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Lucro da BP cai quase 80% no trimestre

Valor ficou 79% menor do que 2013.

Valor Econômico
29/04/2014 13:13
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A BP, gigante britânica de petróleo e gás natural, anunciou lucro líquido de US$ 3,5 bilhões, considerando a parcela atribuível aos controladores. O valor ficou 79% menor do que no mesmo período de 2013, muito por conta de base forte de comparação com a venda de fatia na TNK-BP no ano passado.
A receita líquida, por sua vez, recuou 2,6% entre janeiro e março e terminou em US$ 91,7 bilhões. A companhia informou que foram produzidos 2,13 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia nos três meses, ou seja, queda de 8,5%. A perda de uma concessão em Abu Dhabi pesou sobre o volume extraído no trimestre.
O balanço também mostra que o preço médio de venda dos barris ficou menor no período. A baixa foi de 1,6%, para US$ 66,16 cada, levando em conta tanto petróleo quanto gás. As vendas de produtos refinados chegaram a 2,8 milhões de barris por dia, redução de 10%, enquanto a margem do refino — que baliza os preços de venda — recuou 23,6%, para US$ 13,30.
Além da perda de faturamento, a BP enfrentou no trimestre alta nas despesas com distribuição e administração, que subiram 8,3% para US$ 3,2 bilhões, e crescimento de 12,3% nas depreciações e amortizações, para US$ 3,59 bilhões. Mas foi o ganho de US$ 12,54 bilhões com a venda de participação na TNK-BP para a russa Rosneft entre janeiro e março do ano passado que afetou a comparação no balanço de 2014.
Para o segundo trimestre, o grupo britânico acredita que a produção ficará menor do que a apresentada nos três primeiros meses do ano. Já a margem de refino provavelmente subirá, segundo a empresa, dada a redução de estoques especialmente nos Estados Unidos.
Sobre o vazamento de petróleo que protagonizou no Golfo do México, a BP informou que gastou US$ 29 milhões entre janeiro e março. Além disso, seu fundo criado para cuidar de potenciais indenizações possuía caixa em US$ 4,6 bilhões para desembolsos ao fim de março. 

A BP, gigante britânica de petróleo e gás natural, anunciou lucro líquido de US$ 3,5 bilhões, considerando a parcela atribuível aos controladores. O valor ficou 79% menor do que no mesmo período de 2013, muito por conta de base forte de comparação com a venda de fatia na TNK-BP no ano passado.

A receita líquida, por sua vez, recuou 2,6% entre janeiro e março e terminou em US$ 91,7 bilhões. A companhia informou que foram produzidos 2,13 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia nos três meses, ou seja, queda de 8,5%. A perda de uma concessão em Abu Dhabi pesou sobre o volume extraído no trimestre.

O balanço também mostra que o preço médio de venda dos barris ficou menor no período. A baixa foi de 1,6%, para US$ 66,16 cada, levando em conta tanto petróleo quanto gás. As vendas de produtos refinados chegaram a 2,8 milhões de barris por dia, redução de 10%, enquanto a margem do refino — que baliza os preços de venda — recuou 23,6%, para US$ 13,30.

Além da perda de faturamento, a BP enfrentou no trimestre alta nas despesas com distribuição e administração, que subiram 8,3% para US$ 3,2 bilhões, e crescimento de 12,3% nas depreciações e amortizações, para US$ 3,59 bilhões. Mas foi o ganho de US$ 12,54 bilhões com a venda de participação na TNK-BP para a russa Rosneft entre janeiro e março do ano passado que afetou a comparação no balanço de 2014.

Para o segundo trimestre, o grupo britânico acredita que a produção ficará menor do que a apresentada nos três primeiros meses do ano. Já a margem de refino provavelmente subirá, segundo a empresa, dada a redução de estoques especialmente nos Estados Unidos.

Sobre o vazamento de petróleo que protagonizou no Golfo do México, a BP informou que gastou US$ 29 milhões entre janeiro e março. Além disso, seu fundo criado para cuidar de potenciais indenizações possuía caixa em US$ 4,6 bilhões para desembolsos ao fim de março. 

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