mais poluente e tem sido usado de forma complementar. Altino prevê que as usinas térmicas, entre elas a nuclear, devem ter um papel mais importante na matriz brasileira a partir de 2025, quando o potencial das hidrelétricas estiver mais perto do esgotamento.


O secretário afirmou que o Brasil possui potencial de hidroeletricidade de 260 mil MW, o quarto maior do mundo, mas 80 mil MW não estão sendo considerados nos planos de investimentos por se encontrarem em áreas de reservas ambientais ou indígenas.

 

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