Evento

Shell promove debate sobre mobilidade urbana em encontro de inovação no Rio

Wolfgang Warnecke ressaltou a importância da integração de diferentes modais e matrizes energéticas.

Redação/Assessoria
03/12/2015 10:57
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Nesta quarta-feira, a Shell recebeu no MAR - Museu de Arte do Rio - líderes de negócios, especialistas, governo e academia para debater os impactos da inovação sobre o futuro da energia e da mobilidade urbana, seus desafios e oportunidades, no Encontro Shell de Inovação.
 
Em seu discurso de abertura, o presidente da Shell Brasil, André Araujo, reforçou o empenho da companhia em ajudar a pensar em novas formas de energia e propostas para a mobilidade urbana. “A Shell emprega, anualmente, mais de 1.1 bilhão de dólares em pesquisa e desenvolvimento, sendo a companhia internacional de energia que mais investe na área. Ao pensarmos em soluções de mobilidade, temos como objetivo não ficar apenas no campo das discussões, mas também oferecer soluções concretas”, afirmou Araujo.  
 
Wolfgang Warnecke, cientista-chefe de Mobilidade da Shell, destacou a oportunidade que as cidades têm para discutir questões de mobilidade ao receber grandes eventos. O cientista disse ainda que o momento escolhido pela companhia para trazer o tema à tona é o ideal, uma vez que grandes líderes mundiais estão reunidos em Paris na COP21 (Conferência do Clima das Nações Unidas).
 
“Além de pensarmos em novos modelos de cidade, é fundamental concentrarmos esforços para desenvolver veículos menores e menos poluentes. Na Shell, por exemplo, estamos trabalhando em um tipo de célula que pode alimentar baterias utilizadas em veículos elétricos”, afirma Warnecke.
 
Ele explicou ainda que a Shell tem investido bastante no uso do gás. “Já produzimos mais gás do que petróleo em todo o mundo. Isso é um ponto positivo no que diz respeito à redução de emissões de poluentes”, comentou.
 
Mudança de hábitos e colaboração
 
Duas máximas foram repetidas à exaustão em todos os discursos nesta quarta-feira: mudança de hábito e colaboração. Acadêmicos, executivos e pesquisadores concordam que só será possível resolver os desafios de mobilidade e de sustentabilidade quando velhos hábitos cotidianos forem mudados, como trocar o carro pelo transporte público, por exemplo.
 
Niel Golightly, vice-presidente de Relações Externas da Shell para as Américas, enfatizou que essa foi uma das mais importantes lições que pode tirar do evento: a necessidade de pensar em práticas colaborativas para que as ideias se tornem realidade.
 
Além deles, também participaram do encontro Suzana Kahn, professora da UFRJ e chefe do Laboratório Urbano da Coppe-UFRJ - patrocinado pela Shell; Franz Leitner, diretor-geral da Poertrain Engineering, AVL Brasil; Luís Antônio Lindau, presidente e diretor da EMBARQ/WRI Brasil; Ana Nassar e Clarisse Cunha Linke, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento; e Clarissa Lins, sócia-fundadora da consultoria Catavento.
 
O professor Márcio Nakamura e os estudantes Rodrigo Xavier e Mateus Rizzi, da equipe pato a Jato, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, também estiveram no evento. Este ano, eles participaram da corrida acadêmica de eficiência energética Shell Eco-marathon e conquistaram o segundo lugar na categoria “Combustíveis Alternativos”.  

Nesta quarta-feira, a Shell recebeu no MAR - Museu de Arte do Rio - líderes de negócios, especialistas, governo e academia para debater os impactos da inovação sobre o futuro da energia e da mobilidade urbana, seus desafios e oportunidades, no Encontro Shell de Inovação. Em seu discurso de abertura, o presidente da Shell Brasil, André Araujo, reforçou o empenho da companhia em ajudar a pensar em novas formas de energia e propostas para a mobilidade urbana. “A Shell emprega, anualmente, mais de 1.1 bilhão de dólares em pesquisa e desenvolvimento, sendo a companhia internacional de energia que mais investe na área. Ao pensarmos em soluções de mobilidade, temos como objetivo não ficar apenas no campo das discussões, mas também oferecer soluções concretas”, afirmou Araujo.  

Wolfgang Warnecke, cientista-chefe de Mobilidade da Shell, destacou a oportunidade que as cidades têm para discutir questões de mobilidade ao receber grandes eventos. O cientista disse ainda que o momento escolhido pela companhia para trazer o tema à tona é o ideal, uma vez que grandes líderes mundiais estão reunidos em Paris na COP21 (Conferência do Clima das Nações Unidas). “Além de pensarmos em novos modelos de cidade, é fundamental concentrarmos esforços para desenvolver veículos menores e menos poluentes. Na Shell, por exemplo, estamos trabalhando em um tipo de célula que pode alimentar baterias utilizadas em veículos elétricos”, afirma Warnecke. Ele explicou ainda que a Shell tem investido bastante no uso do gás. “Já produzimos mais gás do que petróleo em todo o mundo. Isso é um ponto positivo no que diz respeito à redução de emissões de poluentes”, comentou. 

Mudança de hábitos e colaboração Duas máximas foram repetidas à exaustão em todos os discursos nesta quarta-feira: mudança de hábito e colaboração. Acadêmicos, executivos e pesquisadores concordam que só será possível resolver os desafios de mobilidade e de sustentabilidade quando velhos hábitos cotidianos forem mudados, como trocar o carro pelo transporte público, por exemplo. Niel Golightly, vice-presidente de Relações Externas da Shell para as Américas, enfatizou que essa foi uma das mais importantes lições que pode tirar do evento: a necessidade de pensar em práticas colaborativas para que as ideias se tornem realidade. 

Além deles, também participaram do encontro Suzana Kahn, professora da UFRJ e chefe do Laboratório Urbano da Coppe-UFRJ - patrocinado pela Shell; Franz Leitner, diretor-geral da Poertrain Engineering, AVL Brasil; Luís Antônio Lindau, presidente e diretor da EMBARQ/WRI Brasil; Ana Nassar e Clarisse Cunha Linke, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento; e Clarissa Lins, sócia-fundadora da consultoria Catavento. O professor Márcio Nakamura e os estudantes Rodrigo Xavier e Mateus Rizzi, da equipe pato a Jato, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, também estiveram no evento. Este ano, eles participaram da corrida acadêmica de eficiência energética Shell Eco-marathon e conquistaram o segundo lugar na categoria “Combustíveis Alternativos”.  

 

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