Negócios

Pré-sal reduz apetite da Petrobras no exterior

Desinvestimento da estatal é avaliado em US$ 14,8 bi.

Valor Econômico
31/10/2012 12:01
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Com os esforços voltados para o desenvolvimento das reservas do pré-sal, a Petrobras reduziu seu apetite por empreitadas internacionais. Além do Brasil, a estatal já fincou sua bandeira em 27 países e em dezoito deles tem atividades de exploração e produção (E&P): Estados Unidos, México, Austrália, Turquia, várias nações africanas e sul-americanas são exemplos. Seu plano de negócios em vigor, para o período 2012-2016, prevê investimentos totais de US$ 236,5 bilhões. Destes, US$ 10,7 bilhões - dos quais US$ 6 bilhões em projetos em implantação - serão aplicados fora das fronteiras brasileiras, com foco em E&P.
O plano de negócios atual também prevê um programa de desinvestimentos no exterior, avaliado em US$ 14,8 bilhões. Na lista de itens "vendáveis" já estão participações em blocos exploratórios no Golfo do México e refinarias, uma nos Estados Unidos e outra no Japão. As conversas para a venda dos blocos exploratórios no Golfo do México já estão em andamento. Nos Estados Unidos, além da refinaria de Pasadena, a estatal tem participação em mais de 170 blocos exploratórios - a maioria em águas profundas - e é operadora em mais de cem deles.
"A alienação de ativos de refino e de exploração e produção no exterior reflete a mudança do foco estratégico da empresa, que agora visa o atendimento da demanda doméstica e o desenvolvimento do pré-sal", diz o analista de petróleo da Tendências, Walter de Vitto.

Com os esforços voltados para o desenvolvimento das reservas do pré-sal, a Petrobras reduziu seu apetite por empreitadas internacionais. Além do Brasil, a estatal já fincou sua bandeira em 27 países e em dezoito deles tem atividades de exploração e produção (E&P): Estados Unidos, México, Austrália, Turquia, várias nações africanas e sul-americanas são exemplos. Seu plano de negócios em vigor, para o período 2012-2016, prevê investimentos totais de US$ 236,5 bilhões. Destes, US$ 10,7 bilhões - dos quais US$ 6 bilhões em projetos em implantação - serão aplicados fora das fronteiras brasileiras, com foco em E&P.


O plano de negócios atual também prevê um programa de desinvestimentos no exterior, avaliado em US$ 14,8 bilhões. Na lista de itens "vendáveis" já estão participações em blocos exploratórios no Golfo do México e refinarias, uma nos Estados Unidos e outra no Japão. As conversas para a venda dos blocos exploratórios no Golfo do México já estão em andamento. Nos Estados Unidos, além da refinaria de Pasadena, a estatal tem participação em mais de 170 blocos exploratórios - a maioria em águas profundas - e é operadora em mais de cem deles.


"A alienação de ativos de refino e de exploração e produção no exterior reflete a mudança do foco estratégico da empresa, que agora visa o atendimento da demanda doméstica e o desenvolvimento do pré-sal", diz o analista de petróleo da Tendências, Walter de Vitto.

 

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