Infraestrutura

Obra do Porto de Vitória vai ser entregue em novembro, diz Codesa

Custo total da intervenção vai ser de R$ 86 milhões.

G1
17/07/2014 10:12
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O prazo para o fim das obras de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras e rochas) do Porto de Vitória foi anunciado para novembro deste ano. De acordo com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), o custo total da intervenção vai ser de R$ 86 milhões. Com a retirada de rochas do fundo das águas, medida que vai ampliar a profundidade do porto, os navios poderão sair e chegar ao porto transportando mais carga que a capacidade atual.
A obra do porto estava entre as principais de infraestrutura, prometidas pelo governo federal e reivindicadas há anos pela população capixaba. Com início no mês de maio de 2012, a conclusão estava prevista para dezembro de 2013, o que não aconteceu. Após o término dos serviços, precisa ocorrer a homologação por parte da Capitania dos Portos.
“A obra consiste em serviço de dragagem e derrocagem de pedras, aprofundando o canal de acesso, a bacia de evolução e o berço de atracação, para atingir profundidade máxima de 14 metros. Também estamos tendo alargamento do canal. Trechos que antes tinha largura de 80 metros, com as obras terão 120 metros. Isso garante maior segurança à navegação”, explicou o Coordenador de Obras e Manutenção da Codesa, Ednaldo Lepaus Baldan.
Segundo a Codesa, para alcançar a profundidade de 14 metros, é necessário remover 115 mil metros cúbicos de pedras do fundo do mar. Até este mês de julho, cerca de 85% do volume previsto já foi retirado. Com a quantidade de pedras detonadas, é possível encher mais de 7.666 caminhões. Após ser explodido, o material é levado para locais com profundidade maior.
Ednaldo explicou que o aprofundamento do porto possibilita que uma maior parte das embarcações fique submersa, aumentando o chamado “calado” dos navios. Com isso, os barcos poderão transportar mais carga. “Vamos maximizar a capacidade do porto, garantir que um navio possa sair com sua carga completa, evitando que tenha necessidade de sair e completar a carga em outro terminal. Hoje, nosso calado está limitado a 10,67 metros e, com a obra, o calado vai poder chegar a 12 metros", disse.
As empresas que realizam a derrocagem e remoção das pedras informaram que a retirada está acontecendo em 29 áreas, em pontos diferentes da região submarina. Os pontos ficam ao longo do canal de acesso, na bacia de evolução e nos berços de atracação do Porto de Vitória.

O prazo para o fim das obras de dragagem (retirada de sedimentos) e derrocagem (retirada de pedras e rochas) do Porto de Vitória foi anunciado para novembro deste ano. De acordo com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), o custo total da intervenção vai ser de R$ 86 milhões. Com a retirada de rochas do fundo das águas, medida que vai ampliar a profundidade do porto, os navios poderão sair e chegar ao porto transportando mais carga que a capacidade atual.

A obra do porto estava entre as principais de infraestrutura, prometidas pelo governo federal e reivindicadas há anos pela população capixaba. Com início no mês de maio de 2012, a conclusão estava prevista para dezembro de 2013, o que não aconteceu. Após o término dos serviços, precisa ocorrer a homologação por parte da Capitania dos Portos.

“A obra consiste em serviço de dragagem e derrocagem de pedras, aprofundando o canal de acesso, a bacia de evolução e o berço de atracação, para atingir profundidade máxima de 14 metros. Também estamos tendo alargamento do canal. Trechos que antes tinha largura de 80 metros, com as obras terão 120 metros. Isso garante maior segurança à navegação”, explicou o Coordenador de Obras e Manutenção da Codesa, Ednaldo Lepaus Baldan.

Segundo a Codesa, para alcançar a profundidade de 14 metros, é necessário remover 115 mil metros cúbicos de pedras do fundo do mar. Até este mês de julho, cerca de 85% do volume previsto já foi retirado. Com a quantidade de pedras detonadas, é possível encher mais de 7.666 caminhões. Após ser explodido, o material é levado para locais com profundidade maior.

Ednaldo explicou que o aprofundamento do porto possibilita que uma maior parte das embarcações fique submersa, aumentando o chamado “calado” dos navios. Com isso, os barcos poderão transportar mais carga. “Vamos maximizar a capacidade do porto, garantir que um navio possa sair com sua carga completa, evitando que tenha necessidade de sair e completar a carga em outro terminal. Hoje, nosso calado está limitado a 10,67 metros e, com a obra, o calado vai poder chegar a 12 metros", disse.

As empresas que realizam a derrocagem e remoção das pedras informaram que a retirada está acontecendo em 29 áreas, em pontos diferentes da região submarina. Os pontos ficam ao longo do canal de acesso, na bacia de evolução e nos berços de atracação do Porto de Vitória.

 

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