Infraestrutura

Grupo Intersetorial da dragagem discute batimetria e sinalização náutica

Para realizar os contratos atuais de sinalização náutica e batimetria, a Appa investiu R$ 1,25 milhão. O contrato tem vigência de dois anos e pode ser renovado até, no máximo, cinco anos. Já o contrato de sinalização ná

APPA
13/07/2012 09:44
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O Grupo de Trabalho Intersetorial da Dragagem, criado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) com o objetivo de discutir um programa contínuo de dragagem dos portos paranaenses, reuniu-se novamente nesta quinta-feira (12), em Paranaguá. Para dar seqüência à discussão realizada na semana passada, foram apresentados os projetos futuros do plano de batimetria e sinalização náutica dos portos.

O superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, explicou que a autarquia já tem um plano desta natureza em andamento. Agora, o objetivo é discutir um novo cronograma para dar continuidade aos serviços após a finalização do contrato atual. “Essa antecipação é para não haver quebra na continuidade desses serviços, que são imprescindíveis para a segurança da navegação”, disse Dividino.

Para realizar os contratos atuais de sinalização náutica e batimetria, a Appa investiu R$ 1,25 milhão. O contrato da batimetria tem vigência de dois anos e pode ser renovado até, no máximo, cinco anos. Já o contrato de sinalização náutica (feito em conjunto com a Marinha e a Capitania dos Portos) tem prazo de um ano e também pode ser renovado até cinco.

Outro assunto debatido na reunião foi o interesse da Appa de implantar um sistema de monitoramento de tráfego marítimo (Vessel Traffic Service - VTS). “O objetivo de implantar este sistema é aumentar a segurança da navegação, o controle do tráfego marítimo e do meio ambiente, além de diminuir os riscos de acidente - com rapidez, integração e eficiência. Para implantação, estamos contando com recursos da união”, afirma o superintendente.


Diálogo

Dividino lembrou que o objetivo da criação do Grupo de Trabalho Intersetorial da Dragagem foi o de juntar idéias e sugestões que pudessem contribuir na elaboração do plano contínuo de dragagem dos portos. “Pretendemos restabelecer a eficiência, aumentar a segurança e, conseqüentemente, melhorar a imagem do Porto de Paranaguá. Queremos evitar os problemas que a falta de diálogo, no passado, causou”, disse.

O grupo volta a se reunir no dia 26 de julho quando será discutido o plano de dragagem de manutenção dos pontos críticos do canal de acesso aos portos paranaenses - já contratada pela Appa - e sobre a derrocagem.

A dragagem, que inicia ainda este mês, está dividida em dois lotes e compreende a dragagem do Canal da Galheta, partes da bacia de evolução e o acesso ao Porto de Antonina, num total de 3,5 milhões de metros cúbicos a serem dragados. A obra custará R$ 37 milhões e será paga com recursos próprios da Appa. O prazo de execução da obra é de seis meses.
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