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Ibre: confiança dos empresários da indústria é a mais baixa desde 2009

Índice passou de 90,7 para 87,2 pontos.

Ascom FGV
30/06/2014 14:38
Ibre: confiança dos empresários da indústria é a mais baixa desde 2009 Imagem: Divulgação Visualizações: 907

 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/IBRE) recuou 3,9% entre maio e junho de 2014 ao passar de 90,7 para 87,2 pontos. Após a sexta queda consecutiva, o índice distancia-se da média histórica, de 105,4 pontos, e atinge o menor nível desde maio de 2009.
A queda do índice em junho foi motivada principalmente pela piora das expectativas em relação aos meses seguintes: o Índice de Expectativas (IE) recuou 5,4%, para 84,4 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 2,4%, indo para 90,1 pontos. De acordo com o instituto, a queda adicional da confiança e a expressiva diminuição do nível de utilização da capacidade no mês sinalizam o aprofundamento do quadro de deterioração do ambiente de negócios que vinha sendo observado ao longo do segundo trimestre. A piora persistente das expectativas, por sua vez, mostra que o empresariado industrial ainda não vê sinais de melhora no curto prazo.
A avaliação sobre o nível atual de demanda exerceu a maior influência na queda do ISA. O indicador deste quesito caiu 3,2% em junho, para 84,5 pontos, o menor desde abril de 2009 (80,5). A proporção de empresas avaliando o nível de demanda como forte manteve-se praticamente estável, ao passar de 8,3% para 8,5%, enquanto a parcela de empresas que o consideram fraco saltou de 21,0% para 24,0%.
Pelo quinto mês seguido, a previsão de produção foi o quesito que mais contribuiu para a queda do IE. O indicador recuou 5,8% em junho, para 100,9 pontos, também o menor desde fevereiro de 2009. A proporção de empresas que preveem aumentar a produção nos três meses seguintes aumentou de 22,4% para 23,6%; mas a parcela de empresas prevendo reduzir a produção aumentou em magnitude superior, de 15,3% para 22,7%.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) diminuiu de 84,3% para 83,5% entre maio e junho, atingindo o menor patamar desde novembro de 2011 (83,3%). Segundo o IBRE, a queda de 0,8 ponto percentual (p.p.) na margem foi a maior desde janeiro de 2009 (-1,6 p.p.) e parece refletir a combinação de demanda enfraquecida e feriados pontuais relacionados à Copa do Mundo.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/IBRE) recuou 3,9% entre maio e junho de 2014 ao passar de 90,7 para 87,2 pontos. Após a sexta queda consecutiva, o índice distancia-se da média histórica, de 105,4 pontos, e atinge o menor nível desde maio de 2009.

A queda do índice em junho foi motivada principalmente pela piora das expectativas em relação aos meses seguintes: o Índice de Expectativas (IE) recuou 5,4%, para 84,4 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 2,4%, indo para 90,1 pontos. De acordo com o instituto, a queda adicional da confiança e a expressiva diminuição do nível de utilização da capacidade no mês sinalizam o aprofundamento do quadro de deterioração do ambiente de negócios que vinha sendo observado ao longo do segundo trimestre. A piora persistente das expectativas, por sua vez, mostra que o empresariado industrial ainda não vê sinais de melhora no curto prazo.

A avaliação sobre o nível atual de demanda exerceu a maior influência na queda do ISA. O indicador deste quesito caiu 3,2% em junho, para 84,5 pontos, o menor desde abril de 2009 (80,5). A proporção de empresas avaliando o nível de demanda como forte manteve-se praticamente estável, ao passar de 8,3% para 8,5%, enquanto a parcela de empresas que o consideram fraco saltou de 21,0% para 24,0%.

Pelo quinto mês seguido, a previsão de produção foi o quesito que mais contribuiu para a queda do IE. O indicador recuou 5,8% em junho, para 100,9 pontos, também o menor desde fevereiro de 2009. A proporção de empresas que preveem aumentar a produção nos três meses seguintes aumentou de 22,4% para 23,6%; mas a parcela de empresas prevendo reduzir a produção aumentou em magnitude superior, de 15,3% para 22,7%.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) diminuiu de 84,3% para 83,5% entre maio e junho, atingindo o menor patamar desde novembro de 2011 (83,3%). Segundo o IBRE, a queda de 0,8 ponto percentual (p.p.) na margem foi a maior desde janeiro de 2009 (-1,6 p.p.) e parece refletir a combinação de demanda enfraquecida e feriados pontuais relacionados à Copa do Mundo.

 

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