Lançamento

Lançada em dezembro, pedra fundamental da Refinaria Premium II

A Petrobras lançou, no dia 29 de dezembro de 2010, a pedra fundamental para a implantação da Refinaria Premium II, empreendimento integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no estado do Ceará. A cerimônia de lançamento contou com as presenças do presidente da República, Lui

Agência Petrobras
03/01/2011 09:24
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A Petrobras lançou, no dia 29 de dezembro de 2010, a pedra fundamental para a implantação da Refinaria Premium II, empreendimento integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no estado do Ceará. A cerimônia de lançamento contou com as presenças do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do governador do Ceará, Cid Gomes, do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo e do diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa.

 

Após participar da cerimônia de lançamento, o presidente da República informou que a Petrobras começou o processo de investigação geotécnica para análise da implantação da refinaria. "Já foram perfurados trezentos dos quinhentos poços para análise do solo da unidade", disse Lula, para em seguida abordar o papel econômico do empreendimento "Não queremos exportar óleo bruto para ser refinado em outro país. Queremos refinar o petróleo aqui e exportar produtos com maior valor agregado, para trazer mais riqueza ao povo brasileiro", explicou.     

 

Durante a solenidade, o presidente da Petrobras falou sobre a importância do mercado nordestino e sobre a atuação da Companhia na região. Gabrielli abriu seu discurso citando o papel estratégico de outro empreendimento da estatal na região, a criação do terminal de regaseificação de GNL, em Pecém. “É uma obra aparentemente simples, mas se não existisse não teríamos gás suficiente para alimentar as térmicas este ano”, disse.

 

Sobre a refinaria, Gabrielli lembrou que a nomenclatura de “Premium” foi criada na época em função da complexidade e da orientação inicial da unidade que era de atender exclusivamente ao mercado externo. “Hoje além da exportação, essa refinaria também terá um papel fundamental para atender o mercado nordestino e brasileiro”, falou lembrando do crescimento do mercado nacional.

 

Gabrielli também reforçou a decisão da criação desta unidade no Ceará e completou seu discurso informando que o cronograma das obras está definido. “Iniciamos o processo de sondagem do terreno e já contratamos o projeto básico. O processo de terraplanagem deverá começar no terceiro trimestre de 2011 e a produção inicial em 2017”.

 

A Universidade Federal do Ceará foi contratada para realizar o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente, que está em andamento. A área que está sendo estudada para a implantação da Refinaria Premium II fica no Complexo Industrial do Porto de Pecém (CIPP), no município de Caucaia (CE), onde está sendo iniciada campanha de sondagem do terreno. A unidade deverá produzir diesel com baixo teor de enxofre, querosene de aviação, nafta, gás de cozinha e bunker (combustível de navio). A refinaria deverá operar a partir de 2017, com produção de 300 mil barris/dia. Para implantação do projeto há previsão da geração de 90 mil  postos de trabalho diretos, indiretos e por efeito renda.

 

A Petrobras assinou com a empresa americana UOP, tradicional fornecedora de tecnologia na área de refino de petróleo, contrato para elaboração dos projetos básicos e de pré-detalhamento das Refinarias Premium I, a ser construída no estado do Maranhão, e da Refinaria Premium II, no estado do Ceará, para a produção de derivados para os mercados nacional e internacional. Estão em estudo processos de refino iguais, proporcionando uma redução de custos de projeto e de instalação, além de diminuir os prazos de execução dos projetos.

 

A Petrobras estabeleceu que os projetos deverão seguir padrões e normas internacionais, também respeitando as normas legais brasileiras. Os projetos de pré-detalhamento (FEED – Front End Engineering Design), apesar de serem responsabilidade da UOP, serão executados por empresas de engenharia brasileiras, garantindo a utilização de mão de obra nacional.

 

 
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