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Indústria do aço encerra ano difícil

Instituto Aço Brasil antevê melhoria em 2013.

Redação TN
27/11/2012 16:20
Visualizações: 1284

 

Indústria do aço encerra ano difícil
Em um cenário econômico internacional deteriorado e com excedentes de produção no mundo de mais de 500 milhões de toneladas, a indústria brasileira do aço deve, segundo previsões do Instituto Aço Brasil, fechar 2012 com queda na produção (-1,1%) e exportações (-10,9%), assim como com crescimento inexpressivo do consumo aparente (+1,1%) e das vendas (+1,3%). As usinas produtoras de aço no Brasil operaram durante o ano de 2012, com grau de utilização de sua capacidade muito baixo (72,5%), o que acabou por impactar seus resultados econômicos financeiros. Esta ociosidade deve-se ao fraco desempenho do mercado interno e à competição não isonômica das importações. Tal assimetria competitiva deve-se basicamente aos tributos elevados e cumulativos e, embora parcialmente revertida, à apreciação do Rea l, o que impactou também na redução das exportações.
 
A produção brasileira de aço deve fechar o ano em 34,8 milhões de toneladas, enquanto as vendas internas devem ser de 21,7 milhões de toneladas. A previsão das exportações é de 9,7  milhões de toneladas. Já as importações devem ser de 3,8 milhões de toneladas, 0,9% superior a 2011. O consumo aparente de aço no Brasil está previsto, segundo o Instituto Aço Brasil em 25,3 milhões de toneladas, com queda do consumo aparente de 130 kg/habitante em 2011 para 128 kg/habitante.
2013 - A expectativa para 2013, no entanto, é de melhoria. As vendas das usinas devem voltar pela primeira vez ao patamar de 2008, chegando a 23,4 milhões de toneladas. O consumo aparente está previsto em 26,4 milhões de toneladas, 4,3% a mais do que o previsto para este ano. Isso representa 65% de sobra em relação  à capacidade de 48,4 milhões de toneladas de aço bruto. Em 2012, a sobra foi de 72%. Acredita-se que as medidas que vêm sendo adotadas pelo Governo serão propulsoras do crescimento no ano que vem e se refletirão em melhores resultados para o setor que, embora moderno e atualizado tecnologicamente, depende dos ganhos de escala decorrentes da utilização de capacidade. 

Em um cenário econômico internacional deteriorado e com excedentes de produção no mundo de mais de 500 milhões de toneladas, a indústria brasileira do aço deve, segundo previsões do Instituto Aço Brasil, fechar 2012 com queda na produção (-1,1%) e exportações (-10,9%), assim como com crescimento inexpressivo do consumo aparente (+1,1%) e das vendas (+1,3%). As usinas produtoras de aço no Brasil operaram durante o ano de 2012, com grau de utilização de sua capacidade muito baixo (72,5%), o que acabou por impactar seus resultados econômicos financeiros. Esta ociosidade deve-se ao fraco desempenho do mercado interno e à competição não isonômica das importações. Tal assimetria competitiva deve-se basicamente aos tributos elevados e cumulativos e, embora parcialmente revertida, à apreciação do Rea l, o que impactou também na redução das exportações.


 
A produção brasileira de aço deve fechar o ano em 34,8 milhões de toneladas, enquanto as vendas internas devem ser de 21,7 milhões de toneladas. A previsão das exportações é de 9,7  milhões de toneladas. Já as importações devem ser de 3,8 milhões de toneladas, 0,9% superior a 2011. O consumo aparente de aço no Brasil está previsto, segundo o Instituto Aço Brasil em 25,3 milhões de toneladas, com queda do consumo aparente de 130 kg/habitante em 2011 para 128 kg/habitante.



2013 - A expectativa para 2013, no entanto, é de melhoria. As vendas das usinas devem voltar pela primeira vez ao patamar de 2008, chegando a 23,4 milhões de toneladas. O consumo aparente está previsto em 26,4 milhões de toneladas, 4,3% a mais do que o previsto para este ano. Isso representa 65% de sobra em relação  à capacidade de 48,4 milhões de toneladas de aço bruto. Em 2012, a sobra foi de 72%. Acredita-se que as medidas que vêm sendo adotadas pelo Governo serão propulsoras do crescimento no ano que vem e se refletirão em melhores resultados para o setor que, embora moderno e atualizado tecnologicamente, depende dos ganhos de escala decorrentes da utilização de capacidade. 

 

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