PNG 2014-2018

Parcerias e mais investimentos em E&P

Petrobras e parceiros investirão US$ 283,6 bilhões.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
26/02/2014 16:00
Parcerias e mais investimentos em E&P Imagem: Graça Foster e diretores. Agência Petrobras Visualizações: 304

 

Nos próximos cinco anos, a petrobras pretende investir US$ 220,6 bilhões em seus projetos estruturantes, com a premissa fundamental de elevar a produção de petróleo da companhia até 2020, e manter sua sustentação no período 2020-2030 - com potencial de produzir em média 4 milhões de barris de petróleo por dia (bpd). Ao valor total, anunciado pela presidente da companhia, Graça Foster, se somam US$ 63 bilhões que as empresas parceiras deverão aportar nos projetos do PNG no Brasil, totalizando US$ 283,6 bilhões.
Investimentos por área:
E&P - US$ 153,9 bilhões - 70% do total
Abastecimento - US$ 38,7 - 18%
Gás & Energia - US$ 10,1 - 5%
Internacional - US$ 9,7- 4%
Petrobras Biocombustíveis (PBio) - US$ 2,3 - 1%
Distribuidora -  US$ 2,7 - 1%
Engenharia, Tecnologia e Materiais - US$ 2,2 - 1%
Demais Áreas - US$ 1  - 0,5%
Total - US$ 220,6 - 100%
O PNG 2014-2018 mantém o princípio da gestão de projetos dos planos anteriores, passando a ser estruturado em três carteiras de projetos: carteira em implantação, carteira em processo de licitação e carteira em avaliação.
Na carteira em processo de licitação, estão incluídos os projetos de E&P no Brasil que ainda passarão pelo processo de contratação de suas unidades e os projetos das refinarias Premium I e Premium II, que terão seus processos licitatórios conduzidos em 2014.
A carteira em implantação contempla todos os projetos em execução (obras), projetos já licitados de todas as áreas e os recursos necessários para os estudos dos projetos da carteira em avaliação.
Juntas, as duas carteiras, em implantação e em processo de licitação, somam US$ 206,8 bilhões.
A carteira em avaliação, com US$ 13,8 bilhões, engloba, exceto E&P no Brasil, projetos que atualmente se encontram em Fase I (identificação de oportunidade), Fase II (projeto conceitual) e Fase III (projeto básico). Seus projetos têm menor maturidade e não causam impacto nas curvas de produção de petróleo e de processamento de derivados no Brasil, até 2020.
Exploração e Produção
A meta de produção de óleo e LGN (líquido de gás natural) no Brasil é de 3,2 milhões bpd em 2018 e 4,2 milhões bpd em 2020.
Para o ano de 2014, a meta de crescimento da produção é de 7,5% em relação a 2013 (com variação de 1 ponto percentual, para mais ou para menos).
No período de 2014 a 2018, 28 novas unidades de produção (UEPs) entrarão em operação, assegurando o atingimento das metas.
Nos anos de 2017 e 2018 a maioria dos projetos do pré-sal da Cessão Onerosa entrará em operação, resultando em aceleração do crescimento da curva de petróleo. O pré-sal representará 52% da produção total de petróleo em 2018.
A meta de produção total de óleo, LGN e gás natural no Brasil é de 3,9 milhões de boed (barris de óleo equivalente por dia) em 2018 e de 5,2 milhões de boed em 2020.
A produção total de petróleo e LGN operada pela Petrobras em 2020 será de 4,86 milhões de bpd, incluindo a parte dos parceiros.
A área de Exploração e Produção (E&P) no Brasil terá investimentos de US$ 153,9 bilhões, crescimento de 4,3% (US$ 6,4 bilhões) em relação ao PNG 2013-2017.
Do total de investimentos em E&P, 73% serão alocados para desenvolvimento da produção, 15% para exploração e 12% para infraestrutura.
Dos US$ 135,9 bilhões a serem investidos nas atividades de desenvolvimento da produção e de exploração, 60% serão destinados ao pré-sal e 40% ao pós-sal.
Em acréscimo a estes investimentos, a execução dos projetos do PNG 2014-2018 demandará US$ 44,8 bilhões de empresas parceiras da Petrobras nas atividades de E&P no Brasil.
Abastecimento
Os projetos das carteiras em implantação e em processo de licitação da área de Abastecimento totalizam US$ 38,7 bilhões em investimento. Os destaques da Carteira em Implantação são os projetos da Refinaria Abreu e Lima, o primeiro trem de refino do Comperj e a construção de 45 navios de transporte de petróleo e derivados (Promef).
Já a carteira em processo de licitação da área de Abastecimento é composta pelas refinarias Premium I e Premium II.
Gás e Energia A área de Gás e Energia tem alocados US$ 10,1 bilhões no PNG 2014-2018, com destaque para a Unidade de Fertilizantes de Três Lagoas, a Unidade de Fertilizantes de Uberaba, os gasodutos de escoamento de gás do pré-sal (Rota 2 e Rota 3) e suas respectivas Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs), todos em implantação.
Internacional
Na área Internacional, serão investidos US$ 9,7 bilhões com ênfase no segmento de E&P que representa 92% destes investimentos.
Subsidiárias
A área de Biocombustíveis prevê investimento de US$ 2,3 bilhões distribuídos entre projetos de etanol e biodiesel.
O segmento de Distribuição conta com investimentos de US$ 2,7 bilhões, visando à manutenção da liderança no mercado de derivados de petróleo com crescimento de participação no segmento automotivo.
Ações de Gestão do Plano de Negócios
O PNG 2014-2018 dá continuidade às ações estruturantes representadas pelos programas que sustentam o plano e que, desde 2012, contribuem para os resultados da Companhia:
(a) Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef)
(b) Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop)
(c) Programa de Otimização de Infraestrutura Logística (Infralog)
(d) Programa de Redução de Custos de Poços (PRC-Poço)
(e) Programa de Redução de Custos de Instalações Submarinas (PRC-Sub)
O PNG 2014-2018 incorpora ganhos de eficiência operacional proporcionados pelo Procop com potencial de economia potencial de R$ 37,5 bilhões no período de 2013 a 2016.
Segurança, respeito ao meio ambiente, eficiência energética e saúde permanecem como valores de base para todas as operações da Petrobras.
Os recursos necessários para o financiamento dos projetos em implantação e dos projetos em processo de licitação serão provenientes da geração operacional de caixa e desinvestimentos (US$ 182,2 bilhões), uso de caixa excedente (US$ 9,1 bilhões), reestruturações nos modelos de negócio (US$ 9,9 bilhões) e captações (US$ 60,5 bilhões bruta e US$ 5,6 bilhões líquida).
Veja o PNG 2014-2018, aqui.

