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IBGE: crescimento do setor de serviços chega a 8% no ano

Dados são do IBGE.

Agência Brasil
17/06/2014 10:39
Visualizações: 1051

 

A receita do setor de serviços fechou o mês de abril com crescimento nominal de 6,2%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, acumulando nos quatro primeiros meses do ano uma expansão nominal de 8% na comparação ao período janeiro-abril de 2013 – a menor taxa desde os 7,6% de março do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses (taxa anualizada), o crescimento chegou a 8,3% quando analisados os 12 meses imediatamente anteriores.
Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços foram divulgados hoje (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e indicam que os 6,2% de crescimento nominal do setor é a menor taxa de expansão desde os 6,1% de março do ano passado. A taxa em março deste ano ficou em 6,8% e, em fevereiro, alcançou 10,1%.
A expansão de abril foi puxada pelos serviços prestados às famílias, que chegaram a crescer 10,4%, pelos serviços profissionais, administrativos e complementares (5,2%), transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (8%) e outros serviços (9,8%). No ano, a receita dos serviços acumula alta de 8%, a menor desde março de 2013 (7,6%). Em 12 meses, o crescimento foi 8,3%.
Ao subir apenas enquanto 3,7% em abril, os serviços de informação e comunicação contribuíram de forma mais expressiva para que o crescimento do setor de serviços em abril se situasse em um patamar inferior aos dos meses anteriores. A expansão é inferior aos 4,4% de março e 6,7% de fevereiro.
Já a expansão de 10,4% nos serviços prestados às famílias em abril, sobre igual mês do ano anterior, ficou praticamente no mesmo patamar da taxa observada em março (10%) e inferior à de fevereiro (13,3%). Neste segmento, destacam-se os serviços de alojamento e alimentação com crescimento de 10,8% e outros serviços prestados às famílias, com variação de 8%. A série da variação acumulada vem se mantendo, nos quatro primeiros meses de 2014, em patamar superior à série de maio a dezembro de 2013.
Do ponto de vista regional, apenas o Piauí registrou variação nominal negativa de 0,4% em relação ao igual mês do ano anterior. As maiores variações ocorreram no Distrito Federal (15,8%), Acre (14,3%) e Mato Grosso (11,7%). As menores taxas positivas foram na Bahia (1,1%), em Minas Gerais (1,5%) e no Espírito Santo (2,3%).
A principal contribuição para o resultado de abril foi registrada em São Paulo (37,1%), com participação de 2,3 pontos percentuais na composição do índices, seguido do Rio de Janeiro, com 24,2% de contribuição e 1,5 ponto percentual de participação, seguidos do Distrito Federal, com 6,6% de contribuição e 0,4 participação na composição do índice.
A Pesquisa Mensal de Serviços é o primeiro indicador conjuntural mensal que investiga o setor no país, abrange as atividades do segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação e administração pública.

A receita do setor de serviços fechou o mês de abril com crescimento nominal de 6,2%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, acumulando nos quatro primeiros meses do ano uma expansão nominal de 8% na comparação ao período janeiro-abril de 2013 – a menor taxa desde os 7,6% de março do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses (taxa anualizada), o crescimento chegou a 8,3% quando analisados os 12 meses imediatamente anteriores.

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços foram divulgados hoje (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e indicam que os 6,2% de crescimento nominal do setor é a menor taxa de expansão desde os 6,1% de março do ano passado. A taxa em março deste ano ficou em 6,8% e, em fevereiro, alcançou 10,1%.

A expansão de abril foi puxada pelos serviços prestados às famílias, que chegaram a crescer 10,4%, pelos serviços profissionais, administrativos e complementares (5,2%), transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (8%) e outros serviços (9,8%). No ano, a receita dos serviços acumula alta de 8%, a menor desde março de 2013 (7,6%). Em 12 meses, o crescimento foi 8,3%.

Ao subir apenas enquanto 3,7% em abril, os serviços de informação e comunicação contribuíram de forma mais expressiva para que o crescimento do setor de serviços em abril se situasse em um patamar inferior aos dos meses anteriores. A expansão é inferior aos 4,4% de março e 6,7% de fevereiro.

Já a expansão de 10,4% nos serviços prestados às famílias em abril, sobre igual mês do ano anterior, ficou praticamente no mesmo patamar da taxa observada em março (10%) e inferior à de fevereiro (13,3%). Neste segmento, destacam-se os serviços de alojamento e alimentação com crescimento de 10,8% e outros serviços prestados às famílias, com variação de 8%. A série da variação acumulada vem se mantendo, nos quatro primeiros meses de 2014, em patamar superior à série de maio a dezembro de 2013.

Do ponto de vista regional, apenas o Piauí registrou variação nominal negativa de 0,4% em relação ao igual mês do ano anterior. As maiores variações ocorreram no Distrito Federal (15,8%), Acre (14,3%) e Mato Grosso (11,7%). As menores taxas positivas foram na Bahia (1,1%), em Minas Gerais (1,5%) e no Espírito Santo (2,3%).

A principal contribuição para o resultado de abril foi registrada em São Paulo (37,1%), com participação de 2,3 pontos percentuais na composição do índices, seguido do Rio de Janeiro, com 24,2% de contribuição e 1,5 ponto percentual de participação, seguidos do Distrito Federal, com 6,6% de contribuição e 0,4 participação na composição do índice.

A Pesquisa Mensal de Serviços é o primeiro indicador conjuntural mensal que investiga o setor no país, abrange as atividades do segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação e administração pública.

 

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