Resultado

Mercado de combustíveis deve fechar 2012 com crescimento de 6,3%

Dados foram divulgados hoje pelo Sindicom.

Agência Brasil
11/12/2012 11:45
Mercado de combustíveis deve fechar 2012 com crescimento de 6,3% Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 1010

 

Mercado de combustíveis deve fechar 2012 com crescimento de 6,3%
11/12/2012 - 10h19
Economia
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A venda de combustíveis no Brasil deve fechar este ano com aumento de 6,3%, em relação a 2011. Segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), devem ser comercializados no país 118 bilhões de litros neste ano.
“É um crescimento bastante expressivo, diria até surpreendente para uma economia que cresce em torno de 1,5%. Não me recordo no passado de um PIB tão pequeno associado a um consumo de combustíveis tão elevado”, disse o presidente executivo do Sindicom, Alisio Vaz.
Respondendo por 47,1% do mercado, o óleo diesel deve ter um crescimento de 6,8% nas vendas neste ano, acima da média dos combustíveis. O maior crescimento deve ser registrado nas regiões Centro-Oeste (11%), Nordeste (10%) e Norte (10%).
A gasolina, que representa 33,6% do mercado, terá um crescimento ainda maior: 12,2%. O destaque é a Região Nordeste, onde se espera ter uma alta de 17% nas vendas. No Norte e Centro-Oeste, o mercado deve crescer 15% neste ano.
O querosene de aviação, que tem 6,3% de participação, terá o maior crescimento entre os combustíveis: 36%. Por outro lado, etanol hidratado, óleo combustível e gás natural veicular deverão ter quedas.
O etanol hidratado, que responde por 8,2% do mercado, deverá ter uma redução de 10,4%. Uma das razões pode ser o alto preço do combustível. Segundo o Sindicom, vale a pena abastecer o carro com etanol apenas quando ele tem até 70% do preço da gasolina. Isso ocorreu apenas em quatro estados, entre janeiro e novembro deste ano.
Em São Paulo, o etanol teve preço competitivo em nove meses. Em Goiás, a situação se manteve por oito meses, e em Mato Grosso, por sete meses. No Paraná, o etanol custou abaixo de 70% do preço da gasolina apenas durante um mês.
As quedas esperadas para o gás natural veicular (GNV) e para o óleo combustível chegam a 7% e 2,5%, respectivamente.
Entre os lubrificantes, o crescimento esperado das vendas é 1,9%, com destaque para os automotivos (3%). As graxas e os óleos básicos devem aumentar 1,7%. Já os lubrificantes industriais devem ter queda de 1,2%.
Levantamento divulgado hoje (11) pelo Sindicom também mostra que a gasolina é o combustível com maior carga tributária (34,3%). O diesel tem uma carga de tributos média de 20,6%. Já o etanol tem carga de impostos menor em São Paulo (19,1%) do que no resto do país (27,8%).

A venda de combustíveis no Brasil deve fechar este ano com aumento de 6,3%, em relação a 2011. Segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), devem ser comercializados no país 118 bilhões de litros neste ano.


“É um crescimento bastante expressivo, diria até surpreendente para uma economia que cresce em torno de 1,5%. Não me recordo no passado de um PIB tão pequeno associado a um consumo de combustíveis tão elevado”, disse o presidente executivo do Sindicom, Alisio Vaz.


Respondendo por 47,1% do mercado, o óleo diesel deve ter um crescimento de 6,8% nas vendas neste ano, acima da média dos combustíveis. O maior crescimento deve ser registrado nas regiões Centro-Oeste (11%), Nordeste (10%) e Norte (10%).


A gasolina, que representa 33,6% do mercado, terá um crescimento ainda maior: 12,2%. O destaque é a Região Nordeste, onde se espera ter uma alta de 17% nas vendas. No Norte e Centro-Oeste, o mercado deve crescer 15% neste ano.


O querosene de aviação, que tem 6,3% de participação, terá o maior crescimento entre os combustíveis: 36%. Por outro lado, etanol hidratado, óleo combustível e gás natural veicular deverão ter quedas.
O etanol hidratado, que responde por 8,2% do mercado, deverá ter uma redução de 10,4%. Uma das razões pode ser o alto preço do combustível. Segundo o Sindicom, vale a pena abastecer o carro com etanol apenas quando ele tem até 70% do preço da gasolina. Isso ocorreu apenas em quatro estados, entre janeiro e novembro deste ano.


Em São Paulo, o etanol teve preço competitivo em nove meses. Em Goiás, a situação se manteve por oito meses, e em Mato Grosso, por sete meses. No Paraná, o etanol custou abaixo de 70% do preço da gasolina apenas durante um mês.


As quedas esperadas para o gás natural veicular (GNV) e para o óleo combustível chegam a 7% e 2,5%, respectivamente.


Entre os lubrificantes, o crescimento esperado das vendas é 1,9%, com destaque para os automotivos (3%). As graxas e os óleos básicos devem aumentar 1,7%. Já os lubrificantes industriais devem ter queda de 1,2%.


Levantamento divulgado hoje (11) pelo Sindicom também mostra que a gasolina é o combustível com maior carga tributária (34,3%). O diesel tem uma carga de tributos média de 20,6%. Já o etanol tem carga de impostos menor em São Paulo (19,1%) do que no resto do país (27,8%).

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Premiação
BRAVA Energia recebe prêmio máximo na OTC Houston pelo p...
25/02/26
Documento
ABPIP apresenta Agenda Estratégica 2026 ao presidente da...
25/02/26
Câmara dos Deputados
Comissão especial debate papel dos biocombustíveis na tr...
25/02/26
FEPE
O desafio de formar e atrair talentos para a indústria d...
24/02/26
Royalties
Valores referentes à produção de dezembro para contratos...
24/02/26
Energia Solar
Conjunto Fotovoltaico Assú Sol, maior projeto solar da E...
23/02/26
Internacional
UNICA e entidade indiana firmam acordo para ampliar coop...
23/02/26
Onshore
Possível descoberta de petróleo no sertão cearense mobil...
23/02/26
Oferta Permanente
ANP realizará audiência pública sobre inclusão de 15 nov...
23/02/26
Internacional
Brasil e Índia: aliança no setor de bioenergia em pauta ...
23/02/26
Biometano
MAT bate recorde de instalações de sistemas de compressã...
23/02/26
Combustíveis
Etanol amplia perdas e encerra semana com nova queda nos...
23/02/26
Macaé Energy
Macaé recebe feira estratégica de energia voltada à gera...
20/02/26
PPSA
Produção de petróleo e de gás natural da União dobra em ...
20/02/26
ESG
Inscrições abertas até 26/2 para o seminário Obrigações ...
20/02/26
Pessoas
Paulo Alvarenga é nomeado CEO da TKMS Brazil
19/02/26
Subsea
Priner expande atuação no offshore com lançamento de sol...
13/02/26
Firjan
Recorde no petróleo sustenta crescimento da indústria do...
13/02/26
E&P
Tecnologia brasileira redefine a produção em campos madu...
13/02/26
Bahia Oil & Gas Energy
Produção em campos terrestres de petróleo e gás deve cre...
12/02/26
Pré-Sal
Plataforma da Petrobras, P-79, chega ao campo de Búzios
12/02/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.