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Produção industrial recua em onze dos 14 locais pesquisados

Queda mais acentuada foi observada em MG (-11,1%).

Redação / Agência
05/04/2013 10:30
Visualizações: 443

 

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2013, os índices regionais da produção industrial mostraram taxas negativas em onze dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acompanhando a redução no ritmo da produção nacional, na série ajustada sazonalmente. A queda mais acentuada foi assinalada por Minas Gerais (-11,1%), que eliminou a expansão de 1,5% observada no mês anterior, seguida por Bahia (-3,7%), Ceará (-3,2%), Pernambuco (-3,2%) e Pará (-2,5%).
Paraná (-2,2%), Região Nordeste (-2,0%), Espírito Santo (-1,8%), Rio de Janeiro (-1,5%), Amazonas (-1,2%) e São Paulo (-0,5%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas, mas menos intensas do que a média nacional (-2,5%).
Por outro lado, Goiás (5,0%), Rio Grande do Sul (2,1%) e Santa Catarina (0,4%) registraram avanços nesse mês.
Em relação a fevereiro de 2012, a produção industrial, que caiu 3,2% em todo o país, recuou em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo (-13,4%), Minas Gerais (-9,8%) e Pará (-7,2%), pressionadas em grande parte pelo comportamento negativo dos setores de metalurgia básica; veículos automotores; metalurgia básica e indústrias extrativas e celulose, papel e produtos de papel (celulose).
Também mostraram queda as produções de Pernambuco (-6,0%), do Paraná (-5,5%), da Região Nordeste (-4,1%), de Santa Catarina (-3,3%), do Amazonas (-3,2%), da Bahia (-2,2%) e de São Paulo (-0,8%). Por outro lado, mostraram alta Goiás (9,1%), Rio de Janeiro (3,6%), Rio Grande do Sul (2,0%) e Ceará (0,9%).
Nos últimos 12 meses, o total nacional registrou queda de 1,9%. Em termos regionais, 9 dos 14 locais pesquisados também caíram, mas sete mostraram avanço frente ao índice de janeiro. Os resultados negativos mais acentuados nesse mês foram registrados por Espírito Santo (-7,6%), Amazonas (-6,9%), Paraná (-6,0%) e Rio Grande do Sul (-4,4%), enquanto Bahia (2,7%) e Goiás (2,0%) apontaram as expansões mais elevadas.

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2013, os índices regionais da produção industrial mostraram taxas negativas em onze dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acompanhando a redução no ritmo da produção nacional, na série ajustada sazonalmente. A queda mais acentuada foi assinalada por Minas Gerais (-11,1%), que eliminou a expansão de 1,5% observada no mês anterior, seguida por Bahia (-3,7%), Ceará (-3,2%), Pernambuco (-3,2%) e Pará (-2,5%).


Paraná (-2,2%), Região Nordeste (-2,0%), Espírito Santo (-1,8%), Rio de Janeiro (-1,5%), Amazonas (-1,2%) e São Paulo (-0,5%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas, mas menos intensas do que a média nacional (-2,5%).


Por outro lado, Goiás (5,0%), Rio Grande do Sul (2,1%) e Santa Catarina (0,4%) registraram avanços nesse mês.


Em relação a fevereiro de 2012, a produção industrial, que caiu 3,2% em todo o país, recuou em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo (-13,4%), Minas Gerais (-9,8%) e Pará (-7,2%), pressionadas em grande parte pelo comportamento negativo dos setores de metalurgia básica; veículos automotores; metalurgia básica e indústrias extrativas e celulose, papel e produtos de papel (celulose).


Também mostraram queda as produções de Pernambuco (-6,0%), do Paraná (-5,5%), da Região Nordeste (-4,1%), de Santa Catarina (-3,3%), do Amazonas (-3,2%), da Bahia (-2,2%) e de São Paulo (-0,8%). Por outro lado, mostraram alta Goiás (9,1%), Rio de Janeiro (3,6%), Rio Grande do Sul (2,0%) e Ceará (0,9%).

 

Nos últimos 12 meses, o total nacional registrou queda de 1,9%. Em termos regionais, 9 dos 14 locais pesquisados também caíram, mas sete mostraram avanço frente ao índice de janeiro. Os resultados negativos mais acentuados nesse mês foram registrados por Espírito Santo (-7,6%), Amazonas (-6,9%), Paraná (-6,0%) e Rio Grande do Sul (-4,4%), enquanto Bahia (2,7%) e Goiás (2,0%) apontaram as expansões mais elevadas.

 

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