Nos próximos cinco anos, a Petrobras pretende investir US$ 220,6 bilhões em seus projetos estruturantes, com a premissa fundamental de elevar a produção de petróleo da companhia até 2020, e manter sua sustentação no período 2020-2030 - com potencial de produzir em média 4 milhões de barris de petróleo por dia (bpd). Ao valor total, anunciado pela presidente da companhia, Graça Foster, se somam US$ 63 bilhões que as empresas parceiras deverão aportar nos projetos do PNG no Brasil, totalizando US$ 283,6 bilhões.

Investimentos por área:

E&P - US$ 153,9 bilhões - 70% do total
Abastecimento - US$ 38,7 - 18%
Gás & Energia - US$ 10,1 - 5%
Internacional - US$ 9,7- 4%
Petrobras Biocombustíveis (PBio) - US$ 2,3 - 1%
Distribuidora -  US$ 2,7 - 1%
Engenharia, Tecnologia e Materiais - US$ 2,2 - 1%
Demais Áreas - US$ 1  - 0,5%
Total - US$ 220,6 - 100%

O PNG 2014-2018 mantém o princípio da gestão de projetos dos planos anteriores, passando a ser estruturado em três carteiras de projetos: carteira em implantação, carteira em processo de licitação e carteira em avaliação.

Na carteira em processo de licitação, estão incluídos os projetos de E&P no Brasil que ainda passarão pelo processo de contratação de suas unidades e os projetos das refinarias Premium I e Premium II, que terão seus processos licitatórios conduzidos em 2014.

A carteira em implantação contempla todos os projetos em execução (obras), projetos já licitados de todas as áreas e os recursos necessários para os estudos dos projetos da carteira em avaliação.

Juntas, as duas carteiras, em implantação e em processo de licitação, somam US$ 206,8 bilhões.

A carteira em avaliação, com US$ 13,8 bilhões, engloba, exceto E&P no Brasil, projetos que atualmente se encontram em Fase I (identificação de oportunidade), Fase II (projeto conceitual) e Fase III (projeto básico). Seus projetos têm menor maturidade e não causam impacto nas curvas de produção de petróleo e de processamento de derivados no Brasil, até 2020.


