Bacia de Campos

Petronas adquire 40% nos blocos BM-C-39 e BM-C-40 da OGX

Empresa de Eike Batista continua como operadora.

Revista TN Petróleo, Redação
08/05/2013 09:58
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A OGX fechou negócio com a Petronas Brasil E&P Ltda e vendeu a participação de 40% nas concessões dos blocos BM-C-39 e BM-C-40, localizados na Bacia de Campos. O negócio foi fechado por US$ 850 milhões, permanecendo a OGX como operadora. A data efetiva para início de reembolso de CAPEX - investimento em bens de capital - e OPEX - despesas operacionais - é 1º de maio de 2013.
Os blocos contêm o Campo de Tubarão Martelo (recursos contingentes 2C de 212 milhões de barris estimados pela DeGolyer and MacNaughton em fevereiro de 2012) e as acumulações de Peró e Ingá. Os blocos estão localizados a aproximadamente 95 km da costa brasileira em lâmina d’água de cerca de 110 metros.
A transação está sujeita à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A Petronas também detém a opção de adquirir 5% do capital total da OGX a um preço de R$6,30 por ação de Eike Batista, acionista controlador da OGX. A Opção de Compra pode ser exercida a qualquer momento até abril de 2015, não envolvendo emissão de novas ações e não implicando na diluição da participação dos acionistas minoritários, já que as ações serão provenientes da posição acionária atual de Batista.
“A parceria celebrada com uma ‘major oil company’ como a Petronas reforça a qualidade de nossos ativos e o potencial do Campo de Tubarão Martelo, que tem início de produção previsto para o final deste ano. Com recursos recuperáveis superiores a 32 bilhões de barris e produção acima de 2 milhões de boe por dia, a Petronas adiciona a OGX sua expertise para continuar o desenvolvimento da produção de óleo nestas áreas", disse o diretor presidente da OGX, Luiz Carneiro.

A OGX fechou negócio com a Petronas Brasil E&P Ltda e vendeu a participação de 40% nas concessões dos blocos BM-C-39 e BM-C-40, localizados na Bacia de Campos. O negócio foi fechado por US$ 850 milhões, permanecendo a OGX como operadora. A data efetiva para início de reembolso de CAPEX - investimento em bens de capital - e OPEX - despesas operacionais - é 1º de maio de 2013.


Os blocos contêm o Campo de Tubarão Martelo (recursos contingentes 2C de 212 milhões de barris estimados pela DeGolyer and MacNaughton em fevereiro de 2012) e as acumulações de Peró e Ingá. Os blocos estão localizados a aproximadamente 95 km da costa brasileira em lâmina d’água de cerca de 110 metros.


A transação está sujeita à aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).


A Petronas também detém a opção de adquirir 5% do capital total da OGX a um preço de R$6,30 por ação de Eike Batista, acionista controlador da OGX. A Opção de Compra pode ser exercida a qualquer momento até abril de 2015, não envolvendo emissão de novas ações e não implicando na diluição da participação dos acionistas minoritários, já que as ações serão provenientes da posição acionária atual de Batista.


“A parceria celebrada com uma ‘major oil company’ como a Petronas reforça a qualidade de nossos ativos e o potencial do Campo de Tubarão Martelo, que tem início de produção previsto para o final deste ano. Com recursos recuperáveis superiores a 32 bilhões de barris e produção acima de 2 milhões de boe por dia, a Petronas adiciona a OGX sua expertise para continuar o desenvolvimento da produção de óleo nestas áreas", disse o diretor presidente da OGX, Luiz Carneiro.

 

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