Indústria Naval

Reparação naval aumentou no primeiro semestre de 2008

<P>Com uma maior procura por parte dos armadores mundiais, a Lisnave registou no primeiro semestre de 2008, uma intensa actividade na sua área da manutenção/reparação naval.</P><P>Nos estaleiros da Mitrena foram reparados, nos primeiros seis meses deste ano, 66 navios, mais cinco do que em igua...

O Setubalense - Setubal
20/07/2008 21:00
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Com uma maior procura por parte dos armadores mundiais, a Lisnave registou no primeiro semestre de 2008, uma intensa actividade na sua área da manutenção/reparação naval.

Nos estaleiros da Mitrena foram reparados, nos primeiros seis meses deste ano, 66 navios, mais cinco do que em igual período de 2007, tendo-se verificado o aumento, significativo da sua actividade, em cerca de 35 por cento, fruto do crescente volume de trabalho por navio.

Tendo na sua base um vasto e variado know how acumulado ao longo dos anos, a Lisnave continua a receber todo o tipo de navios, com os petroleiros, 46 unidades reparadas só no primeiro semestre de 2008, a contribuírem de forma significativa para o total da actividade. Seguem-se os graneleiros, com sete reparações, e os porta-contentores com cinco. Com duas reparações saíram ainda da Lisnave, neste período, navios de passageiros, navios de carga geral, LPG e outros.

Importa ainda sublinhar que os 66 navios reparados no primeiro semestre de 2008, pertenciam a 46 clientes oriundos de 26 países, sendo dez de Singapura, outros dez da Alemanha, nove da Grécia, quatro da Dinamarca e quatro de Inglaterra. Este é um forte indicador da competitividade da Lisnave no mercado global da manutenção/ reparação naval. Por outro lado, apenas um navio português foi reparado nos estaleiros da Mitrena.

É de salientar ainda o aumento do repeated business por parte de diversos clientes de todo o mundo, que ao confiarem à Lisnave a responsabilidade da manutenção dos seus navios estão, implicitamente, a reconhecer a qualidade do trabalho desenvolvido pelo estaleiro. Só a Eagle Shipmanagement, de Singapura, já reparou, este ano na Lisnave, seis navios, dum total de 12 programados para 2008. Destaque ainda para a Columbia Shipmanagement, da Alemanha, que nos primeiros seis meses de 2008 entregou para reparação, nos estaleiros da Mitrena, quatro navios; o grupo V.Ships colocou quatro unidades para reparação; e a OSG Shipmanagement, da Grécia, entregou três navios.

Com duas reparações cada destaque ainda para outros clientes importantes, em termos de repeated business, nomeadamente a A/S Dampskibsselskabet Torm, da Dinamarca, a Arab Maritime Petroleum Tanker, do Egipto, e a Ernst Jacob, da Alemanha.

Importante também para os resultados globais obtidos, foram as adjudicações feitas à Lisnave, de três grandes e prestigiosas reparações, nomeadamente a do navio de transporte de gás SCF Tomsk de Inglaterra, que após severa avaria no mar das Caraíbas, substituiu todo o fundo danificado, num total de 800 tons de aço, bem como reparou a linha de veios e o hélice, a do petroleiro New Vision da França, que após graves avarias devido ao mau tempo no Atlântico Norte, reparou o seu sistema de manobra, nomeadamente, o leme, madre e máquina do leme e a reparação da barcaça Hercules, dos Estados Unidos da América, especializada em trabalhos de colocação de pipelines no fundo do mar, que maioritariamente efectuou extensivos trabalhos de tratamento de superfícies de interiores, de substituição de aço estrutural e de manutenção dos hélices propulsores retracteis.

Para a Lisnave uma das maiores preocupações é estar atento ao mercado e à qualidade do serviço prestado aos clientes o que origina a que os índices de satisfação dos clientes continuam a situar-se em níveis elevados, o que evidencia a opinião dos armadores mundiais referente à Lisnave.

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