Exploração e Produção

A meta de produção de óleo e LGN (líquido de gás natural) no Brasil é de 3,2 milhões bpd em 2018 e 4,2 milhões bpd em 2020.

Para o ano de 2014, a meta de crescimento da produção é de 7,5% em relação a 2013 (com variação de 1 ponto percentual, para mais ou para menos).

No período de 2014 a 2018, 28 novas unidades de produção (UEPs) entrarão em operação, assegurando o atingimento das metas.

Nos anos de 2017 e 2018 a maioria dos projetos do pré-sal da Cessão Onerosa entrará em operação, resultando em aceleração do crescimento da curva de petróleo. O pré-sal representará 52% da produção total de petróleo em 2018.

A meta de produção total de óleo, LGN e gás natural no Brasil é de 3,9 milhões de boed (barris de óleo equivalente por dia) em 2018 e de 5,2 milhões de boed em 2020.

A produção total de petróleo e LGN operada pela Petrobras em 2020 será de 4,86 milhões de bpd, incluindo a parte dos parceiros.

A área de Exploração e Produção (E&P) no Brasil terá investimentos de US$ 153,9 bilhões, crescimento de 4,3% (US$ 6,4 bilhões) em relação ao PNG 2013-2017.

Do total de investimentos em E&P, 73% serão alocados para desenvolvimento da produção, 15% para exploração e 12% para infraestrutura.

Dos US$ 135,9 bilhões a serem investidos nas atividades de desenvolvimento da produção e de exploração, 60% serão destinados ao pré-sal e 40% ao pós-sal.

Em acréscimo a estes investimentos, a execução dos projetos do PNG 2014-2018 demandará US$ 44,8 bilhões de empresas parceiras da Petrobras nas atividades de E&P no Brasil.


Abastecimento

Os projetos das carteiras em implantação e em processo de licitação da área de Abastecimento totalizam US$ 38,7 bilhões em investimento. Os destaques da Carteira em Implantação são os projetos da Refinaria Abreu e Lima, o primeiro trem de refino do Comperj e a construção de 45 navios de transporte de petróleo e derivados (Promef).

Já a carteira em processo de licitação da área de Abastecimento é composta pelas refinarias Premium I e Premium II.

Gás e Energia A área de Gás e Energia tem alocados US$ 10,1 bilhões no PNG 2014-2018, com destaque para a Unidade de Fertilizantes de Três Lagoas, a Unidade de Fertilizantes de Uberaba, os gasodutos de escoamento de gás do pré-sal (Rota 2 e Rota 3) e suas respectivas Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs), todos em implantação.


Internacional

Na área Internacional, serão investidos US$ 9,7 bilhões com ênfase no segmento de E&P que representa 92% destes investimentos.


Subsidiárias

A área de Biocombustíveis prevê investimento de US$ 2,3 bilhões distribuídos entre projetos de etanol e biodiesel.

O segmento de Distribuição conta com investimentos de US$ 2,7 bilhões, visando à manutenção da liderança no mercado de derivados de petróleo com crescimento de participação no segmento automotivo.

Ações de Gestão do Plano de Negócios

O PNG 2014-2018 dá continuidade às ações estruturantes representadas pelos programas que sustentam o plano e que, desde 2012, contribuem para os resultados da Companhia:

(a) Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef)
(b) Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop)
(c) Programa de Otimização de Infraestrutura Logística (Infralog)
(d) Programa de Redução de Custos de Poços (PRC-Poço)
(e) Programa de Redução de Custos de Instalações Submarinas (PRC-Sub)

O PNG 2014-2018 incorpora ganhos de eficiência operacional proporcionados pelo Procop com potencial de economia potencial de R$ 37,5 bilhões no período de 2013 a 2016.

Segurança, respeito ao meio ambiente, eficiência energética e saúde permanecem como valores de base para todas as operações da Petrobras.

Os recursos necessários para o financiamento dos projetos em implantação e dos projetos em processo de licitação serão provenientes da geração operacional de caixa e desinvestimentos (US$ 182,2 bilhões), uso de caixa excedente (US$ 9,1 bilhões), reestruturações nos modelos de negócio (US$ 9,9 bilhões) e captações (US$ 60,5 bilhões bruta e US$ 5,6 bilhões líquida).


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