Balanço

Lobão garante que não faltará energia nos próximos quatro anos

Não há risco de apagão nem de falta de petróleo, gás natural, diesel ou etanol no país até 2012. A garantia é do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, após reunião nesta segunda-feira (2) do Conselho Nacional de Política Energética que fez um balanço sobre oferta e demanda de ene

Agência Brasil
03/12/2008 09:27
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Não há risco de apagão nem de falta de petróleo, gás natural, diesel ou etanol no país até 2012. A garantia é do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, após reunião nesta segunda-feira (2) do Conselho Nacional de Política Energética que fez um balanço sobre oferta e demanda de energia no país para os próximos quatro anos.

 

“Chegamos a conclusão de que estamos rigorosamente dentro dos cronogramas de segurança energética em nosso país. Não há possibilidade de termos surpresas desagradáveis, notadamente com energia elétrica”, disse.

 

Edison Lobão afirmou que o cronograma de construção de hidrelétricas e térmicas está sob controle, e manifestou otimismo quanto a uma decisão, já nesta amanhã (3), da Justiça Federal de Rondônia sobre a construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO).


 

Na última sexta-feira (28), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pediu à Justiça Federal a reconsideração da decisão liminar que suspendeu a licença de instalação da usina.

 

Como exemplo da capacidade energética do país, o ministro das Minas e Energia lembrou que a produção nacional de gás subiu de 54 milhões de metros cúbicos/dia em janeiro deste ano para 74 milhões agora em dezembro. Além disso, o Brasil aumentou em 20 milhões de metros cúbicos o volume importado da Bolívia.

 

Edison Lobão informou que o país deixou de receber entre dois e quatro milhões de metros cúbicos de gás boliviano por dia em razão dos danos causados ao gasoduto Bolívia-Brasil pelas chuvas em Santa Catarina. Ele garantiu que esse volume não está fazendo falta e que o país não está pagando pelo gás não recebido, pois o produto está sendo comercializado, pela Bolívia, com outros países.

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