Pesquisa e Inovação

Tecnologia do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação aumenta integração com secretarias estaduais

Rede criada pelo MCTI vai intensificar as relações.

Agência Brasil
05/12/2012 16:26
Visualizações: 1439

 

Tecnologia do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação aumenta integração com secretarias estaduais
04/12/2012 - 20h57
Pesquisa e Inovação
Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil
Brasília -  A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Rede Ipê, desenvolvida  pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), vai intensificar as relações entre as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) de todo país, possibilitando um maior número de reuniões entre ministério, secretários e técnicos da área. A primeira videoconferência da Rede Ipê ocorreu hoje (4) com a participação de secretários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.
De acordo com a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), foram investidos R$ 700 mil para implementação da tecnologia, que incluiu também a capacitação dos profissionais e ampliar a participação dos gestores estaduais na elaboração de políticas públicas.
Para o diretor-geral da RNP, Nelson Simões, o maior benefício da rede é facilitar a integração entre os secretários estaduais de CT&I, permitindo ampliar o número de reuniões no setor. “Federação para nós é essa possibilidade de encurtar as distâncias, usando a tecnologia para uso da ciência do país”, disse durante a solenidade de lançamento.
O ministro da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, disse que o objetivo principal da rede de gestão é proporcionar um ambiente de cooperação entre os estados. “Esse é um forte exemplo de como usar a tecnologia disponível para diminuir as barreiras físicas”, disse Raupp.
A Rede Ipê é uma infraestrutura de internet voltada para a comunidade brasileira de ensino e pesquisa e, segundo a RNP, as principais universidades e institutos de pesquisa do país também estão conectadas à nova tecnologia. 
A novidade é resultado de um projeto conjunto do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do MCTI, coordenado pela RNP.

A Rede de Gestão Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Rede Ipê, desenvolvida  pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), vai intensificar as relações entre as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) de todo país, possibilitando um maior número de reuniões entre ministério, secretários e técnicos da área. A primeira videoconferência da Rede Ipê ocorreu ontem (4) com a participação de secretários de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.


De acordo com a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), foram investidos R$ 700 mil para implementação da tecnologia, que incluiu também a capacitação dos profissionais e ampliar a participação dos gestores estaduais na elaboração de políticas públicas.


Para o diretor-geral da RNP, Nelson Simões, o maior benefício da rede é facilitar a integração entre os secretários estaduais de CT&I, permitindo ampliar o número de reuniões no setor. “Federação para nós é essa possibilidade de encurtar as distâncias, usando a tecnologia para uso da ciência do país”, disse durante a solenidade de lançamento.


O ministro da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, disse que o objetivo principal da rede de gestão é proporcionar um ambiente de cooperação entre os estados. “Esse é um forte exemplo de como usar a tecnologia disponível para diminuir as barreiras físicas”, disse Raupp.


A Rede Ipê é uma infraestrutura de internet voltada para a comunidade brasileira de ensino e pesquisa e, segundo a RNP, as principais universidades e institutos de pesquisa do país também estão conectadas à nova tecnologia. 


A novidade é resultado de um projeto conjunto do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do MCTI, coordenado pela RNP.

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