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Produção de petróleo e de gás natural da União dobra em 2025 em relação a 2024

Redação TN Petróleo/Assessoria PPSA
20/02/2026 13:09
Produção de petróleo e de gás natural da União dobra em 2025 em relação a 2024 Imagem: Divulgação Visualizações: 2210

A União teve direito a 55,5 milhões de barris de petróleo da produção do pré-sal em 2025, incluindo as parcelas dos contratos de partilha (CPPs) e dos acordos de individualização da produção (AIPs). O volume é quase o dobro daquele registrado em 2024, de 27,9 milhões de barris. O aumento significativo é decorrente, principalmente, do crescimento da produção do FPSO Marechal Duque de Caixas, em Mero, e do FPSO Tamandaré, em Búzios.

O campo de Mero foi o maior produtor no ano, com um total de 36,44 milhões de barris, seguido de Sépia (6,49 MMbbl) e de Búzios (2,85 MMbbl). O ano também foi marcado pela entrada em operação do FPSO Bacalhau no Campo de Norte de Carcará.

"A curva de produção da União cresceu conforme previsto em nossos estudos. Isso mostra a consistência e relevância do pré-sal para o país e a importância de realizarmos a gestão destes contratos de modo a garantir os melhores resultados para a União. Os próximos anos serão de crescimento acelerado, podendo chegar a 2033 com mais de 500 mil barris por dia. Estamos fortalecendo a empresa para absorver o crescimento da demanda e entregar resultados cada vez mais robustos", disse o Diretor-Presidente da empresa, Luis Fernando Paroli.

Em 2025, a União também teve direito a um total de exportação de 137 milhões de m³ de gás natural, considerando sua participação em CPPs e AIPs. O volume é mais do que o dobro registrado no ano anterior (58 milhões de m³).

O maior exportador foi o campo de Sépia, com 76,17 MMm³. Na sequência, estão os campos de Tupi (18,45 MMm³) e de Sapinhoá (13,08 MMm³).

O aumento expressivo é resultado da boa performance do FPSO Carioca, em Sépia, e do FPSO Almirante Barroso, em Búzios; complementada pela melhoria do sistema de tratamento de gás de Búzios nos FPSO P-76 e P-77.

Desde 2017, a União acumula um total de 124,73 milhões de barris de óleo produzidos. A parcela acumulada exportada de gás natural da União é de 426 MMm³.

Os dados fazem parte do Encarte Anual de Produção de 2025.

Petróleo e gás natural no regime de partilha

Em 2025, os contratos em regime de partilha registraram uma produção total de óleo de 488,84 milhões de barris, um crescimento de cerca de 30% em relação a 2024 (370,58 MMbl). O campo de Búzios foi o principal produtor neste regime, com 203,17 milhões de barris de óleo, seguido de Mero (193,99 milhões) e Sépia (33,19 milhões).

Com relação ao gás natural, os contratos de partilha exportaram 2 bilhões de m³, uma alta de aproximadamente 55% em relação ao ano anterior. O maior produtor de gás nesse regime foi o campo de Búzios (1,67 bilhão de m³), seguido de Sépia (346,84 milhões) e de Sapinhoá (28,02 milhões).

Dezembro: recorde na produção de petróleo da União

A União encerrou o ano de 2025 com recorde de produção. No mês de dezembro de 2025, a parcela de petróleo da União somou 186 mil barris por dia (bpd) nos nove contratos de partilha de produção e nos AIPs das áreas não contratadas de Atapu, de Mero, de Tupi e de Jubarte. No mesmo mês, a União teve direito a uma produção de 624 mil m³ de gás natural por dia em cinco contratos de partilha produção e nos AIPs de Tupi e Jubarte.

A produção total média de petróleo em regime de partilha foi de 1,5 milhão bpd, 3% superior ao período anterior. O aumento deve-se ao retorno operacional das unidades do campo de Búzios, após paradas programadas da produção. Mero foi o maior produtor, com 612,91 mil bpd, seguido de Búzios com 599,52 mil bpd.

Em relação ao gás natural, a produção total no mês de dezembro foi de 6,31 milhões de m³ por dia, resultado 3% inferior ao período anterior, devido à menor exportação de gás para o campo de Sépia. Búzios foi o maior exportador com 4,75 milhões de m³ por dia, respondendo por 75% do total.

Leia na íntegra o Boletim Mensal da Produção – Dezembro/2025.

Acesse o Encarte Anual da Produção de 2025.

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