Energia

Quatro distribuidoras têm índices de reajuste e revisão aprovados pela Aneel

Medida atende estados de SP, MS, DF, PR e PB.

Agência Brasil
21/08/2013 13:02
Visualizações: 580

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (20) os índices de reajuste e de revisão tarifária de quatro distribuidoras de energia, que atendem a consumidores de São Paulo, de Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal, do Paraná e da Paraíba.
A Elektro Eletricidade, que atende a 2,3 milhões de consumidores em 223 municípios do estado de São Paulo e em cinco de Mato Grosso do Sul, terá aumento de 8,62% para as residências e de 8,27% para as indústrias. As novas tarifas entrarão em vigor terça-feira (27) próxima.
Os usuários residenciais da CEB Distribuição terão aumento de 5,75% na conta de luz e as indústrias locais pagarão 6,43% mais caro pela energia a partir de segunda-feira (26). A CEB fornece energia a 925 mil unidades consumidoras do Distrito Federal.
A empresa Força e Luz Coronel Vivida (Forcel) teve aprovado reajuste de 6,6% para as residências e de 10,35% para as indústrias, que vale a partir de segunda-feira. A distribuidora atende a 6,8 mil unidades consumidoras localizadas no município de Coronel Vivida, no Paraná.
A Aneel também aprovou hoje o índice final da terceira revisão tarifária periódica da Energisa Paraíba Distribuidora de Energia, que fornece energia a 1,1 milhão de unidades consumidoras localizadas em 216 municípios da Paraíba. Com a revisão, a partir do dia 28, os consumidores residenciais terão redução nas tarifas de 3,8% e as indústrias, de 4,03%.
Os processos de revisão e reajuste tarifária aplicados pela Aneel são diferentes. A revisão das tarifas é feita, em média, a cada quatro anos, de acordo com o contrato de concessão de cada empresa e tem como objetivo analisar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Por isso, pode haver aumento ou redução da tarifa.
O reajuste é anual e calculado de acordo com a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), e o fator que subtrai os ganhos de produtividade, e outros custos, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais. Quando a distribuidora passa pelo processo de revisão tarifária, não se aplica o reajuste anual previsto nos contratos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (20) os índices de reajuste e de revisão tarifária de quatro distribuidoras de energia, que atendem a consumidores de São Paulo, de Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal, do Paraná e da Paraíba. A Elektro Eletricidade, que atende a 2,3 milhões de consumidores em 223 municípios do estado de São Paulo e em cinco de Mato Grosso do Sul, terá aumento de 8,62% para as residências e de 8,27% para as indústrias. As novas tarifas entrarão em vigor terça-feira (27) próxima.



Os usuários residenciais da CEB Distribuição terão aumento de 5,75% na conta de luz e as indústrias locais pagarão 6,43% mais caro pela energia a partir de segunda-feira (26). A CEB fornece energia a 925 mil unidades consumidoras do Distrito Federal. A empresa Força e Luz Coronel Vivida (Forcel) teve aprovado reajuste de 6,6% para as residências e de 10,35% para as indústrias, que vale a partir de segunda-feira. A distribuidora atende a 6,8 mil unidades consumidoras localizadas no município de Coronel Vivida, no Paraná.



A Aneel também aprovou hoje o índice final da terceira revisão tarifária periódica da Energisa Paraíba Distribuidora de Energia, que fornece energia a 1,1 milhão de unidades consumidoras localizadas em 216 municípios da Paraíba. Com a revisão, a partir do dia 28, os consumidores residenciais terão redução nas tarifas de 3,8% e as indústrias, de 4,03%. Os processos de revisão e reajuste tarifária aplicados pela Aneel são diferentes. A revisão das tarifas é feita, em média, a cada quatro anos, de acordo com o contrato de concessão de cada empresa e tem como objetivo analisar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Por isso, pode haver aumento ou redução da tarifa.


O reajuste é anual e calculado de acordo com a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), e o fator que subtrai os ganhos de produtividade, e outros custos, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais. Quando a distribuidora passa pelo processo de revisão tarifária, não se aplica o reajuste anual previsto nos contratos.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
FEPE
O desafio de formar e atrair talentos para a indústria d...
24/02/26
Royalties
Valores referentes à produção de dezembro para contratos...
24/02/26
Energia Solar
Conjunto Fotovoltaico Assú Sol, maior projeto solar da E...
23/02/26
Internacional
UNICA e entidade indiana firmam acordo para ampliar coop...
23/02/26
Onshore
Possível descoberta de petróleo no sertão cearense mobil...
23/02/26
Oferta Permanente
ANP realizará audiência pública sobre inclusão de 15 nov...
23/02/26
Internacional
Brasil e Índia: aliança no setor de bioenergia em pauta ...
23/02/26
Biometano
MAT bate recorde de instalações de sistemas de compressã...
23/02/26
Combustíveis
Etanol amplia perdas e encerra semana com nova queda nos...
23/02/26
Macaé Energy
Macaé recebe feira estratégica de energia voltada à gera...
20/02/26
PPSA
Produção de petróleo e de gás natural da União dobra em ...
20/02/26
ESG
Inscrições abertas até 26/2 para o seminário Obrigações ...
20/02/26
Pessoas
Paulo Alvarenga é nomeado CEO da TKMS Brazil
19/02/26
Subsea
Priner expande atuação no offshore com lançamento de sol...
13/02/26
Firjan
Recorde no petróleo sustenta crescimento da indústria do...
13/02/26
E&P
Tecnologia brasileira redefine a produção em campos madu...
13/02/26
Bahia Oil & Gas Energy
Produção em campos terrestres de petróleo e gás deve cre...
12/02/26
Pré-Sal
Plataforma da Petrobras, P-79, chega ao campo de Búzios
12/02/26
Resultado
Com 2,99 milhões boed, produção de petróleo e gás da Pet...
12/02/26
PPSA
MME e MMA liberam setores estratégicos do pré-sal e viab...
12/02/26
Oferta Permanente
Manifestação conjunta abrangente e inédita agiliza inclu...
12/02/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.