Infraestrutura

TCP amplia capacidade operacional de Paranaguá

Cais de atracação poderá receber até três navios de contêineres.

Ascom SEP
26/06/2014 10:53
TCP amplia capacidade operacional de Paranaguá Imagem: Nájia Furlan/ Appa Visualizações: 1167

 

O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) inaugurou ontem (25) seu novo cais de atracação, novos equipamentos e dolphins. Com a obra do TCP, o cais passa de 574 metros para 879 metros e receberá simultaneamente até três navios de contêineres no Porto de Paranaguá. A capacidade operacional do terminal será de 1,5 milhão de TEUs/ano, um incremento de 25% em relação aos 800 mil teus/ano atuais.
Além da ampliação do novo cais, o terminal adquiriu portêineres e transtêineres, entre outros equipamentos, e inaugurou três dolphins para a atracação exclusiva de navios destinados a operações com veículos.
As mudanças fazem parte de um pacote de investimentos privados do governo do estado realizados nos últimos três anos. São quase R$ 2,5 bilhões em projetos e melhorias já efetivadas ou em andamento nos portos do Paraná.
Durante a solenidade,  ministro da Secretaria de Portos, Antonio Henrique Silveira, disse que a iniciativa é convergente com a intenção do governo de autuar para promover a expansão da atividade portuária.
“Converge para a visão de evolução do sistema portuário. O empreendimento é compatível com o novo marco regulatório do setor na medida em que aumenta a eficiência e a concorrência não só no âmbito de Paranaguá e Antonina como de todo o estado do Paraná”, completou.
Silveira destacou que Paranaguá está contemplado no Programa de Arrendamentos Portuários, que prevê investimentos da ordem de R$ 17,2 bilhões até 2017. Lembrou ainda do recado que recebeu da presidente Dilma Rousseff ao assumir a Secretaria de Portos, em outubro de 2013. “Presta atenção nos vetores da balança comercial brasileira”.
Ao estabelecer as áreas passíveis de arrendamento no Porto de Paranaguá, a SEP discutiu intensamente com representantes do agronegócio paranaense, principal cliente do terminal.
O governo prevê a licitação de 25 áreas no Porto de Paranaguá, que integra o Bloco II do Programa de Arrendamentos. O ministro observou que continuam as tratativas com o Tribunal de Contas da União (TCU) para dar início às primeiras licitações de áreas nos portos organizados, começando por Santos e portos do Pará.
Ainda sobre investimentos portuários, citou a possibilidade de prorrogação antecipada de contratos assinados com os terminais privados após a edição da antiga Lei dos Portos (8.630/1993).
Com relação aos novos Terminais de Uso Privado (TUPs), enfatizou que foram autorizados, até maio, 22 novos empreendimentos privados em todo o país, totalizando R$ 9,1 bilhões em investimentos. Para esse ano, outros 42 empreendimentos estão em andamento, somando pouco mais de R$ 5 bilhões.
O ministro falou ainda sobre a importância da articulação entre os governos federal, estadual e municipal para viabilizar os acessos portuários de forma a evitar o conflito na relação porto-cidade, especialmente no que se refere à formação de filas ao longo das rodovias.
“Paranaguá é um exemplo de gestão e em Santos, após um esforço conjunto nas várias esferas de governo, conseguimos evitar formação de filas durante o escoamento da safra de soja”.
Silveira salientou ainda que a SEP mantém conversas com o Ministério dos Transportes no sentido de viabilizar projetos conjuntos de acessos portuários.

O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) inaugurou ontem (25) seu novo cais de atracação, novos equipamentos e dolphins. Com a obra do TCP, o cais passa de 574 metros para 879 metros e receberá simultaneamente até três navios de contêineres no Porto de Paranaguá. A capacidade operacional do terminal será de 1,5 milhão de TEUs/ano, um incremento de 25% em relação aos 800 mil teus/ano atuais.

Além da ampliação do novo cais, o terminal adquiriu portêineres e transtêineres, entre outros equipamentos, e inaugurou três dolphins para a atracação exclusiva de navios destinados a operações com veículos.

As mudanças fazem parte de um pacote de investimentos privados do governo do estado realizados nos últimos três anos. São quase R$ 2,5 bilhões em projetos e melhorias já efetivadas ou em andamento nos portos do Paraná.

Durante a solenidade,  ministro da Secretaria de Portos, Antonio Henrique Silveira, disse que a iniciativa é convergente com a intenção do governo de autuar para promover a expansão da atividade portuária.

“Converge para a visão de evolução do sistema portuário. O empreendimento é compatível com o novo marco regulatório do setor na medida em que aumenta a eficiência e a concorrência não só no âmbito de Paranaguá e Antonina como de todo o estado do Paraná”, completou.

Silveira destacou que Paranaguá está contemplado no Programa de Arrendamentos Portuários, que prevê investimentos da ordem de R$ 17,2 bilhões até 2017. Lembrou ainda do recado que recebeu da presidente Dilma Rousseff ao assumir a Secretaria de Portos, em outubro de 2013. “Presta atenção nos vetores da balança comercial brasileira”.

Ao estabelecer as áreas passíveis de arrendamento no Porto de Paranaguá, a SEP discutiu intensamente com representantes do agronegócio paranaense, principal cliente do terminal.

O governo prevê a licitação de 25 áreas no Porto de Paranaguá, que integra o Bloco II do Programa de Arrendamentos. O ministro observou que continuam as tratativas com o Tribunal de Contas da União (TCU) para dar início às primeiras licitações de áreas nos portos organizados, começando por Santos e portos do Pará.

Ainda sobre investimentos portuários, citou a possibilidade de prorrogação antecipada de contratos assinados com os terminais privados após a edição da antiga Lei dos Portos (8.630/1993).

Com relação aos novos Terminais de Uso Privado (TUPs), enfatizou que foram autorizados, até maio, 22 novos empreendimentos privados em todo o país, totalizando R$ 9,1 bilhões em investimentos. Para esse ano, outros 42 empreendimentos estão em andamento, somando pouco mais de R$ 5 bilhões.

O ministro falou ainda sobre a importância da articulação entre os governos federal, estadual e municipal para viabilizar os acessos portuários de forma a evitar o conflito na relação porto-cidade, especialmente no que se refere à formação de filas ao longo das rodovias.

“Paranaguá é um exemplo de gestão e em Santos, após um esforço conjunto nas várias esferas de governo, conseguimos evitar formação de filas durante o escoamento da safra de soja”.

Silveira salientou ainda que a SEP mantém conversas com o Ministério dos Transportes no sentido de viabilizar projetos conjuntos de acessos portuários.

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