Evento

IHI Corporation promove encontro no Rio

Empresa quer fortalecer presença no Brasil.

Redação TN/ Maria Fernanda Romero
01/03/2013 13:33
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Evento
IHI Corporation promove encontro no Rio
De olho no petróleo do Brasil, a japonesa IHI Corporation, 
conhecida como Ishikawajima, está fortalecendo sua presença no 
país e promoveu nesta quinta-feira (28), no Rio de Janeiro, o 2º 
Fórum de Tecnologia Ishikawajima.
O objetivo do evento foi encontrar empresas fluminenses a fim de 
trocar experiências, apresentar suas novas tecnologias 
relacionadas com energia, desenvolvimento de recursos naturais e 
expansão da produção de alimentos.
"Começamos com a construção naval, em seguida, empregando as 
altas tecnologias em engenharia mecânica para desenvolver e 
fabricar máquinas e aparelhos para uso terrestre e, posteriormente, 
estendendo nossas operações também para a indústria 
aeroespacial", comentou Keisuke Tanaka, vice presidente da IHI.
Por cerca três décadas, a Ishikawajima foi um dos grandes nomes 
da construção de navios de grande porte no Brasil. Em 1959, a 
empresa fundou, no bairro do Caju, zona portuária do Rio, um 
estaleiro de grande porte, o Ishibrás, mas em 1994, depois de 
enfrentar dificuldades financeiras, a empresa se retirou do país.
De volta ao Brasil, desde 2011, a empresa abriu um escritório 
comercial no centro do Rio para estudar oportunidades de negócios 
em setores como petróleo, siderurgia, transportes e indústria naval. 
Segundo Yoshio Kohama, gerente de projetos offshore e operações 
de estruturas metálicas da IHI, uma oportunidade interessante de 
fornecimento ao país seria o SPB Tank, tanque de combustível de 
gás mais adequado para FLNG (planta de GNL flutuante).
"O SPB é um tanque marítimo de gás natural liquefeito (GNL) que 
pode contribuir para produção e estocagem de GNL em alto mar, 
pois é capaz de navegar por longos períodos no mar", explica. 
Na ocasião, Toshijuki Suda, gerente do departamento de Pesquisa 
e Desenvolvimento da IHI, comentou também sobre o gaseificador 
Twin da IHI (TIGAR), tecnologia para sistema de cogeração de 
biomassa, que pode ser utilizada no Brasil.
O TIGAR é um sistema de energia renovável por regaseificação que 
utiliza combustível do motor a gás convertido a partir de biomassa. 
"Este sistema executa uma gaseificação por vapor e obtém gás 
combustível com um valor calorífico mais alto que a gaseificação na 
presença de ar ou oxigênio. Como resultado é possível uma 
combustão estável e a geração de potência através de um motor  
gás", conta o executivo. De acordo com Toshijuki Suda, a IHI 
aproveitou o conhecimento que adquiriu no desenvolvimento da 
gaseificação a partir do carvão.
O encontro contou ainda com palestra do professor Yasuhiro Kato, 
do Centro de Pesquisa de Fronteira em Energia e Recursos 
Naturais da Universidade de Tóquio sobre sedimento no alto-mar 
do Oceano Pacífico como nova fonte mineral de elementos de terra
-rara; e palestra do Tomohisa Ehara, gerente da divisão de 
desenvolvimento de negócios corporativos da IHI, sobre 
biocombustível a partir de algas.

De olho no Brasil, a japonesa IHI Corporation, conhecida como Ishikawajima, está fortalecendo sua presença no país e promoveu nesta quinta-feira (28), no Rio de Janeiro, o 2º Fórum de Tecnologia Ishikawajima.

 

O objetivo do evento foi encontrar empresas fluminenses a fim de  trocar experiências, apresentar suas novas tecnologias relacionadas com energia, desenvolvimento de recursos naturais e expansão da produção de alimentos.


"Começamos com a construção naval, em seguida, empregando as altas tecnologias em engenharia mecânica para desenvolver e fabricar máquinas e aparelhos para uso terrestre e, posteriormente, estendendo nossas operações também para a indústria aeroespacial", comentou Keisuke Tanaka, vice presidente da IHI.


Por cerca três décadas, a Ishikawajima foi um dos grandes nomes da construção de navios de grande porte no Brasil. Em 1959, a empresa fundou, no bairro do Caju, zona portuária do Rio, um estaleiro de grande porte, o Ishibrás, mas em 1994, depois de enfrentar dificuldades financeiras, a empresa se retirou do país.


De volta ao Brasil, desde 2011, a empresa abriu um escritório comercial no centro do Rio para estudar oportunidades de negócios em setores como petróleo, siderurgia, transportes e indústria naval.

 
Segundo Yoshio Kohama, gerente de projetos offshore e operações de estruturas metálicas da IHI, uma oportunidade interessante de fornecimento ao país seria o SPB Tank, tanque de combustível de gás mais adequado para FLNG (planta de GNL flutuante). "O SPB é um tanque marítimo de gás natural liquefeito (GNL) que pode contribuir para produção e estocagem de GNL em alto mar, pois é capaz de navegar por longos períodos no mar", explica. 


Na ocasião, Toshiyuki Suda, gerente do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da IHI, comentou também sobre o gaseificador Twin da IHI (TIGAR), tecnologia para sistema de cogeração de biomassa, que pode ser utilizada no Brasil.


O TIGAR é um sistema de energia renovável por regaseificação que utiliza combustível do motor a gás convertido a partir de biomassa. "Este sistema executa uma gaseificação por vapor e obtém gás combustível com um valor calorífico mais alto que a gaseificação na presença de ar ou oxigênio. Como resultado é possível uma combustão estável e a geração de potência através de um motor gás", conta o executivo. De acordo com Toshijuki Suda, a IHI aproveitou o conhecimento que adquiriu no desenvolvimento da gaseificação a partir do carvão.


O encontro contou ainda com palestra do professor Yasuhiro Kato, do Centro de Pesquisa de Fronteira em Energia e Recursos Naturais da Universidade de Tóquio sobre sedimento no alto-mar do Oceano Pacífico como nova fonte mineral de elementos de terra -rara; e palestra do Tomohisa Ehara, gerente da divisão de desenvolvimento de negócios corporativos da IHI, sobre biocombustível a partir de algas.

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