Negócios

Parte das encomendas do polo naval do Jacuí vão para o RJ

Estaleiro Inhaúma e Caneco estão dentre as possibilidades.

Zero Hora
21/03/2014 15:50
Parte das encomendas do polo naval do Jacuí vão para o RJ Imagem: Estaleiro Inhaúma. TN Petróleo Visualizações: 1588

 

Enquanto o governo do Rio Grande do Sul e empresários se esforçam para manter as encomendas da Petrobras no Estado, garantindo a implantação do polo naval do Jacuí, a estatal voltou a afirmar que "é fundamental" o cumprimento do prazo de entrega. E o Rio de Janeiro já se movimenta para pegar parte do contrato da Iesa, envolvida em séria crise – 24 módulos para plataformas no valor de US$ 800 milhões.
O secretário do Desenvolvimento do Rio, Julio Bueno, diz que não houve conversas nesse sentido, mas o mercado já trata como "óbvia" a ida das obras para aquele Estado, considerando que as plataformas em que serão instalados esses módulos se encontram em construção no Estaleiro Inhaúma.
Além do Inhaúma, outra possibilidade é a encomenda ir para o Estaleiro Caneco, hoje com capacidade ociosa – ambos situados no Caju – e ainda para a UTC, em Niterói.
Outra ideia é levar parte do lote para a China, hipótese que avança principalmente depois de a presidente da Petrobras, Graça Foster, ter garantido que a prioridade de aumentar a produção de petróleo está acima da contratação de encomendas junto à indústria nacional.
Embora a estatal reafirme que estão em andamento esforços para "manter a execução dos serviços no Rio Grande do Sul", com análise e identificação de "soluções de longo prazo", sabe-se que é cada vez mais difícil cumprir o prazo em Charqueadas, agora agravado com os funcionários em nova paralisação.
A entrada de um parceiro no projeto da Iesa é vista como a melhor iniciativa, já que um sócio para a empresa demandaria bem mais tempo.
Enquanto isso, uma nova plataforma – a P-58, construída em Rio Grande, abriu o seu primeiro poço nesta semana na Bacia de Campos. Primeira a ser automatizada desde o início pela gaúcha Altus, a P-58 deve extrair 180 mil barris de óleo e 6 milhões de m3 de gás por dia.

Enquanto o governo do Rio Grande do Sul e empresários se esforçam para manter as encomendas da Petrobras no Estado, garantindo a implantação do polo naval do Jacuí, a estatal voltou a afirmar que "é fundamental" o cumprimento do prazo de entrega. E o Rio de Janeiro já se movimenta para pegar parte do contrato da Iesa, envolvida em séria crise – 24 módulos para plataformas no valor de US$ 800 milhões.

O secretário do Desenvolvimento do Rio, Julio Bueno, diz que não houve conversas nesse sentido, mas o mercado já trata como "óbvia" a ida das obras para aquele Estado, considerando que as plataformas em que serão instalados esses módulos se encontram em construção no Estaleiro Inhaúma.

Além do Inhaúma, outra possibilidade é a encomenda ir para o Estaleiro Caneco, hoje com capacidade ociosa – ambos situados no Caju – e ainda para a UTC, em Niterói.Outra ideia é levar parte do lote para a China, hipótese que avança principalmente depois de a presidente da Petrobras, Graça Foster, ter garantido que a prioridade de aumentar a produção de petróleo está acima da contratação de encomendas junto à indústria nacional.

Embora a estatal reafirme que estão em andamento esforços para "manter a execução dos serviços no Rio Grande do Sul", com análise e identificação de "soluções de longo prazo", sabe-se que é cada vez mais difícil cumprir o prazo em Charqueadas, agora agravado com os funcionários em nova paralisação.

A entrada de um parceiro no projeto da Iesa é vista como a melhor iniciativa, já que um sócio para a empresa demandaria bem mais tempo.

Enquanto isso, uma nova plataforma – a P-58, construída em Rio Grande, abriu o seu primeiro poço nesta semana na Bacia de Campos. Primeira a ser automatizada desde o início pela gaúcha Altus, a P-58 deve extrair 180 mil barris de óleo e 6 milhões de m3 de gás por dia.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
O papel da Lumina e o impacto da ROG.e 2026 para a indús...
23/09/26
Terminais
Wilson Sons avança na expansão do Tecon Rio Grande com a...
23/09/26
ROG.e 2026
Gigantes do setor e produtores independentes aceleram pr...
22/09/26
ROG.e 2026
MODEC debate desafios para um offshore mais eficiente na...
22/09/26
ROG.e 2026
Grupo Forship consolida liderança nacional em O&M (opera...
22/09/26
ROG.e 2026
Lideranças globais apontam Brasil como polo de estabilid...
22/09/26
Logística
Porto Sudeste aumenta capacidade de movimentação de petr...
21/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e, Firjan SENAI promove a 30ª edição do programa ...
20/09/26
ROG.e 2026
Camorim investe R$ 250 milhões em 2026 para ampliar frot...
18/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 começa na próxima segunda-feira (21) com a pr...
18/09/26
ROG.e 2026
Repsol Sinopec Brasil participa da ROG.e 2026 com agenda...
18/09/26
ROG.e 2026
ABESPetro promove fórum sobre cadeia de suprimentos de ó...
18/09/26
ROG.e 2026
Constellation leva à ROG.e 2026 liderança operacional, i...
18/09/26
Brasil
CoreMarine dá um passo decisivo para expandir sua presen...
18/09/26
ANP
Oferta Permanente: divulgadas as sequências das ofertas ...
17/09/26
ROG.e 2026
SLB celebra 80 anos no Brasil na ROG.e 2026 e destaca av...
17/09/26
ROG.e 2026
BRAVA Energia consolida presença na ROG.e 2026 com desta...
17/09/26
ROG.e 2026
Eficiência energética com redução de consumo de diesel é...
17/09/26
ROG.e 2026
Amapá leva estratégia de atração de investimentos para a...
17/09/26
PPSA
9º Leilão Spot: PPSA comercializa cargas dos Campos de B...
16/09/26
Internacional
Petrobras assina contrato de longo prazo para compra e v...
16/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.