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Parnaíba Gás Natural busca novas reservas para atender a sócia Eneva

Empresa deve contratar novas sondas e campanhas sísmicas.

Valor Econômico
23/09/2014 09:42
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Sem gás para abastecer as novas termelétricas da Eneva, a Parnaíba Gás Natural (antiga OGX Maranhão) pretende iniciar, em 2015, campanhas de exploração para avaliar suas descobertas mais recentes na Bacia do Parnaíba, em busca de novas reservas. Este mês, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou os planos de avaliação de descoberta de dois poços (Fazenda Tianguar e Basílios) da companhia, que assume novos compromissos de perfuração para comprovar a comercialidade das áreas.
Com doze planos de avaliação já aprovados em carteira, a PGN trabalha, no momento, na definição das áreas prioritárias. A empresa informou ao Valor que deve ir ao mercado no ano que vem para contratar novas sondas e campanhas sísmicas.
O plano de avaliação do poço Fazenda Tianguar contempla novas atividades no bloco PN-T-48, enquanto o plano do poço Basílios prevê novos esforços exploratórios nos blocos PN-T-67 e PN-T-85. A companhia terá, obrigatoriamente, que reprocessar e adquirir novos dados sísmicos 2D e perfurar ao menos um poço nas respectivas áreas até 2016.
A Parnaíba Gás Natural opera os blocos PN-T-48, PN-T-67 e PN-T-68, com 70% de participação, em parceria com a BPMB Parnaíba (30%). As áreas foram negociadas em 2007, na 9ª Rodada, e arrematadas na ocasião pela STR.
Também este mês, a ANP aprovou o plano de desenvolvimento de Gavião Azul. A PGN, no entanto, informou que ainda não tem previsão para o início da produção do campo e que seus esforços estão concentrados, no momento, no campo Gavião Branco. O plano de desenvolvimento da área está sob avaliação da ANP.
O início da produção de novas reservas de gás é essencial para a Eneva (ex-MPX), que detém 18,18% na Parnaíba Gás Natural, e assinou este mês um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), devido ao atraso da termelétrica Parnaíba II, no Maranhão, em parte pela falta de combustível.
A Eneva se comprometeu a iniciar o fornecimento de energia às distribuidoras até julho de 2016. Negociada no leilão A-3 de 2011, a usina estava prevista inicialmente para março de 2014.
Além da Eneva, a Parnaíba Gás Natural é composta pela E.On (9.09%) e pela Cambuhy, que passará a ter 72,73% após a conclusão da compra da participação restante da OGPar na PGN.

Sem gás para abastecer as novas termelétricas da Eneva, a Parnaíba Gás Natural (antiga OGX Maranhão) pretende iniciar, em 2015, campanhas de exploração para avaliar suas descobertas mais recentes na Bacia do Parnaíba, em busca de novas reservas.

Este mês, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou os planos de avaliação de descoberta de dois poços (Fazenda Tianguar e Basílios) da companhia, que assume novos compromissos de perfuração para comprovar a comercialidade das áreas.

Com doze planos de avaliação já aprovados em carteira, a PGN trabalha, no momento, na definição das áreas prioritárias.

A empresa informou ao Valor que deve ir ao mercado no ano que vem para contratar novas sondas e campanhas sísmicas.

O plano de avaliação do poço Fazenda Tianguar contempla novas atividades no bloco PN-T-48, enquanto o plano do poço Basílios prevê novos esforços exploratórios nos blocos PN-T-67 e PN-T-85.

A companhia terá, obrigatoriamente, que reprocessar e adquirir novos dados sísmicos 2D e perfurar ao menos um poço nas respectivas áreas até 2016.

A Parnaíba Gás Natural opera os blocos PN-T-48, PN-T-67 e PN-T-68, com 70% de participação, em parceria com a BPMB Parnaíba (30%). As áreas foram negociadas em 2007, na 9ª Rodada, e arrematadas na ocasião pela STR.

Também este mês, a ANP aprovou o plano de desenvolvimento de Gavião Azul. A PGN, no entanto, informou que ainda não tem previsão para o início da produção do campo e que seus esforços estão concentrados, no momento, no campo Gavião Branco. O plano de desenvolvimento da área está sob avaliação da ANP.

O início da produção de novas reservas de gás é essencial para a Eneva (ex-MPX), que detém 18,18% na Parnaíba Gás Natural, e assinou este mês um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), devido ao atraso da termelétrica Parnaíba II, no Maranhão, em parte pela falta de combustível.

A Eneva se comprometeu a iniciar o fornecimento de energia às distribuidoras até julho de 2016. Negociada no leilão A-3 de 2011, a usina estava prevista inicialmente para março de 2014.

Além da Eneva, a Parnaíba Gás Natural é composta pela E.On (9.09%) e pela Cambuhy, que passará a ter 72,73% após a conclusão da compra da participação restante da OGPar na PGN.

 

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