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SH fornece 200t de equipamentos para obras do porto de Belo Monte

Obra dará suporte logístico à construção da hidrelétrica.

Redação TN/ Ascom SH
16/09/2013 15:00
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SH fornece 200 toneladas de equipamentos para obras do porto de Belo Monte
Vigas de escoramento de 30 metros, fôrmas, ancoragem e estruturas tubulares estão sendo usadas na obra do porto que vai dar suporte logístico à construção da hidrelétrica no Rio Xingu, no Pará. 
É tamanha a magnitude das obras da hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará, que o empreendimento contará com um porto próprio para o embarque e desembarque de máquinas e equipamentos pesados. Projetado para receber cinco balsas por dia, sendo duas simultaneamente, o porto ocupará uma área de 69.557,80 m². E quando pronto, irá movimentar nada menos que 1.130.000 toneladas de cimento, 200.000 toneladas de aço e 3.000 equipamentos provenientes do Porto de Belém. 
A construção dessa infraestrutura de suporte também envolve números grandiosos. Apenas na construção das vigas da ponte rolante estão sendo empregadas 200 toneladas de equipamentos entre fôrmas e escoramentos, ancoragem e estruturas tubulares. O fornecimento é da SH, empresa líder de mercado e que foi contratada pelo Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) formado por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS e CR Almeida. 
Supervisor de Contratos da unidade SH no Pará, João Corvo explica que um dos principais desafios envolvidos no fornecimento de equipamentos para a construção do Porto é localização deste, o que torna a logística complexa e dispendiosa. “Inauguramos no início de 2013 nossa primeira unidade no Norte do país, na Grande Belém. Assim, ganhamos uma vantagem competitiva. Somos a empresa do segmento com filial mais próxima ao Porto de Belém, de onde partem os suprimentos para a obra.” 
Outro desafio é altura das vigas do porto, que exigiram projeto de escoramento de 30 metros. Apesar de estruturas com esse pé direito não serem inéditas, elas requerem cuidados maiores na elaboração dos projetos e principalmente na montagem, visando atender requisitos técnicos e de segurança. “Para executar estruturas de concreto a uma altura tão elevada, temos de levar em conta diversos fatores, como peso próprio da estrutura e do equipamento, ações do vento e intempéries, estrutura de trabalho e acesso dos operários, além do içamento de estruturas de com peso elevado”, detalha o profissional da SH. 
Corvo destaca ainda que a SH possui um escopo de equipamentos que possibilita a execução com agilidade e segurança, além de uma equipe técnica treinada para acompanhar cada etapa, desde a concepção até a desmobilização dos equipamentos.
Projeção de novos contratos 
A atuação no porto de Belo Monte deve contribuir para novos atendimentos relacionados à implantação da hidrelétrica no Rio Xingu. Com as obras civis principais ainda na fase inicial, a meta da SH é fornecer equipamentos para outras fases da construção. “Para alguns trechos, já estamos em negociação”, adianta o superintendente. Segundo ele, o trabalho em Belo Monte coincide com o momento atual da SH, que tem intensificado a atuação em obras de infraestrutura. “Com uma equipe em dedicação exclusiva a este nicho, estamos conseguindo cada vez consolidar nosso relacionamento com as grandes construtoras.”

É tamanha a magnitude das obras da hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará, que o empreendimento contará com um porto próprio para o embarque e desembarque de máquinas e equipamentos pesados. Projetado para receber cinco balsas por dia, sendo duas simultaneamente, o porto ocupará uma área de 69.557,80 m². E quando pronto, irá movimentar nada menos que 1.130.000 toneladas de cimento, 200.000 toneladas de aço e 3.000 equipamentos provenientes do Porto de Belém. 


A construção dessa infraestrutura de suporte também envolve números grandiosos. Apenas na construção das vigas da ponte rolante estão sendo empregadas 200 toneladas de equipamentos entre fôrmas e escoramentos, ancoragem e estruturas tubulares. O fornecimento é da SH, empresa líder de mercado e que foi contratada pelo Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) formado por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS e CR Almeida. 


Supervisor de Contratos da unidade SH no Pará, João Corvo explica que um dos principais desafios envolvidos no fornecimento de equipamentos para a construção do Porto é localização deste, o que torna a logística complexa e dispendiosa. “Inauguramos no início de 2013 nossa primeira unidade no Norte do país, na Grande Belém. Assim, ganhamos uma vantagem competitiva. Somos a empresa do segmento com filial mais próxima ao Porto de Belém, de onde partem os suprimentos para a obra.” 


Outro desafio é altura das vigas do porto, que exigiram projeto de escoramento de 30 metros. Apesar de estruturas com esse pé direito não serem inéditas, elas requerem cuidados maiores na elaboração dos projetos e principalmente na montagem, visando atender requisitos técnicos e de segurança. “Para executar estruturas de concreto a uma altura tão elevada, temos de levar em conta diversos fatores, como peso próprio da estrutura e do equipamento, ações do vento e intempéries, estrutura de trabalho e acesso dos operários, além do içamento de estruturas de com peso elevado”, detalha o profissional da SH. 


Corvo destaca ainda que a SH possui um escopo de equipamentos que possibilita a execução com agilidade e segurança, além de uma equipe técnica treinada para acompanhar cada etapa, desde a concepção até a desmobilização dos equipamentos.


Projeção de novos contratos 


A atuação no porto de Belo Monte deve contribuir para novos atendimentos relacionados à implantação da hidrelétrica no Rio Xingu. Com as obras civis principais ainda na fase inicial, a meta da SH é fornecer equipamentos para outras fases da construção. “Para alguns trechos, já estamos em negociação”, adianta o superintendente. Segundo ele, o trabalho em Belo Monte coincide com o momento atual da SH, que tem intensificado a atuação em obras de infraestrutura. “Com uma equipe em dedicação exclusiva a este nicho, estamos conseguindo cada vez consolidar nosso relacionamento com as grandes construtoras.”

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