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Portos

Porto de Imbituba fecha setembro com alta de 9,6% na movimentação de cargas

14/10/2021 | 10h57
Porto de Imbituba fecha setembro com alta de 9,6% na movimentação de cargas
Divulgação Divulgação

O Porto de Imbituba movimentou 660,9 mil toneladas de cargas em setembro. O resultado representa uma alta de 9,6% em relação ao realizado no mesmo período do ano passado. É a melhor marca que se tem registro para o mês de setembro na história do porto.

Com o fechamento do mês, Imbituba também consolidou o 3º trimestre com crescimento de 19,4% em comparação com o acumulado de julho, agosto e setembro do ano passado.

De janeiro a setembro de 2021, passaram pelo porto aproximadamente cinco milhões de toneladas, movimentação 14,6% maior que a realizada no mesmo período de 2020.

A receita líquida da autoridade portuária no 3º trimestre foi de R$ 16,4 milhões, um crescimento de 24% em comparação ao realizado em 2020. No acumulado do ano, a administração do porto registrou alta de 25% no faturamento líquido, valor utilizado para manutenção e novos investimentos na infraestrutura, como a obra de recuperação e ampliação do Cais 3, prevista para ser licitada neste semestre.

“Estamos muito satisfeitos por poder celebrar mais um mês de excelentes resultados operacionais e financeiros, reflexo do trabalho de uma ampla comunidade portuária, formada por mais de mil trabalhadores diretos e diversas empresas e instituições públicas, que dia a dia garantem o abastecimento e a geração de renda para Santa Catarina”, avalia o diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Fábio Riera.

Ao todo, o Porto de Imbituba recebeu 25 atracações em setembro. As principais cargas movimentadas foram o coque (291,5 mil t), o farelo de soja (61, 4 mil t), o milho (60,2 mil t) e os contêineres (59,5 mil t). Também foram operados minério de ferro, sulfato de sódio, sal, hulha betuminosa, cloreto de potássio, barrilha, fertilizantes e geradores.

No período, as importações representaram a maioria das operações (61%), seguida das exportações (30,1%) e da cabotagem (8,9%). Na exportação, destaque para o coque, o farelo de soja e o minério de ferro e, na importação, também o coque, seguido do milho e do sulfato de sódio.

Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria
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