Economia

Mau humor da economia faz o Ibovespa cair 2,05%

Setor siderúrgico foi um dos destaques negativos.

Diário do Nordeste
19/02/2014 09:52
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O mau humor do investidor com a situação da economia brasileira mostrou suas garras no pregão da Bovespa. Na contramão das bolsas norte-americanas, o principal índice à vista engatou uma trajetória de baixa firme à tarde, com sucessivas pontuações mínimas sendo renovadas, em meio a um movimento de stop loss. O setor siderúrgico foi um dos destaques negativos, mas Petrobras e empresas de energia também recuaram firme.
O Ibovespa fechou em baixa de 2,05%, aos 46.599,76 pontos, na mínima. Foi o menor patamar desde os 46.147,52 pontos de 3 de fevereiro. Na máxima, 47.712 pontos (+0,29%). No mês, acumula perda de 2,18% e, no ano, de 9,53%. O giro financeiro totalizou R$ 6,881 bilhões.
Eletrobras ON caiu 3,99%, Eletropaulo PN, -4,82%, Light ON, -6,30%, e Energias do Brasil ON, -5,22%. As empresas podem sofrer com um eventual racionamento de energia, apesar de a ONS ter afirmado no final da tarde que o abastecimento até 2015 está garantido se os reservatórios atingirem 43% até fim de abril.
O setor siderúrgico foi outro destaque de baixa nesta terça-feira: Usiminas PNA, -7,88%, CSN ON, -4,97%, Gerdau PN, -6,04%, e Metalúrgica Gerdau PN, -5,19%. Os profissionais consultados apontaram os dados de produção de aço bruto divulgados na última segunda-feira pela IABr, os de ontem, do Inda, e a previsão de alta menor da produção industrial chinesa como justificativa para tal desempenho.
Vale conseguiu operar a maior parte do dia em alta, mas perdeu fôlego no final. A ação ON subiu 0,23% e a PNA caiu 0,46%. Petrobras ON cedeu 1,34% e a PN, 2,22%.
Nos Estados Unidos, as bolsas norte-americanas operavam sem uniformidade. O Dow Jones caía 0,08% no fechamento da Bovespa, pressionado pela Coca-Cola, após balanço fraco, enquanto o S&P subia 0,19% e o Nasdaq, 0,75%.
Câmbio
Nesta terça-feira, o dólar no balcão encerrou em alta de 0,25%, cotado a R$ 2,3930. O giro financeiro no mercado à vista ficou em torno de US$ 1,046 bilhão, de acordo com dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa.

O mau humor do investidor com a situação da economia brasileira mostrou suas garras no pregão da Bovespa. Na contramão das bolsas norte-americanas, o principal índice à vista engatou uma trajetória de baixa firme à tarde, com sucessivas pontuações mínimas sendo renovadas, em meio a um movimento de stop loss. O setor siderúrgico foi um dos destaques negativos, mas Petrobras e empresas de energia também recuaram firme.

O Ibovespa fechou em baixa de 2,05%, aos 46.599,76 pontos, na mínima. Foi o menor patamar desde os 46.147,52 pontos de 3 de fevereiro. Na máxima, 47.712 pontos (+0,29%). No mês, acumula perda de 2,18% e, no ano, de 9,53%. O giro financeiro totalizou R$ 6,881 bilhões.

Eletrobras ON caiu 3,99%, Eletropaulo PN, -4,82%, Light ON, -6,30%, e Energias do Brasil ON, -5,22%. As empresas podem sofrer com um eventual racionamento de energia, apesar de a ONS ter afirmado no final da tarde que o abastecimento até 2015 está garantido se os reservatórios atingirem 43% até fim de abril.

O setor siderúrgico foi outro destaque de baixa nesta terça-feira: Usiminas PNA, -7,88%, CSN ON, -4,97%, Gerdau PN, -6,04%, e Metalúrgica Gerdau PN, -5,19%. Os profissionais consultados apontaram os dados de produção de aço bruto divulgados na última segunda-feira pela IABr, os de ontem, do Inda, e a previsão de alta menor da produção industrial chinesa como justificativa para tal desempenho.

Vale conseguiu operar a maior parte do dia em alta, mas perdeu fôlego no final. A ação ON subiu 0,23% e a PNA caiu 0,46%. Petrobras ON cedeu 1,34% e a PN, 2,22%.

Nos Estados Unidos, as bolsas norte-americanas operavam sem uniformidade. O Dow Jones caía 0,08% no fechamento da Bovespa, pressionado pela Coca-Cola, após balanço fraco, enquanto o S&P subia 0,19% e o Nasdaq, 0,75%.


Câmbio

Nesta terça-feira, o dólar no balcão encerrou em alta de 0,25%, cotado a R$ 2,3930. O giro financeiro no mercado à vista ficou em torno de US$ 1,046 bilhão, de acordo com dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa.

 

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